LOIOLA RECLAMA DE QUÊ?
Como disse em postagem anterior, não existe nenhuma razão para o presidente Clóvis Loiola reclamar da abertura da Câmara de Itabuna por um chaveiro, terça-feira (30), para que os vereadores dissidentes pudessem realizar a sessão para eleger o novo presidente.
O próprio Loiola foi protagonista (dos dois lados) em acontecimentos como esse, com o mesmo objetivo: não deixar realizar sessões plenárias para votar projetos. Usam e abusam do legislativo como se fosse “casa da mãe Joana” (pode não ser, mas que parece, parece). Nos outros casos, quebraram até as fechaduras.
Loiola, Carreiro ou quem quer que seja, não podem posar de vítimas, pois são os maiores culpados por autorizarem o fechamento de uma instituição pública sem que qualquer motivo houvesse para tanto. Não era feriado, dia santo de guarda, nem mesmo foi decretado ponto facultativo.
Nesse caso, mesmo que não houvesse sessão, nada justificaria o fechamento da Câmara, principalmente a suspensão do expediente, e a folga dada aos funcionários, contratados, cargos em comissão e demais ocupantes do prédio. Se alguém tinha algum negócio a resolver no legislativo se deu mal.
Se há culpado, são o presidente e o diretor-administrativo, por tratar o legislativo como extensão do seu quintal. Não o é, e precisam tratar a coisa pública com mais respeito. Pela vida pregressa, deveriam ter ficado no Complexo Policial para explicar os desmandos com a coisa pública. Deveriam, mas continuam soltos.
O próprio Loiola foi protagonista (dos dois lados) em acontecimentos como esse, com o mesmo objetivo: não deixar realizar sessões plenárias para votar projetos. Usam e abusam do legislativo como se fosse “casa da mãe Joana” (pode não ser, mas que parece, parece). Nos outros casos, quebraram até as fechaduras.
Loiola, Carreiro ou quem quer que seja, não podem posar de vítimas, pois são os maiores culpados por autorizarem o fechamento de uma instituição pública sem que qualquer motivo houvesse para tanto. Não era feriado, dia santo de guarda, nem mesmo foi decretado ponto facultativo.
Nesse caso, mesmo que não houvesse sessão, nada justificaria o fechamento da Câmara, principalmente a suspensão do expediente, e a folga dada aos funcionários, contratados, cargos em comissão e demais ocupantes do prédio. Se alguém tinha algum negócio a resolver no legislativo se deu mal.
Se há culpado, são o presidente e o diretor-administrativo, por tratar o legislativo como extensão do seu quintal. Não o é, e precisam tratar a coisa pública com mais respeito. Pela vida pregressa, deveriam ter ficado no Complexo Policial para explicar os desmandos com a coisa pública. Deveriam, mas continuam soltos.
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