segunda-feira, 11 de maio de 2026

Isaquias Queiroz conquista a prata na Copa do Mundo de canoagem

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Isaquias Queiroz conquista a prata na Copa do Mundo de canoagem

 

Competição abre o Circuito Mundial e vale pontos para a classificação olímpica; Gabriel Assunção foi o sétimo colocado da bateria decisiva

Dono de cinco medalhas olímpicas, Isaquias Queiroz adicionou, neste sábado (9), mais uma conquista para a sua lista. O brasileiro foi medalha de prata na etapa da Hungria da Copa do Mundo de canoagem velocidade, na categoria C1 500m. Outro representante do país na final, Gabriel Assunção ficou no sétimo lugar

Isaquias fechou a prova em 1min44s73, atrás apenas de Ji Bownem. O chinês marcou o tempo de 1mim44s43. Quem fechou o pódio foi outro representante da China. Wu Shengyue garantiu o terceiro lugar com a marca de 1min45s25. Já Gabriel Assunção foi o sétimo colocado, de nove finalistas, ao terminar o percurso em 1min46s61.

A etapa da Hungria da Copa do Mundo abre o Circuito Mundial da canoagem. Logo, é a primeira que vale pontos na classificação para Los Angeles 2028. Ao longo deste ano, haverá mais duas etapas. Além disso, terá o Campeonato Mundial - marcado para agosto -, o campeonato mais importante da temporada.

A população de Itapitanga passou a contar oficialmente com o AMAR — 


Centro de Saúde Integrada, novo equipamento voltado ao atendimento humanizado e à ampliação dos serviços de saúde no município.

Durante a inauguração, a Prefeita Glis Dórea destacou que investir em saúde pública continua sendo uma das prioridades do município. “O AMAR nasce com o propósito de cuidar das pessoas com respeito, acolhimento e atenção humanizada. É um espaço A população de Itapitanga passou a contar oficialmente com o AMAR — Centro de Saúde Integrada, novo equipamento voltado ao atendimento humanizado e à ampliação dos serviços de saúde no município.

O espaço foi implantado com a proposta de oferecer estrutura adequada, acolhimento e acompanhamento especializado à população, fortalecendo a rede municipal de saúde e garantindo mais qualidade no atendimento.

Segundo a gestão municipal, o centro representa mais um compromisso do plano de governo colocado em prática, com foco no cuidado e na melhoria da qualidade de vida da população.

O AMAR contará com profissionais especializados e estrutura voltada ao atendimento integrado, buscando oferecer um ambiente mais acolhedor e eficiente para os pacientes.

Durante a inauguração pensado para atender quem mais precisa e fortalecer a saúde do nosso povo”.

A expectativa é que o novo centro contribua para ampliar o acesso aos serviços e fortalecer o atendimento no município. Do: ipolitica

Vale-transporte pode deixar de ser descontado do salário; veja projeto


Proposta quer acabar com cobrança de até 6% no salário de trabalhadores que usam transporte público

 

Uma proposta em análise na Câmara dos Deputados pode mudar a forma como milhões de brasileiros recebem o salário no fim do mês. O Projeto de Lei 4177/2025 prevê o fim do desconto de até 6% do vale-transporte

Se aprovado, o custo do deslocamento passaria a ser responsabilidade integral das empre sase do poder público.rte aplicado atualmente sobre os vencimentos dos trabalhadores.

O que mudaria para o trabalhador

Hoje, a legislação permite que empresas descontem até 6% do salário básico para custear parte do vale-transporte. Pela proposta apresentada pelo deputado Jilmar Tatto, essa cobrança deixaria de existir.

Na prática, o trabalhador passaria a receber o salário integral, sem o abatimento relacionado ao transporte público.

O projeto também muda a forma como o benefício é


 tratado, defendendo que o deslocamento deve ser encarado como um custo da atividade econômica e não como uma despesa compartilhada com o funcionário.

Regras atuais continuam valendo Apesar da repercussão em torno da proposta, nada muda imediatamente.

O projeto ainda tramita nas comissões da Câmara dos Deputados e não possui data definida para votação. Até que haja aprovação no Congresso e sanção presidencial, as

Debate se conecta à Tarifa Zero

A discussão sobre o fim do desconto do vale-transporte acontece em meio ao avanço de projetos ligados à chamada Tarifa Zero no transporte público.

Segundo a Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos (NTU), mais de 170 cidades brasileiras já possuem algum modelo de gratuidade no transporte coletivo.

Para compensar os custos da proposta, parlamentares  aplicativos de transporte, novos subsídios públicos e fundos específicos de mobilidade.

Empresas acompanham discussão com cautela

Especialistas apontam que o transporte ainda pesa significativamente no orçamento das famílias brasileiras, principalmente nos grandes centros urbanos.

Dados do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE) indicam que os gastos com deslocamento comprometem parte importante da renda dos trabalhadores de baixa renda.

Por outro lado, setores empresariais acompanham o avanço da proposta com preocupação, principalmente em áreas que concentram grande número de funcionários. A principal discussão envolve os impactos que a transferência total do custo pode gerar nas contratações e nos reajustes salariais futuros.

Agência Brasil completa 36 anos ampliando acesso com credibilidade

 

Celular, nem pensar. Computador, então, era um sonho em 1990. As novas tecnologias tornaram, com o passar do tempo, tudo cada vez mais veloz e com equipamentos menores. A Agência Brasil, veículo da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), nascida há exatos 36 anos, viu a responsabilidade se tornar maior a cada dia, conforme ressaltam pesquisadores em comunicação e entidades ligadas ao jornalismo profissional.

O antigo difusor de notícias de governo transformou-se em veículo público divulgador de materiais jornalísticos profissionais de utilização gratuita. Dos maiores aos menores órgãos de comunicação do Brasil, notícias e reportagens publicadas pela agência são replicadas diariamente em todo o país.

 Democratização

O veículo público teve um crescimento de 40% no percentual de acesso nos últimos dois anos, com ampliação da capilaridade e do alcance. O pesquisador destaca que a Agência Brasil presta informações relevantes de serviços públicos, como campanhas de vacinação, de educação, de inscrições para programas sociais, e também dos deveres do cidadão. O veículo tornou-se referência também na cobertura de economia ao tratar de temas do dia a dia da população.

Pedro Aguiar, que é pesquisador do tema das agências de notícias, entende que esse tipo de veículo é um investimento no desenvolvimento e não puramente na comunicação como um bem simbólico, que pode render frutos a curto prazo. Uma vacina, por exemplo, contra a desinformação.

“Tudo isso já é muito positivo, mas pode melhorar se a capilaridade dessa rede de apuração for aumentada. Qualquer agência de notícias é um investimento estratégico que um país pode fazer”, explicou.

Para o pesquisador, a melhor forma de conscientizar a sociedade sobre o papel do jornalismo da agência pública é reforçar a relevância da produção de conteúdos jornalísticos. "Isso a agência já faz e pode sempre melhorar”, destacou.

O professor cita ser necessário que o veículo tenha jornalistas correspondentes em todas as regiões e também fora do país.  “Estamos vivendo um cenário de guerras que tem uma cobertura midiática ainda dependente das estruturas do primeiro mundo. Se houvesse jornalistas no Oriente Médio e nos Estados Unidos, a mídia brasileira utilizaria os materiais”, pontua.

Ele contextualiza que a maior parte da mídia privada está sendo subfinanciada ou desfinanciada.  Para ele, essa situação aumenta o risco de a comunicação servir a interesses de oligopólios.

“Os cidadãos podem ficar mais à mercê desses grandes conglomerados tecnológicos e plataformas”, afirmou.

Pedro Aguiar ressalta que o Estado brasileiro manter investimento na Agência Brasil reforça o compromisso de democratização do acesso à informação. Ele avalia que as decisões da Argentina e do México de retirar financiamentos das agências públicas de notícias deixaram a população vulnerável.

Soberania

Pesquisador em comunicação pública, o professor Fernando de Oliveira Paulino, da Universidade de Brasília (UnB), defende que um país que pretende encontrar soberania e com população bem informada necessita de uma agência fortalecida nas atividades.

“Dessa maneira, é essencial que o trabalho desenvolvido pela agência seja reconhecido e com as condições necessárias”.

Para Paulino, que é também presidente da Associação Latino-Americana de Investigadores da Comunicação (Alaic), o veículo deve atuar diretamente relacionado aos princípios constitucionais de promoção da liberdade de expressão, da comunicação pública e do acesso à informação.

Jornalismo regional

Entidades representativas no país também defendem a força do papel da agência de notícias pública. Segundo o diretor de jornalismo da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), Moacyr de Oliveira Filho, em um país de dimensões continentais requer uma agência pública de notícias em um papel estratégico“Leva informação confiável para todas as regiões, fortalece o jornalismo regional e contribui para o combate à desinformação”, aponta.

Para o diretor da ABI, as pautas de interesse público abrem espaço, pluralidade e compromisso com a verdade. “Ao longo dessas décadas, a Agência Brasil construiu uma trajetória marcada pelo serviço público, pela credibilidade e pela valorização do jornalismo”, considera.

Ele destaca ainda que, em um país ainda marcado por desigualdades, como o Brasil, a agência ajuda a democratizar a informação e fortalecer o direito da sociedade de ser bem informada.

“O país deve defender a Agência Brasil porque presta um serviço público essencial. Seu conteúdo abastece veículos de comunicação em todo o país, especialmente os regionais e pequenos”, afirmou Oliveira Filho.

A presidente da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), Samira de Castro, acrescenta que o fortalecimento do veículo público proporciona transparência pública e pluralidade de vozes.

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domingo, 10 de maio de 2026

CONCURSO PÚBLICO DA CEPLAC DEVERÁ OFERECER 210 VAGAS E ATÉ R$ 7,7 MIL DE SALÁRIO; SAIBA MAIS

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CONCURSO PÚBLICO DA CEPLAC DEVERÁ OFERECER 210 VAGAS E ATÉ R$ 7,7 MIL DE SALÁRIO; SAIBA MAIS


O Ministério da Agricultura confirmou o envio do pedido de concurso público com previsão de 210 vagas na área de Ciência e Tecnologia para a Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac). A solicitação foi encaminhada ao Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI). A Ceplac completará 70 anos em 2027.

A solicitação ocorre em um momento de virada institucional da Ceplac, avalia a direção-geral do órgão, e em um cenário de recuperação dos preços do cacau na Bolsa de Nova York, nos últimos dias, que reforça novamente a relevância da commodity no mercado internacional.

O último concurso da Ceplac ocorreu há quase 40 anos. Para a direção-geral, o foco com o concurso é “garantir que o país continue avançando em pesquisa, inovação, assistência técnica e sustentabilidade, oferecendo suporte aos produtores e fortalecendo toda a cadeia do cacau”.

Na solicitação, o concurso está assim estruturado em relação às vagas e aos salários, conforme apurou o PIMENTA:

Analista em Ciência e Tecnologia: 38 vagas — Superior — R$        7.710,83
• Pesquisador: 53 vagas — Superior — R$ 7.710,83
• Tecnologista: 22 vagas — Superior — R$ 7.710,83
• Assistente em Ciência e Tecnologia: 97 vagas — Médio — 3.170,467

 

Produção de chocolate artesanal em assentmento da Bahia e fortalece e cria oportunidade para jovens

 


No município de Arataca, no Sul da Bahia, a produção de chocolate artesanal em um assentamento rural vem ganhando destaque como exemplo de geração de renda, fortalecimento da agricultura familiar e valorização do cacau regional. A iniciativa reúne produção agrícola, agroindustrialização e capacitação técnica em um modelo que busca ampliar oportunidades econômicas e estimular a permanência das famílias no campo.

O projeto surgiu a partir de políticas públicas voltadas à reforma agrária e ao desenvolvimento rural sustentável, organizando famílias assentadas em um sistema coletivo de produção e beneficiamento do cacau.

Além de agregar valor à matéria-prima produzida na região, a proposta também vem contribuindo para criar novas perspectivas para jovens da comunidade, que passaram a encontrar no próprio território oportunidades de formação profissional e inserção no mercado de trabalho.

Um dos marcos mais importantes da iniciativa ocorreu em 2018, com a implantação da chamada Fábrica-Escola. O espaço passou a funcionar como ambiente de aprendizado prático para estudantes do curso técnico em agroindústria, permitindo acompanhamento direto de todas as etapas da cadeia produtiva do chocolate, desde o processamento das amêndoas até a fabricação final dos produtos.

A estrutura possibilita que os estudantes desenvolvam conhecimentos técnicos ligados à fermentação, secagem, processamento, manipulação e comercialização, fortalecendo a formação profissional voltada à agroindústria do cacau.

Nos últimos anos, o empreendimento ampliou sua capacidade produtiva, diversificou o portfólio e passou a alcançar novos mercados consumidores. Em 2026, a marca passou por um reposicionamento estratégico, reforçando a identidade ligada à sustentabilidade, origem e aproveitamento integral do cacau.

Além das tradicionais barras de chocolate artesanal, a iniciativa passou a investir também em novos derivados, como trufas, licor de cacau e chá produzido a partir da película do fruto, ampliando as possibilidades de agregação de valor e aproveitamento dos subprodutos.

A proposta acompanha uma tendência crescente no setor cacaueiro brasileiro, especialmente no Sul da Bahia, onde pequenos produtores e cooperativas têm buscado maior participação na industrialização e comercialização de chocolates de origem.

Fonte: mercadodocacau

Conselheiros suspendem uso de nova

identidade visual pela Prefeitura de Ilhéus


Os conselheiros que compõem a 2ª Câmara do Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia, na sessão desta quarta-feira (06/05), ratificaram a medida cautelar concedida pelo conselheiro Plínio Carneiro Filho e determinaram que o prefeito de Ilhéus, Valderico Luiz dos Reis Júnior, se abstenha de utilizar a identidade visual adotada pela gestão municipal em substituição ao brasão oficial do município. A decisão foi tomada no âmbito da denúncia apresentada por Vinícius Rodrigues de Alcântara Silva, que apontou supostas irregularidades no uso de logomarca criada pela atual administração, com predominância da cor azul, em desacordo com a Lei Orgânica Municipal.

Com isso, a medida cautelar determinou a suspensão imediata do uso da nova identidade visual nos meios digitais e concedeu prazo de 90 dias para regularização nos meios físicos, com a adoção do brasão oficial e das cores legalmente estabelecidas em toda a identidade visual da administração municipal.

Segundo a denúncia, a prefeitura passou a utilizar uma nova logomarca em documentos oficiais, impressos institucionais, redes sociais, fachadas de prédios públicos, placas de obras e demais meios de comunicação, substituindo o brasão oficial e adotando cores diferentes daquelas previstas no artigo 9º da Lei Orgânica do município, que estabelece como cores oficiais do município o vermelho, o amarelo e o verde, presentes na bandeira municipal. Também foi apontada a utilização da nova identidade visual em documentos de caráter solene, como mensagens de veto e projetos de lei, além da previsão de gastos estimados em R$14 milhões para a confecção de materiais gráficos como chaveiros, canetas e bonés personalizados com uso do novo símbolo.

Na defesa apresentada, o gestor alegou que a cor azul não seria predominante na composição da logomarca e sustentou que não houve substituição integral do símbolo oficial. Também argumentou que a suspensão imediata poderia gerar prejuízo ao erário e comprometer a continuidade dos serviços públicos, diante dos investimentos já realizados com a nova identidade visual.

Ao analisar o processo, o conselheiro-relator Plínio Carneiro Filho concluiu que havia elementos suficientes para comprovar, em análise preliminar, a irregularidade no uso da logomarca, especialmente pela ausência de autorização legal, pela utilização em documentos oficiais e pela predominância de cores não previstas na legislação municipal (azul e branca). Destacou ainda que o uso de símbolos institucionais deve observar rigorosamente os princípios da administração pública, evitando desvio de finalidade e promoção pessoal de gestores.

Moraes suspende aplicação da Lei da Dosimetria até decisão do


O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, suspendeu neste sábado (9) a aplicação da Lei da Dosimetria em pedidos relacionados aos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023.

O ministro, que foi sorteado para ser relator de ações que questionam a validade da Lei da Dosimetria, decidiu que a suspensão terá validade até que a Corte julgue as ações contrárias à legislação.

Moraes firmou o entendimento ao analisar o caso de Nara Faustino de Menezes, condenada por participação nos atos de 8 de janeiro e que queria a aplicação da Lei 15.402/2026 promulgada ontem (8), após o Congresso derrubar o veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

A legislação tornada válida pelos congressistas estabelece a redução das penas de condenados pelo 8 de janeiro.

Moraes argumentou que não poderia começar a julgar os pedidos de redução das penas com base na nova lei, uma vez que existem ações tramitando no STF que questionam a validade do texto.

A pena menor para os condenados é questionada por duas Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADIs): a 7966 e 7967, que foram ajuizadas na sexta-feira (8) pela Associação Brasileira de Imprensa (ABI) e pela federação partidária PSOL-Rede.

“A superveniência de interposição de ação direta de inconstitucionalidade e, consequentemente a pendência de julgamento em controle concentrado de constitucionalidade, configura fato processual novo e relevante, que poderá influenciar no julgamento dos pedidos realizados pela Defesa, recomendando a suspensão da aplicação da lei, por segurança jurídica, até definição da controvérsia pelo SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL”, escreveu.

O ministro determinou ainda que a execução penal deverá prosseguir integralmente, mantidas todas as medidas anteriormente determinadas.

Na sexta-feira, Moraes concedeu o prazo de cinco dias para que a Presidência da República e o Congresso Nacional se manifestem sobre a Lei da Dosimetria.


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