alhos & bugalhos
Câmara Municipal de
Itajuípe inicia amanhã (6) segundo período legislativo de 2026
O Legislativo Itajuípense realizará amanhã (6) sessão
especial de abertura do 2º período legislativo de 2026, a sessão será realizada
no Plenário Wanderlito Barbosa, com início previsto para às 09:30 hrs e será presidida
pelo vereador Ivan Jr.
A sessão contará com mensagens da presidência e do
Executivo Municipal ou pelo seu representante.
O Legislativo itajuipense, tem como integrantes os
vereadores:
Adriano Santos (PSB); Antônio Pádua (Avante; Camila
Ferrarese (PSB); Cláudio Raul (PODEMOS); Eduardo Portela (MDB); Ivan Júnior
(PSB); JoacY Caires (PODEMOS); Josélia Ribeiro (PSB), Lusiante Maia (PSD);
Mateus Mattos (AVANTE) e Roney Adryel (AVANTE).
O Legislativo itajuipense foi criado em 12 de
dezembro de 1952, junto com a emancipação do município e teve como primeiro
presidente o vereador Manoel Agostinho de Santana.
O Cacau Sobe para o Maior Nível em
Mais de 3 Semanas
Os preços do cacau negociados acima de $6.000 por tonelada, o mais alto
em mais de três semanas, após Gana projetar uma queda acentuada na produção de
cacau para a temporada 2026/27. O regulador do mercado COCOBOD espera que a produção
caia em pelo menos 16%, citando condições climáticas desfavoráveis, o ciclo
natural de rendimento alternado da árvore de cacau, doenças, plantações
envelhecidas e mineração ilegal de ouro. As preocupações com a oferta foram
reforçadas pelas expectativas de uma queda de mais de 10% na produção da Costa
do Marfim na próxima temporada. Embora as perspectivas de colheita permaneçam
geralmente favoráveis, os agricultores afirmaram que mais luz solar e
aplicações oportunas de fertilizantes e pesticidas são necessárias, alertando
que chuvas excessivas mais tarde na temporada poderiam aumentar os riscos de
doenças e restringir ainda mais os suprimentos globais de cacau.]
O cacau é negociado na Bolsa de Mercadorias de Nova Iorque (NYMEX) e na Intercontinental Exchange (ICE) em Londres. Os preços em Nova Iorque são baseados no mercado sul-asiático e os preços em Londres são baseados no cacau da África. O tamanho de cada contrato de cacau na NYMEX é de 10 toneladas métricas. Os maiores produtores de cacau são Costa do Marfim e Gana, que juntos representam mais de 60% da produção mundial. Outros grandes produtores incluem: Indonésia, Nigéria, Camarões, Equador e Brasil. Embora o cacau seja um dos mercados de commodities suaves mais pequenos do mundo, tem implicações globais nos produtores de alimentos e doces e na indústria do varejo. Os preços do cacau exibidos na Trading Economics são baseados em instrumentos financeiros de balcão (OTC) e contratos por diferença (CFD).
TCU ENTREGA AO TSE
LISTA COM 558 GESTORES BAIANOS COM CONTAS IRREGULARES
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) recebeu, nesta terça-feira (4), a lista de gestores públicos com contas julgadas irregulares pelo Tribunal de Contas da União (TCU) nos últimos oito anos. Na relação constam os nomes de 558 gestores baianos, entre os quais ex-prefeitos, secretários municipais, ex-vereadores e ex-deputados.
Do sul da Bahia, a lista inclui gestores
de Almadina, Aurelino Leal, Buerarema, Dário Meira, Ibicaraí, Itabuna, Ilhéus,
Itacaré, Ibirataia, Ibirapitanga, Jussari, Maraú e Ipiaú. Na lista constam
nomes como de José Nilton Azevedo, o Capitão Azevedo, Claudevane Leite, Vane,
ex-prefeitos de Itabuna; e Newton Lima, ex-prefeito de Ilhéus. Nenhum dos três
é candidato.
De acordo com o TCU, Vane teve quatro
contas julgadas irregulares. Uma delas referente a recursos repassados pelo
Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação para a execução do Programa de
Apoio aos Sistemas de Ensino para Atendimento de Jovens e Adultos (Peja). O
órgão alega que não houve comprovação da regular aplicação dos recursos
repassados pela União no exercício de 2015.
Já Capitão Azevedo teve as contas
rejeitadas por irregularidades no uso de recursos repassados pela União por
meio de convênio firmado entre o Ministério da Justiça e Segurança Pública e o
município de Itabuna para execução do Projeto Território de Paz. Não houve comprovação
da regular aplicação dos recursos, segundo o TCU. Acesse a lista completa aqui.
BRASIL
No geral, em todo o país, em 2026, a
lista reúne mais de 6,1 mil responsáveis — um volume 3% menor que o registrado
em 2024, ano de eleições municipais. A maior parte dos apontamentos refere-se a
ex-prefeitos e ex-vereadores de pequenos municípios, sendo que cerca de 3,8 mil
casos estão concentrados nas regiões Nordeste e Sudeste.
Do total, 266 enquadram-se como pessoas
expostas politicamente, incluindo 135 vereadores, 114 prefeitos, seis deputados
estaduais, dois deputados federais e um senador. A relação consolida os
julgamentos definitivos — contra os quais não cabem mais recursos no TCU —
realizados desde 2018.
Grupo que discutia
atentados nas eleições de 2026 são detidos em Brasília
Oito suspeitos de integrar
um grupo que discutia atentados em Brasília nas eleições de 2026 são alvos da
Operação Rede Interrompida, deflagrada na manhã desta terça-feira (4), pela
Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF).
Conforme informações do
site Metrópoles, os alvos, que têm entre 19 e 31 anos, residem em cidades
localizadas nos estados de Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Pernambuco e Rio
Grande do Sul. O caso está sendo investigado pela Divisão de Prevenção e
Combate ao Extremismo Violento (DPCev.
Ainda de acordo com o
portal de notícias, um relatório técnico elaborado pelo Ciberlab, laboratório
ligado à Secretaria Nacional de Segurança Pública do Ministério da Justiça e
Segurança Pública, que foi enviado à PCDF, motivou a instauração do inquérito.
Segundo a polícia, nas
conversas, os suspeitos faziam referências frequentes a Brasília como destino
de uma mobilização prevista para o período eleitoral de 2026, incluindo
formação tática, invasões de edifícios, escolha de alvos, recrutamento de
participantes em diferentes estados e outros.
CNJ acaba com aposentadoria compulsória como punição máxima para juiz
O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) aprovou nesta
terça-feira (4) o fim da aposentadoria compulsória e também a previsão da perda
de cargo como punição disciplinar máxima para juízes que cometam infrações
graves, como venda de sentenças, assédio sexual e moral, entre
outras.
Pela nova resolução disciplinar, em caso de
condenação em Processo Administrativo Disciplinar (PAD), o juiz poderá ser
colocado em disponibilidade para a perda do cargo. A eventual exoneração, contudo, somente
poderá ser determinada por decisão judicial.
O procedimento segue decisão do
Supremo Tribunal Federal (STF), que ordenou o fim da aposentadoria compulsória,
com vencimentos proporcionais, como punição máxima, mas condicionou eventual
perda de cargo, sem vencimentos, à abertura de uma ação judicial pela Advocacia-Geral
da União (AGU).
Durante a sessão de votação, o
presidente do CNJ, ministro Edson Fachin, disse que a medida representa “uma
mudança significativa na forma de enxergar e tratar essa questão” e que o
problema é trabalhado “com atenção, levando em conta os desafios e as
complexidades que ele apresenta”.
Em 20 anos, o conselho condenou 126
magistrados à aposentadoria compulsória. O CNJ foi criado em 2005 e é
responsável pelo julgamento de faltas disciplinares cometidas por juízes e
desembargadores.
Ao longo da história, o CNJ aplicou
a Lei Orgânica da Magistratura Nacional (Loman). A norma definiu que são penas
disciplinares a advertência, censura, remoção compulsória, disponibilidade com
vencimentos proporcionais ao tempo de serviço e aposentadoria compulsória com
vencimentos proporcionais ao tempo de serviço, a punição mais grave.
Antes da decisão do Supremo,
magistrados mantinham o recebimento mensal dos vencimentos após a condenação
pelo CNJ.
Flash do Dia
Dia de
Santo do Dia
Causo do Dia
Lembram da juíza Gabriela Hardt,
que substituiu o então juiz Sergio Moro na Operação
Lava Jato e que, durante um depoimento do presidente Lula, afirmou que, se ele "começasse
nesse tom" com ela, eles teriam problemas?
Pois bem. O Conselho Nacional de Justiça (CNJ)
decidiu, nesta terça-feira (4), afastar a magistrada do cargo por dois anos. A
punição foi aprovada por unanimidade quanto à responsabilização, e, por 10 votos
a 4, prevaleceu a sanção de dois anos de afastamento.
O processo foi aberto pelo CNJ em 2024, após uma
fiscalização da Corregedoria apontar supostas irregularidades na homologação,
por Gabriela Hardt, de um acordo que previa a criação de uma fundação privada
abastecida com recursos da Lava Jato, provenientes do pagamento de multas por
empresas condenadas. Os valores envolvidos poderiam chegar a R$ 2 bilhões.
Nada como um dia após o outro.
Charge do Dia
Priskas Eras




