alhos & bugalho
Itajuípe se
despede do Professor Guga
Jó de Marabá
solicitas melhorias em pró da comunidade do município de Itajuípe
O vereador Jó de Marabá através de Pedidos de Providências a administração
municipal, para que viabilize melhoras
em pró da comunidade do município, entre elas ele solicita a implantação e
revitalização de faixas de pedestres, instalação de placas de sinalização de
trânsito e melhorias na iluminação pública em todo o município, com atenção
especial ao trecho localizado na Av. Dr. Montival Lucas, Colégio Diógenes
Vinhaes.
Jó de Marabá também solicitou que a administração municipal viabilize
serviços de limpeza, capinação e manutenção do cais central e da área localizada
às margens do rio Almada. O trecho mencionado é utilizado frequentemente por
professores, estudantes, servidores públicos, moradores e pessoas oriundas de
outras cidades que se deslocam até o município para acessar instituições de
ensino e serviços públicos de saúde.
Jó Marabá ressaltou: que a falta de limpeza e manutenção adequada pode
comprometer a circulação de pedestres, prejudicar o aspecto visual do local e
favorece o acúmulo de resíduos e o surgimento de vegetação excessiva, tornando necessária
a realização periódica dos serviços de conservação.
Além de contribuir para a preservação ambiental e a valorização dos
espaços públicos, a medida proporcionará um ambiente mais limpo, organizado e
acolhedor para todos que transitam diariamente na área a ser beneficiada.
Lula, um que
faz a diferença no nosso tempo, vai para o desafio final
Lula já é o único na história do Brasil a
ganhar três mandatos presidenciais no voto, agora conquistou o direito ao
quarto. É quase impossível alguém imitar isso. E também é o único a virar um 2º
turno, aí mais possível.
Essa trajetória para um pernambucano, que
viajou para São Paulo montado num pau de arara para fugir das agruras do
Nordeste, bota mais singularidades na história. Decididamente, nunca se viu isso em 526 anos de história
do Brasil.
Na primeira fala após a vitória de domingo,
Lula prometeu que ia desenvolver uma nova forma de governar. Oxalá saia daí
novidade da boa. O Brasil agradece, e ele, no particular, precisa. Este é o
último mandato da vida dele, já com 80 anos, não pode se candidatar na próxima
– e entre os seus, não se vê um herdeiro do trono.
NA BAHIA – Jerônimo disse que, após a vitória de Lula, quase não consegue dormir, tamanha a alegria. E, é claro, governar cá com Lula lá é uma coisa. Se fosse com Flávio, problema, logo de cara o espaço político mais curto.
Na ponga da era Lula, o PT também construiu a era baiana, que tem Jaques Wagner, Rui Costa e o próprio Jerônimo como arautos. E como será 2030? Guinchar Rui ou construir algo de novo. Por Levi Vasconcelos, com colaboração de Marcos Freitas
Os territórios de identidade do Baixo Sul
e do Litoral Sul somaram R$ 3,73 bilhões em valor da produção de cacau em 2025.
Juntos, responderam por 64,4% do total baiano, segundo cálculos do PIMENTA a
partir do novo Painel
da Produção Agrícola da Bahia.
Na Bahia, o cacau alcançou R$ 5,8 bilhões, com uma
colheita de 137.567 toneladas de amêndoas. O estado ficou na segunda posição
nacional na produção da cultura, atrás do Pará. O balanço foi divulgado nesta
segunda-feira (26) pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da
Bahia (SEI), com base na Pesquisa Agrícola Municipal, do Instituto Brasileiro
de Geografia e Estatística (IBGE).
Ilhéus liderou o ranking baiano tanto em volume
colhido quanto em valor da produção. Foram 9.135 toneladas, avaliadas em R$
445,2 milhões. Sozinho, o município respondeu por 7,7% do valor do cacau
produzido no estado.
Ibirapitanga apareceu em segundo lugar em valor, com
R$ 399,4 milhões, seguido por Wenceslau Guimarães, com R$ 372,9 milhões. Na
comparação por quantidade, a ordem se inverte: Wenceslau Guimarães colheu 9.043
toneladas, e Ibirapitanga, 8.598 toneladas.
Os três municípios reuniram R$ 1,22 bilhão, equivalentes
a 21% do valor estadual. Abaixo, veja os dez primeiros colocados pelo valor da
produção:
POR TERRITÓRIO
DE IDENTIDADE
No recorte territorial, o Baixo Sul liderou com R$
2,01 bilhões, ou 34,6% do total. O Litoral Sul veio em seguida, com R$ 1,73
bilhão e participação de 29,8%. Os dois territórios colheram 89.765 toneladas,
correspondentes a 65,3% do volume baiano.
O Médio Rio de Contas também tem peso expressivo, com
R$ 1,08 bilhão. Somado ao Baixo Sul e ao Litoral Sul, o território eleva a
participação conjunta para 83% do valor da produção estadual de cacau.
Já em Itabuna, o painel registra 1.380 toneladas e
valor de R$ 41,4 milhões. A plataforma permite consultar cada município,
comparar territórios e acompanhar a série de 2015 a 2025, com indicadores de
área colhida, quantidade produzida e valor da produção.
PF FAZ BUSCAS
EM MANSÃO LIGADA A FLÁVIO BOLSONARO EM BRASÍLIA
A medida foi
autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal
(STF), que é relator de um inquérito sobre uma suspeita de lavagem de dinheiro
envolvendo casas de apostas associadas ao advogado Willer Tomaz, apontado como
amigo do senador.
Durante as buscas, os investigadores
pretendem recolher documentos, aparelhos eletrônicos e outros materiais que
possam contribuir para o esclarecimento dos fatos. De acordo com as informações
divulgadas, a Procuradoria-Geral da República (PGR) deu parecer favorável à
realização da diligência.
SAÍDA DO
BRASIL
A operação ocorre um dia depois da divulgação de que Flávio Bolsonaro deixou o Brasil. A viagem aconteceu após uma determinação atribuída ao ministro Alexandre de Moraes para que o senador entregasse seus passaportes.
Conforme
informações atualizadas dos registros migratórios argentinos, o parlamentar e
seus familiares teriam atravessado a fronteira entre o Rio Grande do Sul e a
Argentina. De lá, seguiram de avião para o Equador, antes de embarcarem em
direção aos Estados Unidos.
Segundo dados
do site de monitoramento aéreo FlightAware, a aeronave decolou às 6h22, no
horário de Brasília, com previsão de chegada ao aeroporto Opa-locka Executive,
na região de Miami, por volta das 10h40.
EUA AUTORIZAM ENTRADA DA FAMÍLIA
Na
terça-feira (27), o governo dos Estados Unidos informou que emitiria vistos
para Flávio Bolsonaro e seus familiares, permitindo a entrada do grupo no país.
O presidente norte-americano, Donald Trump, também voltou a fazer declarações sobre as eleições brasileiras, mencionando suspeitas de fraude sem apresentar provas públicas que sustentassem a alegação, além de manifestar apoio à ida do senador aos Estados Unidos.
El Niño ameaça produção de cacau e reforça importância de projetos preparados para eventos climáticos extremos
A intensificação do El Niño coloca a
produção agrícola brasileira em alerta e pode trazer desafios adicionais para a
cadeia do cacau. O fenômeno, que altera os padrões de chuva e temperatura em
diferentes regiões do país, tem potencial para afetar o desenvolvimento das
plantações, dificultar o manejo agrícola e aumentar os custos de produção.
Nesse cenário, projetos estruturados para lidar com adversidades climáticas
podem ajudar produtores e comunidades rurais a reduzir vulnerabilidades e
preservar a continuidade de suas atividades.
O alerta ganha relevância diante das
previsões oficiais. Segundo o quarto boletim do Painel El Niño 2026-2027,
divulgado em outubro por órgãos como o Instituto Nacional de Meteorologia
(Inmet), o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) e o Centro Nacional
de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), há 95% de
probabilidade de o fenômeno atingir intensidade muito forte entre outubro e
dezembro. A previsão também aponta para a intensificação da seca no Norte e no
Nordeste, regiões que concentram importantes áreas de produção agrícola.
Como o estresse hídrico prejudica o
desenvolvimento do cacau
O cacaueiro depende de condições
adequadas de umidade para se desenvolver. Períodos prolongados de seca e
temperaturas elevadas podem comprometer o crescimento das plantas, afetar sua
atividade fotossintética e prejudicar o desenvolvimento da lavoura. Um estudo
publicado em 2024 na revista Pesquisa Agropecuária
Brasileira identificou redução da capacidade fotossintética e do
crescimento de mudas de cacau submetidas a condições prolongadas de estresse
hídrico.
“Quando falamos de produção agrícola
diante de eventos climáticos extremos, precisamos considerar não apenas o
impacto imediato sobre as plantas, mas também a capacidade de adaptação de todo
o sistema produtivo. A falta de água, o calor excessivo e as mudanças no regime
de chuvas podem dificultar o estabelecimento de novas mudas, aumentar a
necessidade de manejo e comprometer a produtividade. A intensidade desses
efeitos depende das condições de cada região e das características da
plantação”, explica Fernando Vincenti, sócio-fundador da Verthic, consultoria
socioambiental que já coordenou projetos de plantio de cacau junto à
comunidades indígenas na Amazônia.
Caso as condições climáticas afetem a
produtividade e a oferta de amêndoas, a cadeia produtiva também poderá
enfrentar pressão sobre os custos e os preços. Esse efeito, porém, depende de
outros fatores, como estoques, demanda internacional, produção de outros países
e condições de mercado.
Diante desse cenário, a preparação
para adversidades climáticas deve começar antes que os impactos se concretizem.
A escolha de espécies e variedades adequadas, o planejamento do plantio, o
manejo do solo e da água e o monitoramento das condições ambientais são medidas
que podem contribuir para tornar os sistemas produtivos mais resilientes.
Em projetos agroflorestais, por
exemplo, o planejamento da combinação entre espécies agrícolas e florestais
pode contribuir para diversificar a produção e favorecer o funcionamento do
ecossistema. Os resultados, entretanto, dependem do desenho do sistema, das
condições locais e do manejo adotado.
“Não existe uma solução única para
todos os territórios. Um projeto consistente exige conhecimento técnico,
experiência de campo e uma equipe capaz de compreender tanto as características
ambientais quanto a realidade social e econômica das comunidades envolvidas. É
preciso planejar, acompanhar os resultados e adaptar as estratégias conforme as
condições mudam”, afirma Vincenti.
É nessa abordagem interdisciplinar
que a Verthic estrutura sua atuação. Criada em 2011, a consultoria desenvolve
projetos socioambientais com profissionais e colaboradores de áreas como
engenharia florestal, agronomia, biologia, ecologia, antropologia e gestão
ambiental. Sua atuação inclui iniciativas de plantio de cacau, sistemas
agroflorestais, restauração e regeneração florestal e conservação territorial,
com atenção às particularidades de cada localidade e à autonomia das
comunidades.
Em períodos de maior instabilidade climática, projetos que integram planejamento produtivo, conservação ambiental e conhecimento do território podem ajudar a reduzir riscos e fortalecer a capacidade de adaptação dos produtores. Mais do que responder aos prejuízos depois que eles acontecem, a preparação antecipada é parte importante da construção de sistemas agrícolas capazes de atravessar períodos difíceis e manter suas atividades no longo prazo. Fonte: noticiasagricolas


























