alhos & bugalhos
Ex-prefeito de Ilhéus, Marão deve devolver R$ 1,5 milhão após decisão do TCU
Ex-prefeito
de Ilhéus não teria comprovado correta aplicação dos valores repassados pelo
governo federal
O ex-prefeito de Ilhéus (sul da Bahia) e pré-candidato a
deputado estadual, Mário Alexandre, mais conhecido como Marão (Avante),
foi condenado pelo Tribunal de Contas da União (TCU) a devolver o valor de R$ 1.589.000,
com acréscimo de juros e correção monetária.
Ele teve rejeitadas as contas da gestão relacionadas ao uso de recursos federais destinados a Ilhéus para ações emergenciais após as chuvas de abril de 2023. Naquele período, alagamentos deixaram mais de 400 pessoas desalojadas e desabrigada.
O Tribunal apontou falhas na prestação de contas e determinou a devolução do montante após o gestor ilheense não comprovar a correta aplicação dos valores repassados. O ex-prefeito não apresentou defesa ao TCU e foi condenado à revelia.
Multa
e prazo
Além disso, a Corte também aplicou multa de R$ 190 mil, autorizando a
cobrança judicial das dívidas caso não haja pagamento no prazo de 15 dias.
Na mesma decisão, o Tribunal determinou ao Banco do Brasil o
recolhimento de eventual saldo existente em conta específica da Prefeitura de
Ilhéus vinculada à transferência dos recursos.
A decisão também será comunicada à Procuradoria da República no Estado da Bahia
e ao Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional.
Quem é
Marão?
Mário Alexandre é um médico ortopedista e ex-prefeito de Ilhéus,
alvo de investigações da Polícia Federal (PF) pelos seguintes casos:
·
suposta corrupção;
·
lavagem de dinheiro;
·
e fraude em licitações.
Ele é suspeito de liderar um esquema que teria desviado recursos da saúde e educação, com contratos superiores a R$ 45 milhões.
Em 2026, ele vai concorrer a uma vaga na Assembleia Legislativa da Bahia
(Alba). Ele vai tentar manter o espaço atualmente ocupado pela esposa, a
deputada Soane Galvão (Avante), que vai abrir mão da reeleição em favor do
marido.
PREFEITURA DE COARACI ABRE INSCRIÇÕES EM CONCURSO PARA
MÉDICOS
A Prefeitura
de Coaraci, no sul da Bahia, está com inscrições abertas para o concurso
público que visa o preenchimento de 29 vagas para cargos de nível superior na
área de saúde. As oportunidades são para médicos de diferentes especialidades.
O salário pode chegar a R$ 6.685,70, mais benefícios e gratificações.
As vagas são para cardiologista, clínico geral, médico do trabalho, geriatra, ginecologista, neurologista, neuropediatra, pediatra, médico plantonista, psiquiatra, ultrassonografista e urologista. Os contratados terão que cumprir jornadas que variam de 20 a 40 horas semanais.
O prazo do concurso será de dois anos e
poderá ser renovado por igual período.
As inscrições
devem ser feitas pelo site www.objetivas.com.br até o dia 6 de maio. Os
candidatos terão que responder a questões de Língua Portuguesa, Conhecimentos
Gerais, Legislação e Conhecimentos Específicos. A taxa de inscrição é de R$
150,00. A prova objetiva do concurso será no dia 14 de junho. Será exigida
ainda prova de títulos para os aprovados na primeira etapa. Acesse aqui a página
do
Cupuaçu é o novo
‘chocolate sem cacau’, diz Diego Badaró, da quinta geração de produtores
baianos de cacau
Guloseima produzida por
empresa brasileira de orgânicos chega às receitas de chocolatier em Londres
O Globo - Os puristas
podem até ficar horrorizados — afinal, chocolate sem cacau não é chocolate.
como for, a guloseima feita à base de cupuaçu produzido pela brasileira Amma,
firma de um herdeiro da cultura de cacau na Bahia, parece uma barra de
chocolate, foi adotada pelo chocolatier Marc Demarquette e ganhou matéria no
“The Guardian”, que ensina a pronúncia: “coo-poo-asoo”.
A Amma, que se dedica a
produzir alimentos orgânicos, já ganhou uma série de prêmios internacionais com
seus chocolates, conforme o jornal inglês, que destaca ainda que a barra de
cupuaçu é um produto gourmet. Seu fundador é Diego Badaró, da quinta geração de
produtores baianos de cacau, que descreveu o produto como “uma combinação entre
frutas e a floresta”, explicando que por ser uma fruta tropica, o cupuaçu é
doce e ácido ao mesmo tempo. “A barra tem esta combinação, com notas de
amêndoas e terra.”
As duas plantas, cupuaçu e
cacau, são da mesma família, e os frutos passam por processamento similar. Nas
barras da Amma, a concentração de cupuaçu é de 80%.
Marc Demarquette não se
importa com a questão sobre o nome dado ao produto. “Sempre trabalho com
qualquer coisa saborosa”, disse ele ao “Guardian”. “Se é chocolate, ou doce, ou
confeito, vou deixar para os especialistas... Para mim, tem mais a ver com a
experimentação, a descoberta de coisas novas.”
De acordo com o
“Guardian”, Demarquette combina as barras do “chocolate” (de cupuaçu) com manteiga,
creme e mel. Daí, faz uma cobertura com chocolate (de cacau). “É mais difícil
trabalhar com as barras de cupuaçu que com o chocolate normal porque elas têm
muito mais gordura natural”, explicou os especialistas. “O alto teor de gordura
dá uma tendência a aflorar como uma cobertura branca que aparece na superfície.
Então a cobertura de chocolate dá um acabamento brilhante e adorável.”
Por sua vez, Diego Badaró
disse ao jornal inglês que sempre se interessou pelas espécies da família do
cacau. “Estou trabalhando num mapeamento, para entender todos os seus sabores.”
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