alhos & bugalhos
Legislativo
realizou sessão especial que promove conscientização e acolhimento sobre o
autismo
Na última sexta-feira (24), a Câmara
Municipal de Itajuípe realizou uma sessão especial em alusão ao Dia Mundial de
Conscientização do Autismo. O momento foi pensado como um espaço de escuta,
informação e troca, reunindo diferentes vozes que vivenciam e atuam diretamente
nessa realidade.
Os vereadores receberam autoridades, representantes do grupo RAMA — Rede de Acolhimento e Conscientização do Autismo — além de mães e pais atípicos, que convivem diariamente com os desafios e aprendizados relacionados ao transtorno do espectro autista.
Mais do que uma solenidade, a sessão se transformou em um ambiente de acolhimento. Ao longo dos relatos, foram compartilhadas experiências, dificuldades enfrentadas no dia a dia e também conquistas que muitas vezes passam despercebidas. Cada fala trouxe à tona a importância de ampliar o olhar da sociedade sobre o autismo, com mais empatia, respeito e acesso à informação.
A iniciativa reforça a relevância de abrir espaços como esse, onde histórias possam ser ouvidas e reconhecidas, contribuindo para uma conscientização que vai além de uma data específica. Foi um momento marcado pela sensibilidade, pela troca e pela construção coletiva de um diálogo necessário para toda a comunidade.
Rui Costa critica ACM Neto e acirra disputa na Bahia
“O
que está envelhecido na política é essa lógica de oligarquia e de herdeiros do
poder”, afirmou Rui Costa ao se referir ao ex-prefeito de Salvador, ACM Neto
(União Brasil), em entrevista à rádio Metrópole. Rui atacou o que chamou de
“modelo de oligarquia” ainda presente no país. “O que está velho e cansado é
esse conceito de oligarquia, de herança de poder”, afirmou, ao criticar grupos
políticos tradicionais e o uso de estruturas de mídia para perpetuação no
comando.
Para rebater os ataques do adversário ao
governador Jerônimo Rodrigues, o ex-ministro recorreu a comparações entre
promessas de campanhas passadas de ACM Neto e indicadores atuais de Salvador.
Segundo ele, vídeos de 2012 mostram compromissos com a redução da mortalidade
infantil e ampliação da atenção básica. “Depois de 16 anos governando Salvador,
a cidade é a terceira pior capital em mortalidade infantil”, disse, atribuindo
o cenário à “péssima assistência pré-natal”.
Rui também questionou a destinação por
parte do grupo de ACM Neto na prefeitura de recursos obtidos com a venda de
terrenos públicos. “Venderam os terrenos valiosos, mas o dinheiro não foi para
educação”, declarou, citando rankings que colocariam Salvador entre os piores
desempenhos em educação infantil.
Rei do lixo
Na saúde, o ex-ministro destacou promessas de universalização da atenção básica e construção de unidades. “Hoje, 40% da população não tem acesso a posto de saúde”, afirmou. Ele mencionou ainda que apenas cinco centros de exames foram entregues após mais de uma década, “com filas e dificuldade de atendimento”.
Rui ainda associou o grupo adversário a
denúncias recentes, citando investigações e episódios envolvendo figuras
políticas ligadas ao União Brasil. “É o mesmo grupo que coloca o ‘Rei do Lixo’
na executiva nacional do partido”, afirmou, mencionando áudios atribuídos à
Polícia Federal sobre negociações irregulares envolvendo cargos públicos.
Pré-candidato ao Senado, Rui Costa também
fez referência a suspeitas de uso indevido de recursos na educação,
classificando o projeto Pé na Escola, criado por ACM Neto, como “mais parece o
pontapé na educação”. Para o ex-ministro, os casos reforçam críticas ao modelo
político que, segundo ele, “despreza a população mais pobre e se sustenta em
velhas práticas”.
“Fake News na saúde é covardia”, diz Adélia Pinheiro sobre prefeitura de
Ilhéus
A ex-secretária estadual da saúde afirmou que “esse é o grupo que quer governar a Bahia. Se em Ilhéus já age com mentira e irresponsabilidade, imagine o que faria no Governo da Bahia”. “Fake news na saúde é covardia política”. Foi assim que a ex-secretária estadual da saúde Adélia Pinheiro classificou a tentativa da prefeitura de Ilhéus de espalhar a falsa informação de que o Governo da Bahia teria uma dívida de R$ 7 milhões com a saúde do município. “Mentir sobre saúde é brincar com a dor das pessoas. A prefeitura tenta esconder seus próprios problemas atacando o Governo da Bahia e enganando a população de Ilhéus”, afirmou.
A ex-secretária estadual da saúde
reafirma que o compromisso do Governo da Bahia com Ilhéus está demonstrado na
prática. “O município conta com o Hospital Regional Costa do Cacau, unidade
estadual de alta complexidade, referência em neurocirurgia, traumatologia e
ortopedia. Conta também com o Hospital Materno-Infantil Dr. Joaquim Sampaio,
equipamento estratégico para a assistência materno-infantil e para o
atendimento especializado aos povos originários”, explica.
Além
disso, relembra, tem acesso à Policlínica Regional de Saúde, que oferta
consultas especializadas, exames de média e alta complexidade e pequenos
procedimentos cirúrgicos para Ilhéus e municípios da região.
Maternidade depois de 14 anos
Adélia também mirou no candidato
derrotado ao Governo em 2022, ACM Neto, aliado da gestão municipal. “Esse é o
grupo que quer governar a Bahia. Se em Ilhéus já age com mentira e
irresponsabilidade, imagine o que faria no Governo da Bahia”, disse.
Pinheiro citou Salvador como exemplo do
modelo político de ACM Neto. “A saúde de Salvador é uma tragédia. Depois de 14
anos, entregaram uma maternidade às vésperas da eleição. O povo não pode ser
lembrado só quando eles precisam de voto”, criticou.
“Quem mente sobre saúde mostra que não
tem compromisso com a vida das pessoas e faz qualquer coisa, não mede as
consequências para tentar chegar ao poder”, concluiu.
Cacau segue em
consolidação técnica mesmo diante de tensões globais
A combinação
entre tensões geopolíticas e a resiliência dos mercados financeiros voltou a
marcar o início da semana, reforçando um cenário cada vez mais dissociado entre
risco global e comportamento dos ativos. Mesmo diante de um fim de semana
turbulento, com impasses no Irã, retomada dos preços do petróleo e um episódio
de violência em Washington envolvendo figuras próximas ao presidente Donald Trump, as bolsas, especialmente o setor de
tecnologia, seguem sustentando movimento de alta.
No mercado de
cacau, entretanto, o comportamento segue mais técnico e contido. O contrato
mais líquido com vencimento em julho encerrou a última sexta-feira cotado a US$
3.431, registrando leve recuo de US$ 27. A sessão foi marcada por volatilidade
moderada, com mínima em US$ 3.384 e máxima em US$ 3.490. O volume negociado
somou 21.842 contratos, enquanto o número de negócios foi de 11.232, indicando
uma redução no engajamento dos participantes.
O interesse em
aberto apresentou queda de 669 contratos, totalizando 195.094 posições,
sinalizando uma leve redução na exposição dos agentes ao mercado no curto
prazo. Esse movimento reforça a percepção de cautela, especialmente em um
ambiente ainda marcado por incertezas quanto à demanda global por derivados.
Nos fundamentos
físicos, os estoques certificados monitorados pela Intercontinental
Exchange (ICE) nos portos dos Estados Unidos registraram nova
queda, de 6.942 sacas, atingindo o patamar de 2.615.208 sacas. Apesar da
retração, os níveis ainda são considerados confortáveis dentro do contexto
atual de demanda enfraquecida.
O indicador
técnico RSI (Índice de Força Relativa) para o contrato de julho permanece em
46,5%, dentro da zona neutra, o que reforça a ausência de um viés direcional
mais claro no curto prazo.
No fluxo de
entregas físicas, o contrato de maio registrou liquidação de 26 contratos, com
participação de instituições como BNP Paribas, Société Générale e StoneX. A Société
Générale foi a receptora de todos os contratos entregues no período. No
acumulado, o volume já soma 551 contratos liquidados fisicamente, indicando uma
participação ainda limitada no processo de entrega.
Do ponto de
vista técnico, o mercado segue operando dentro de um intervalo bem definido. As
resistências estão posicionadas na faixa entre US$ 3.600 e US$ 3.850, enquanto
os suportes aparecem em US$ 3.200 e US$ 3.000. A ausência de gatilhos claros,
especialmente do lado da demanda, mantém o mercado em compasso de espera.
Em meio a um
cenário global dominado por avanços tecnológicos e tensões geopolíticas, o
cacau segue dependente de fatores mais específicos da cadeia, com destaque para
o ritmo de consumo e o comportamento das indústrias processadoras. Até que
novos sinais de recuperação da demanda surjam, a tendência é de continuidade desse
movimento lateralizado, com oscilações técnicas ditando o ritmo do mercado. Fonte: mercadodocacau
Prazo
para regularizar título de eleitor termina em 10 dias
Lei estabelece
que o cadastro deve ser encerrado 150 dias antes do primeiro turno
O calendário eleitoral entra em sua fase mais crítica para os cidadãos brasileiros. Termina no dia 6 de maio o prazo para tirar, transferir ou regularizar o título de eleitor a tempo de participar do pleito de 2026.
Após essa data, o cadastro da Justiça Eleitoral será
fechado para a organização da logística de votação, reabrindo apenas após o
término das eleições.
O fechamento do cadastro e o calendário de 2026
A legislação eleitoral brasileira estabelece que o
cadastro deve ser encerrado 150 dias antes do primeiro turno, marcado para o
dia 4 de outubro.
Este período de "fechamento" é essencial para que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) processe os dados, defina os locais de votação e organize as urnas eletrônicas. Caso haja segundo turno, a data prevista é 25 de outubro.
Quem deve agir agora?
O voto é obrigatório para brasileiros maiores de 18
anos, mas as regras de alistamento abrangem diferentes faixas etárias:
·
Jovens de 18 anos: Quem completa a maioridade até 6 de
maio deve obrigatoriamente tirar o título.
·
Voto facultativo: Jovens de 16 e 17 anos, pessoas com
mais de 70 anos e analfabetos têm o direito de votar, mas não a
obrigatoriedade.
·
A partir dos 15 anos: Já é possível solicitar o documento,
desde que o jovem complete 16 anos até a data da eleição.
Primeiro
título exige atendimento presencial
Diferente de anos anteriores, o pedido do primeiro título agora deve ser feito exclusivamente de forma presencial. O prazo para solicitações online que dependiam de coleta biométrica posterior encerrou-se em abril.
O cidadão deve comparecer ao cartório eleitoral de seu município munido de documento oficial com foto e comprovante de residência atualizado. Homens que completam 19 anos em 2026 também precisam apresentar o comprovante de quitação militar.
Regras
para transferência e biometria
Para
quem mudou de domicílio e deseja transferir o local de votação, o processo
ainda pode ser iniciado pela internet, via Autoatendimento Eleitoral, ou
presencialmente.
Os requisitos incluem ter ao menos um ano de emissão do título anterior e comprovar vínculo mínimo de três meses com a nova cidade.
Vale lembrar que todos os serviços da Justiça Eleitoral são gratuitos. Eventuais taxas só ocorrem em casos de multas por ausências não justificadas em eleições passadas.
O
documento físico não é mais enviado pelo correio; o eleitor deve utilizar o
aplicativo e-Título ou imprimir a certidão
diretamente no site do TSE.
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