quarta-feira, 13 de maio de 2026

BAHIA: RUI PODE VIRAR O TRATOR DA CAMPANHA DE JERÔNIMO

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BAHIA: RUI PODE VIRAR O TRATOR DA CAMPANHA DE JERÔNIMO



Cresce no grupo governista o movimento para que Rui Costa assuma a coordenação geral da campanha de Jerônimo Rodrigues.

A avaliação é que Rui está 200% empenhado na disputa pelo Senado e aparece nas pesquisas como um dos principais puxadores de voto da base, atrás apenas de Lula.

Sem cargo e se obrigação de liturgia, Rui tem adotado um tom mais duro contra ACM Neto. 

A estratégia seria simples: Rui bate, compra o desgaste e tira Jerônimo da linha de frente das pancadas. Enquanto isso, o governador mantém uma postura mais moderada e institucional.os bastidores, aliados dizem que ele já ativou o “modo cavalo do cão”.

Em ano eleitoral, Rui empolgado costuma virar um animal eleitoral. E é exatamente esse papel que parte do governo quer ver em 2026.

Governo do Estado lança campanha “Nova Bahia”


Com o conceito *”Pra cada vida que muda, nasce uma nova Bahia”,* a campanha confirma que *a transformação da Bahia não se mede apenas por números ou obras, mas pela mudança concreta na vida das pessoas.* Assim, a “Nova Bahia” coloca o povo baiano no centro da narrativa: quem estuda em uma escola de tempo integral, quem acessa saúde mais perto de casa, quem tem apoio para produzir mais no campo e quem ganha mobilidade e tranquilidade com novos equipamentos públicos dá voz, rosto e emoção às mudanças em curso.

A comunicação *reforça a presença do Governo em toda a Bahia* e consolida *projetos que estavam em construção, * com desenvolvimento, inclusão social, infraestrutura, saúde, educação, agricultura, mobilidade, emprego e cuidado com as pessoas.

Segundo o Secretário de Comunicação do Governo, Marcus Di Flora: “_a campanha “Nova Bahia” fortalece a percepção pública de que o estado avança e inova de forma concreta e contínua, apresentando uma perspectiva de presente e futuro modernos para toda a população do estado._”Porque, em cada obra entregue, serviço ampliado e oportunidade criada, existe uma vida que muda. E, pra cada vida que muda, nasce uma nova Bahia. *

Mercado de cacau volta a acelerar com risco climático e pressão especulativa


O mercado internacional de cacau voltou a registrar forte volatilidade, com os contratos futuros em Nova York disparando diante de uma combinação de fatores climáticos e geopolíticos que reacenderam o apetite especulativo dos investidores. O contrato julho encerrou o pregão de ontem a US$ 4.709 por tonelada, com expressiva alta de US$ 527, alcançando o maior nível desde 21 de janeiro.

A sessão foi marcada por extrema volatilidade, com os preços oscilando entre a mínima de US$ 4.311 e a máxima de US$ 4.777, refletindo a sensibilidade do mercado diante da crescente percepção de risco sobre a oferta global.

O principal gatilho da movimentação voltou a ser o clima. As preocupações com a possível formação do fenômeno El Niño ganharam força após a Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA) estimar 61% de probabilidade de desenvolvimento do fenômeno entre maio e julho, com possibilidade de persistência até o fim do ano. O dado mais inquietante para o mercado é a estimativa de cerca de 25% de chance de ocorrência de um “Super El Niño”, cenário historicamente associado a eventos climáticos extremos.

No mercado de cacau, esse risco tem peso significativo. A África Ocidental, especialmente Costa do Marfim e Gana, responde por mais de 60% da produção global da commodity. Qualquer ameaça de irregularidade climática nessas origens rapidamente se traduz em prêmio de risco nos contratos futuros, especialmente em um momento em que o mercado vinha operando relativamente acomodado diante das expectativas de superávit para a próxima temporada.

Além do clima, o cenário geopolítico também adiciona tensão aos mercados globais. Apesar do cessar-fogo entre Estados Unidos e Irã, descrito pelo presidente norte-americano como estando em “estado crítico”, o ambiente ainda inspira cautela. O aumento da volatilidade no petróleo e a dificuldade dos mercados acionários em ignorar os riscos renovados no Oriente Médio ajudam a reforçar movimentos defensivos e elevam a sensibilidade dos fundos em commodities.

Os indicadores técnicos mostram um mercado em forte aceleração. O RSI (Índice de Força Relativa) do contrato julho já opera em 70%, nível tradicionalmente interpretado como zona de sobrecompra. Isso sugere que, embora o momentum siga positivo no curto prazo, a intensidade da alta pode abrir espaço para correções técnicas caso novos fundamentos não sustentem a escalada.

O volume negociado confirma a agressividade do movimento. Foram 31.729 negócios, totalizando 74.022 contratos, número robusto que evidencia forte participação especulativa. O interesse em aberto permaneceu praticamente estável em 193.752 contratos, indicando que parte relevante do movimento pode ter sido alimentada por recomposição de posições e cobertura de vendidos.

Os dados mais recentes do CFTC reforçam essa leitura. No período entre 28 de abril e 5 de maio, os fundos ampliaram suas apostas baixistas, vendendo 3.049 contratos adicionais, elevando a posição líquida vendida para 16.836 contratos. Esse posicionamento pode se tornar combustível adicional para novas altas, caso o mercado continue pressionado e force movimentos de short covering.

Do lado físico, os estoques certificados monitorados pela ICE nos portos dos Estados Unidos recuaram 2.209 sacas, para 2.663.997 sacas, uma queda modesta, mas que contribui marginalmente para a percepção de menor folga imediata na oferta disponível.

No processo de liquidação do contrato julho, houve ontem entrega física de 50 contratos pela StoneX, recebidos pela SocGen, elevando o acumulado para 625 contratos. Com o vencimento se aproximando, esses fluxos costumam atrair atenção adicional dos participantes.

No câmbio, o contrato futuro do real com vencimento em junho operava estável nesta manhã, próximo de R$ 4,92 por dólar, limitando, por ora, impactos adicionais sobre a formação de preços domésticos. Fonte: mercadodocacau

Nova lei define percentual mínimo de cacau nos chocolates 

 


Rótulos precisam seguir parâmetros de transparência

Chocola comercializados no Brasil terão de seguir percentuais mínimos de cacau na composição, previtesstos por lei. Além disso, os fabricantes precisarão informar, de forma clara, a quantidade do ingrediente nos rótulos dos produtos vendidos no país, sejam eles nacionais ou importados.

Lei nº 15.404/2026, que define critérios para a produção, classificação e rotulagem de produtos derivados de cacau no Brasil, está publicada na edição desta segunda-feira (11) do Diário Oficial da União. A norma entra passa a vigorar em 360 dias, período em que a indústria deverá se adaptar às novas exigências.

Um dos principais avanços previstos é a obrigatoriedade de informar nos rótulos o percentual total de cacau do produto. De acordo com a lei, a indicação deverá aparecer na parte frontal da embalagem, ocupando pelo menos 15% da área e com destaque suficiente para facilitar a leitura. 

A informação será apresentada no formato “Contém X% de cacau”, de acordo com os percentuais a seguir:

  • Cacau em pó: mínimo de 10% de manteiga de cacau;
  • Chocolate em pó: mínimo de 32% de sólidos totais de cacau;
  • Chocolate ao leite: no mínimo 25% de sólidos totais de cacau e 14% de sólidos totais de leite ou derivados;
  • Chocolate branco: no mínimo 20% de manteiga de cacau e 14% de sólidos totais de leite.
  • Achocolatado ou cobertura: mínimo de 15% de sólidos de cacau ou 15% de manteiga de cacau.

O texto também proíbe práticas que possam induzir o consumidor ao erro, como o uso de imagens, cores ou expressões que sugiram tratar-se de chocolate quando o produto não atende aos critérios estabelecidos.

Em caso de descumprimento das regras, os responsáveis estarão sujeitos às sanções previstas no Código de Defesa do Consumidor, além de outras penalidades sanitárias e legais cabíveis.

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terça-feira, 12 de maio de 2026

Novo Sistema Viário da BA-649, entre Ilhéus e Itabuna, tem o investimento de R$ 290 milhões

 

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Novo Sistema Viário da BA-649, entre Ilhéus e Itabuna, tem o investimento de R$ 290 milhões


Obras têm a previsão serem concluídas ainda neste primeiro semestre deste ano

Assim que estiver totalmente pronto, ainda no primeiro semestre deste ano, o Sistema Viário da BA-649, entre Ilhéus e Itabuna, se tornará um importante vetor para o desenvolvimento do turismo, principalmente para quem vai visitar as praias, e da agricultura, como a produção do Cacau, na região do Litoral Sul baiano. Um total de 8 obras quem vem sendo realizadas pelo Governo da Bahia, através da Secretaria de Infraestrutura do Estado (Seinfra), com um investimento de mais de R$ 290 milhões. São ações que contribuirão na melhoria do tráfego entre os municípios, além da atração de novos negócios no entorno.

Sobre a 1ª etapa das ações, a implantação dos 18 km da BA-649, incluindo duas faixas, ciclovia e acostamento, já está com 92% de execução. A construção das pontes 01 e 04 e do viaduto se encontram 98%, 99% e 95% concluídas, respectivamente. Para finalizar os trabalhos no viaduto, a Seinfra aguarda imissão na posse de área para executar o aterro de um dos encontros. Em relação as pontes 02 e 03, que correspondem a 2ª etapa da obra, ambas estão 70% executadas. Também fazendo parte do Sistema Viário, a duplicação de 2,3 km do acesso a Itabuna, na BA-963, que fica na margem esquerda do Rio Cachoeira, está 91% pronta. A implantação do trecho de 5,1 km do entroncamento da BA-693 até o acesso a Itabuna, na margem direita do Rio Cachoeira, se encontra 95% executada.

A rodovia em construção formará um binário com a BR-415, cuja conexão será feita através das quatro pontes e do viaduto que estão sendo implantados. A obra está sendo feita com pistas duplas em cada sentido, reduzindo o risco de colisões frontais e garantindo mais segurança para quem utiliza a rodovia. Ou seja, o trânsito na BA-649 será de Itabuna sentido Ilhéus e na BR-415 será no sentido oposto e as pontes funcionarão como retorno entre as duas rodovias.

Impasse no Oriente Médio reacende tensão global e leva cacau novamente às máximas de três meses


A escalada das tensões no Oriente Médio voltou a provocar forte reação nos mercados globais de commodities e impulsionou novamente os preços do cacau nesta segunda-feira. O impasse envolvendo Irã e Estados Unidos, que já se estende por 11 semanas, ampliou a aversão ao risco nos mercados financeiros e reacendeu preocupações com os custos logísticos e energéticos da cadeia global de alimentos.

O movimento ocorre após o Irã classificar como “totalmente inaceitável” a mais recente proposta apresentada pelos Estados Unidos, reduzindo as expectativas de um acordo no curto prazo. O cenário elevou a pressão sobre commodities agrícolas e energéticas, especialmente diante dos riscos envolvendo o Estreito de Ormuz, rota estratégica para o transporte mundial de petróleo e fertilizantes.

No mercado do cacau, os contratos futuros voltaram a registrar forte volatilidade. O contrato julho, que na sexta-feira chegou a operar abaixo de US$ 4.200 por tonelada, permanece próximo das máximas de três meses, sustentado principalmente pela redução das posições vendidas dos fundos e por fundamentos considerados ainda altistas.

Além do fator geopolítico, persistem preocupações com o clima na África Ocidental. As chuvas seguem irregulares em importantes regiões produtoras da Costa do Marfim e de Gana, enquanto o mercado monitora com atenção o risco de retorno do fenômeno El Niño nos próximos meses. A combinação entre instabilidade climática e custos crescentes de produção mantém elevada a percepção de risco para a oferta global de cacau.

As tensões no Oriente Médio também vêm pressionando os custos de energia, transporte marítimo e fertilizantes, fatores que impactam diretamente a estrutura de custos da cadeia agrícola global. O aumento das despesas logísticas preocupa principalmente países produtores africanos, que já enfrentam desafios financeiros e estruturais.

Em Gana, segundo maior produtor mundial de cacau, o governo pretende captar cerca de US$ 1 bilhão por meio de títulos domésticos para financiar as compras da safra 2026/27 e tentar reorganizar o setor diante das atuais dificuldades fiscais. O mercado acompanha o movimento como mais um indicativo das fragilidades financeiras enfrentadas pela cadeia produtiva africana após a forte volatilidade dos últimos anos.

Na sexta-feira, o contrato julho encerrou o pregão em US$ 4.182 por tonelada, com queda de US$ 245 no dia. A oscilação ficou entre a mínima de US$ 4.112 e a máxima de US$ 4.523. O número de negócios somou 28.484 operações, com volume total de 58.202 contratos. O interesse em aberto estimado apresentou queda de 1.498 contratos, totalizando 193.912 contratos em aberto.

Os estoques certificados monitorados pela ICE nos portos dos Estados Unidos recuaram 2.340 sacas, para 2.666.208 sacas. Já o relatório do CFTC apontou que, entre os dias 28 de abril e 5 de maio, os fundos aumentaram suas posições líquidas vendidas em 3.049 contratos, passando para uma posição líquida vendida de 16.836 contratos.

O mercado também segue acompanhando o encerramento das liquidações físicas referentes ao contrato maio, cujo acumulado soma 575 contratos, com encerramento previsto para quarta-feira, 13 de maio.

Do ponto de vista técnico, o RSI do contrato julho opera em 72%, indicando mercado próximo de região de sobrecompra. As principais resistências estão localizadas em US$ 4.550 e US$ 4.723 por tonelada, enquanto os suportes aparecem em US$ 3.800 e US$ 3.500.

No câmbio, o contrato futuro do real com vencimento em junho segue relativamente estável nesta manhã, negociado próximo de R$ 4,93 por dólar, movimento que limita oscilações mais intensas nos preços internos do cacau brasileiro.-. Fonte: mercadodocacau

“O Agente Secreto” vence oito Prêmios Platino, incluindo Melhor Filme Ibero-Americano e o prêmio de público de Melhor Ator para Wagner Moura



“O Agente Secreto” foi reconhecido pela principal premiação do cinema ibero-americano, o Prêmio Platino, realizado no Teatro Gran Tlachco, dentro do monumental Parque Xcaret. O longa de Kleber Mendonça Filho saiu vitorioso em oito categorias: Melhor Filme Ibero-Americano, Melhor Ator, Melhor Direção, Melhor Roteiro, Melhor Montagem (Eduardo Serrano e Mateus Farias), Melhor Direção de Arte (Thales Junqueira), Melhor Música Original (Tomaz Alves Souza e Mateus Alves) e o prêmio de público para Wagner Moura. Confira aqui a lista completa de prêmios do longa.

Em seu discurso pelo prêmio principal da noite, a produtora Emilie Lesclaux agradeceu “a todos os nossos colaboradores, aliados e distribuidores que fizeram este filme chegar a tantos países. Obrigado ao público. É um orgulho fazer parte desta comunidade audiovisual ibero-americana e foi maravilhoso estar aqui. Quero saudar também as produtoras e produtores dos outros filmes desta categoria. Muito obrigado.”

Ao conquistar o prêmio de Melhor Direção, Kleber Mendonça Filho defendeu que “todos nós estamos em um momento fantástico para contar histórias. É um momento onde a verdade está sempre sendo disputada e manipulada. De fato, é um momento de mentiras no mundo, e o cinema é um instrumento poderoso com histórias cheias de poesia, de aventura, histórias fantásticas e com a verdade do drama humano, das histórias de amor e afeto. A união de tudo isso é a melhor versão da expressão artística, com muita verdade e honestidade social, humana e política. Para todos os jovens roteiristas, muito obrigado.”

No Brasil, “O Agente Secreto” foi visto por 2,5 milhões de espectadores, e já está disponível no streaming. O longa é uma coprodução internacional, com produção da CinemaScópio, e tem como coprodutora a francesa MK2 Films, a alemã One Two Films e a holandesa Lemming. A distribuição no Brasil é realizada pela Vitrine Filmes e com patrocínio da Petrobras.

Lotofácil sorteou R$ 2 milhões nesta segunda-feira; confira resultado

 

Também foram sorteados os concursos de número 2.922 da Lotomania; 7.022 da Quina; 2.955 da Dupla-Sena e o 845 da Super Sete

O concurso 3682 da Lotofácil, realizado na noite desta segunda-feira, 11, sorteou um prêmio total de R$ 2 milhões. Além disso, a Caixa Econômica Federal sorteou os concursos de número 2.922 da Lotomania; 7.022 da Quina; 2.955 da Dupla-Sena e o 845 da Super Sete.

Os números foram anunciados às 21h no Espaço da Sorte, localizado na Avenida Paulista, em São Paulo.

 Confira os resultados:

Lotofácil

13 – 04 – 11 – 02 – 09 – 01 – 17 – 18 – 24 – 07 – 10 – 21 – 12 – 05 – 22.

Quina

50 – 30 – 38 – 47 – 68.

Lotomania

32 – 18 – 99 – 93 – 61 – 28 – 47 – 04 – 46 – 86 – 36 – 02 – 10 – 65 – 91 – 76 – 88 – 69 – 66 – 34.

 Dupla Sena

·         1º sorteio: 30 – 46 – 10 – 05 – 20 – 47;

·         2º sorteio: 11 – 39 – 03 – 29 – 32 – 33.

Super Sete

·         Coluna 1: 4;

·         Coluna 2: 2;

·         Coluna 3: 6;

·         Coluna 4: 8;

·         Coluna 5: 8;

·         Coluna 6: 4;

·         Coluna 7: 1.

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Publicação simultânea: correioitajuipense.blogspot.com – academiaalcooldeitajuipe.blogspot.com e correioitajuipensedenoticias.blogspot.com (Tribuna do Almada é notícias). “Vou Afiar a Agulha e Bater o Martelo! Ponto Final.

segunda-feira, 11 de maio de 2026

Isaquias Queiroz conquista a prata na Copa do Mundo de canoagem

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Isaquias Queiroz conquista a prata na Copa do Mundo de canoagem

 

Competição abre o Circuito Mundial e vale pontos para a classificação olímpica; Gabriel Assunção foi o sétimo colocado da bateria decisiva

Dono de cinco medalhas olímpicas, Isaquias Queiroz adicionou, neste sábado (9), mais uma conquista para a sua lista. O brasileiro foi medalha de prata na etapa da Hungria da Copa do Mundo de canoagem velocidade, na categoria C1 500m. Outro representante do país na final, Gabriel Assunção ficou no sétimo lugar

Isaquias fechou a prova em 1min44s73, atrás apenas de Ji Bownem. O chinês marcou o tempo de 1mim44s43. Quem fechou o pódio foi outro representante da China. Wu Shengyue garantiu o terceiro lugar com a marca de 1min45s25. Já Gabriel Assunção foi o sétimo colocado, de nove finalistas, ao terminar o percurso em 1min46s61.

A etapa da Hungria da Copa do Mundo abre o Circuito Mundial da canoagem. Logo, é a primeira que vale pontos na classificação para Los Angeles 2028. Ao longo deste ano, haverá mais duas etapas. Além disso, terá o Campeonato Mundial - marcado para agosto -, o campeonato mais importante da temporada.

A população de Itapitanga passou a contar oficialmente com o AMAR — 


Centro de Saúde Integrada, novo equipamento voltado ao atendimento humanizado e à ampliação dos serviços de saúde no município.

Durante a inauguração, a Prefeita Glis Dórea destacou que investir em saúde pública continua sendo uma das prioridades do município. “O AMAR nasce com o propósito de cuidar das pessoas com respeito, acolhimento e atenção humanizada. É um espaço A população de Itapitanga passou a contar oficialmente com o AMAR — Centro de Saúde Integrada, novo equipamento voltado ao atendimento humanizado e à ampliação dos serviços de saúde no município.

O espaço foi implantado com a proposta de oferecer estrutura adequada, acolhimento e acompanhamento especializado à população, fortalecendo a rede municipal de saúde e garantindo mais qualidade no atendimento.

Segundo a gestão municipal, o centro representa mais um compromisso do plano de governo colocado em prática, com foco no cuidado e na melhoria da qualidade de vida da população.

O AMAR contará com profissionais especializados e estrutura voltada ao atendimento integrado, buscando oferecer um ambiente mais acolhedor e eficiente para os pacientes.

Durante a inauguração pensado para atender quem mais precisa e fortalecer a saúde do nosso povo”.

A expectativa é que o novo centro contribua para ampliar o acesso aos serviços e fortalecer o atendimento no município. Do: ipolitica

Vale-transporte pode deixar de ser descontado do salário; veja projeto


Proposta quer acabar com cobrança de até 6% no salário de trabalhadores que usam transporte público

 

Uma proposta em análise na Câmara dos Deputados pode mudar a forma como milhões de brasileiros recebem o salário no fim do mês. O Projeto de Lei 4177/2025 prevê o fim do desconto de até 6% do vale-transporte

Se aprovado, o custo do deslocamento passaria a ser responsabilidade integral das empre sase do poder público.rte aplicado atualmente sobre os vencimentos dos trabalhadores.

O que mudaria para o trabalhador

Hoje, a legislação permite que empresas descontem até 6% do salário básico para custear parte do vale-transporte. Pela proposta apresentada pelo deputado Jilmar Tatto, essa cobrança deixaria de existir.

Na prática, o trabalhador passaria a receber o salário integral, sem o abatimento relacionado ao transporte público.

O projeto também muda a forma como o benefício é


 tratado, defendendo que o deslocamento deve ser encarado como um custo da atividade econômica e não como uma despesa compartilhada com o funcionário.

Regras atuais continuam valendo Apesar da repercussão em torno da proposta, nada muda imediatamente.

O projeto ainda tramita nas comissões da Câmara dos Deputados e não possui data definida para votação. Até que haja aprovação no Congresso e sanção presidencial, as

Debate se conecta à Tarifa Zero

A discussão sobre o fim do desconto do vale-transporte acontece em meio ao avanço de projetos ligados à chamada Tarifa Zero no transporte público.

Segundo a Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos (NTU), mais de 170 cidades brasileiras já possuem algum modelo de gratuidade no transporte coletivo.

Para compensar os custos da proposta, parlamentares  aplicativos de transporte, novos subsídios públicos e fundos específicos de mobilidade.

Empresas acompanham discussão com cautela

Especialistas apontam que o transporte ainda pesa significativamente no orçamento das famílias brasileiras, principalmente nos grandes centros urbanos.

Dados do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE) indicam que os gastos com deslocamento comprometem parte importante da renda dos trabalhadores de baixa renda.

Por outro lado, setores empresariais acompanham o avanço da proposta com preocupação, principalmente em áreas que concentram grande número de funcionários. A principal discussão envolve os impactos que a transferência total do custo pode gerar nas contratações e nos reajustes salariais futuros.

Agência Brasil completa 36 anos ampliando acesso com credibilidade

 

Celular, nem pensar. Computador, então, era um sonho em 1990. As novas tecnologias tornaram, com o passar do tempo, tudo cada vez mais veloz e com equipamentos menores. A Agência Brasil, veículo da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), nascida há exatos 36 anos, viu a responsabilidade se tornar maior a cada dia, conforme ressaltam pesquisadores em comunicação e entidades ligadas ao jornalismo profissional.

O antigo difusor de notícias de governo transformou-se em veículo público divulgador de materiais jornalísticos profissionais de utilização gratuita. Dos maiores aos menores órgãos de comunicação do Brasil, notícias e reportagens publicadas pela agência são replicadas diariamente em todo o país.

 Democratização

O veículo público teve um crescimento de 40% no percentual de acesso nos últimos dois anos, com ampliação da capilaridade e do alcance. O pesquisador destaca que a Agência Brasil presta informações relevantes de serviços públicos, como campanhas de vacinação, de educação, de inscrições para programas sociais, e também dos deveres do cidadão. O veículo tornou-se referência também na cobertura de economia ao tratar de temas do dia a dia da população.

Pedro Aguiar, que é pesquisador do tema das agências de notícias, entende que esse tipo de veículo é um investimento no desenvolvimento e não puramente na comunicação como um bem simbólico, que pode render frutos a curto prazo. Uma vacina, por exemplo, contra a desinformação.

“Tudo isso já é muito positivo, mas pode melhorar se a capilaridade dessa rede de apuração for aumentada. Qualquer agência de notícias é um investimento estratégico que um país pode fazer”, explicou.

Para o pesquisador, a melhor forma de conscientizar a sociedade sobre o papel do jornalismo da agência pública é reforçar a relevância da produção de conteúdos jornalísticos. "Isso a agência já faz e pode sempre melhorar”, destacou.

O professor cita ser necessário que o veículo tenha jornalistas correspondentes em todas as regiões e também fora do país.  “Estamos vivendo um cenário de guerras que tem uma cobertura midiática ainda dependente das estruturas do primeiro mundo. Se houvesse jornalistas no Oriente Médio e nos Estados Unidos, a mídia brasileira utilizaria os materiais”, pontua.

Ele contextualiza que a maior parte da mídia privada está sendo subfinanciada ou desfinanciada.  Para ele, essa situação aumenta o risco de a comunicação servir a interesses de oligopólios.

“Os cidadãos podem ficar mais à mercê desses grandes conglomerados tecnológicos e plataformas”, afirmou.

Pedro Aguiar ressalta que o Estado brasileiro manter investimento na Agência Brasil reforça o compromisso de democratização do acesso à informação. Ele avalia que as decisões da Argentina e do México de retirar financiamentos das agências públicas de notícias deixaram a população vulnerável.

Soberania

Pesquisador em comunicação pública, o professor Fernando de Oliveira Paulino, da Universidade de Brasília (UnB), defende que um país que pretende encontrar soberania e com população bem informada necessita de uma agência fortalecida nas atividades.

“Dessa maneira, é essencial que o trabalho desenvolvido pela agência seja reconhecido e com as condições necessárias”.

Para Paulino, que é também presidente da Associação Latino-Americana de Investigadores da Comunicação (Alaic), o veículo deve atuar diretamente relacionado aos princípios constitucionais de promoção da liberdade de expressão, da comunicação pública e do acesso à informação.

Jornalismo regional

Entidades representativas no país também defendem a força do papel da agência de notícias pública. Segundo o diretor de jornalismo da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), Moacyr de Oliveira Filho, em um país de dimensões continentais requer uma agência pública de notícias em um papel estratégico“Leva informação confiável para todas as regiões, fortalece o jornalismo regional e contribui para o combate à desinformação”, aponta.

Para o diretor da ABI, as pautas de interesse público abrem espaço, pluralidade e compromisso com a verdade. “Ao longo dessas décadas, a Agência Brasil construiu uma trajetória marcada pelo serviço público, pela credibilidade e pela valorização do jornalismo”, considera.

Ele destaca ainda que, em um país ainda marcado por desigualdades, como o Brasil, a agência ajuda a democratizar a informação e fortalecer o direito da sociedade de ser bem informada.

“O país deve defender a Agência Brasil porque presta um serviço público essencial. Seu conteúdo abastece veículos de comunicação em todo o país, especialmente os regionais e pequenos”, afirmou Oliveira Filho.

A presidente da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), Samira de Castro, acrescenta que o fortalecimento do veículo público proporciona transparência pública e pluralidade de vozes.

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