A janela atual é voltada exclusivamente para quem está no
último ano de mandato e pretende concorrer à reeleição ou a novos cargos em
outubro:
·
Podem trocar: Deputados Federais, Estaduais e Distritais.
·
Não podem (pela janela): Vereadores (que estão no meio do
mandato e só terão janela própria em 2028) e Senadores (eleitos pelo sistema
majoritário, o que permite a troca a qualquer momento, embora a fidelidade
partidária seja um tema de debate jurídico constante).
Datas
decisivas no calendário eleitoral
O fechamento da
janela em 3 de abril coincide com o prazo de seis meses antes da eleição,
período em que todo candidato precisa estar com a filiação partidária e o
domicílio eleitoral regularizados.
Confira as datas até a realização do segundo turno em todo o país (se houver):
·
5 de março - Início da Janela Partidária.
·
3 de abril - Fim da Janela Partidária.
·
4 de abril - Prazo final para filiação partidária de quem vai
concorrer em 2026.
·
4 de outubro - 1º Turno das Eleições 2026.
·
25 de outubro - 2º Turno (onde houver).
As trocas
realizadas até o início de abril alteram o tamanho das bancadas no Congresso e
nas Assembleias, o que impacta diretamente na distribuição do Fundo Partidário,
no tempo de propaganda no rádio e na TV, e no peso das negociações para as
coligações majoritárias.
Com apoio da
UPB, MPBA, TCM e TCE assinam nota conjunta com orientações para contratações do
São João na Bahia
A
União dos Municípios da Bahia (UPB) acompanhou, nesta segunda-feira (2), a
assinatura da nota técnica com orientações aos municípios baianos sobre as
contratações artísticas e demais despesas relacionadas aos festejos de São
João. O documento, elaborado pelo Ministério Público do Estado da Bahia, pelo
Tribunal de Contas do Estado da Bahia (TCE) e pelo Tribunal de Contas dos
Municípios do Estado da Bahia (TCM), a pedido da UPB, sugere a adoção de
critérios para conter a elevação dos gastos públicos com as festas, preservando
a autonomia municipal e conferindo mais segurança jurídica aos gestores. Entre
os parâmetros, o documento sugere que nenhum município gaste mais do que o
valor investido no ano anterior, acrescido da inflação medida pelo IPCA, mesmo
critério utilizado para a contratação de artistas.
No ato,
realizado na sede do Ministério Público, em Salvador, o presidente da UPB,
Wilson Cardoso, agradeceu o apoio dos órgãos de controle na busca de uma
solução conjunta para o drama vivido pelos prefeitos com os aumentos excessivos
nos cachês das bandas. O gestor ressaltou que a iniciativa conta com a adesão
dos 417 municípios baianos e uniu o Nordeste. “Hoje, a gente chega a este
momento com uma adesão muito forte de todas as associações de municípios do Nordeste.
Isso fortalece nossa cultura regional, valorizando os artistas locais. Existe
uma satisfação dos prefeitos nessa parceria com o MP, TCM e TCE, e essa nota
técnica será seguida à risca pelos 417 municípios. Estamos trabalhando para que
a Bahia tenha festa boa e com responsabilidade com o dinheiro público”, afirmou
o presidente da UPB.
O
procurador-geral de Justiça do Estado da Bahia, Pedro Maia, destacou o
ineditismo da iniciativa, elogiou a postura dos prefeitos em buscar o apoio dos
órgãos de controle e afirmou que a Bahia dá exemplo ao Brasil e traz consigo os
municípios de todo o Nordeste para que os investimentos nas festividades
juninas aconteçam de forma planejada, equilibrada e sem comprometer a saúde
financeira das prefeituras. “É importante que o cidadão compreenda que gerir o
município é fazer escolhas, e os prefeitos da Bahia fazem uma escolha pela
austeridade, pelo bom destino do gasto público, sem abrir mão daquela que é a
maior tradição da Bahia e do Nordeste, que é o São João”, pontuou.
Para o
presidente do TCE, Gildásio Penedo, a nota não teve o objetivo de criar
obstáculos para a realização dos festejos, mas sim fortalecer a transparência,
a responsabilidade fiscal e a segurança jurídica nas contratações realizadas
pelas prefeituras. “Nós temos a noção exata da importância dessas atividades na
vida cultural, econômica e social dos municípios baianos. Não há, por parte dos
órgãos de controle, nenhuma pretensão de obstaculizar a realização desse tipo
de evento”, reforçou.
Durante o ato,
também foi lançada a cartilha informativa, fruto dessa nota técnica. O
documento reúne, de maneira didática, as diretrizes técnicas e os parâmetros
legais. Responsável pela elaboração da cartilha, juntamente com uma comissão
técnica dos órgãos de controle, a promotora Rita Tourinho adiantou o conteúdo
que os gestores vão encontrar no documento. “Foi feito um estudo por esses
entes e se chegou, então, a um cálculo de valores. Como é que vai ser feito
esse cálculo? Qual é a sugestão do Ministério Público? Quais são as diretrizes
orientativas? Primeiro, que se tome como parâmetro, para os valores pagos em
2026, aqueles que foram pagos durante a festividade junina de 2025. Qual
período seria esse? De 1º de maio de 2025 a 31 de julho de 2025”, informou.

A Secretaria da Educação do Estado da
Bahia (SEC) publicou, nesta quinta-feira (5), no Diário Oficial do Estado, o
segundo edital de convocação SEC/SUDEPE nº 13/2025 chamando mais 146 candidatos
aprovados no Processo Seletivo Simplificado para a função de professor da
Educação Básica. Estes e demais profissionais que ainda serão convocados
atuarão nas unidades escolares da rede estadual, sob o Regime Especial de
Direito Administrativo (REDA), com duração de 36 meses, podendo ser prorrogado
por igual período, com carga horária de 20 horas semanais para todas as
funções.
Os candidatos convocados deverão
encaminhar, a partir desta sexta-feira (6) até 19 de março, os documentos
digitalizados para o correio eletrônico ingressocpm.sec@enova.educacao.ba.gov.br, para
análise preliminar a ser realizada pela Coordenação de Provimento e
Movimentação (CPM). Entre os documentos que deverão ser apresentados estão o
diploma de conclusão do curso exigido para a função, documentos pessoais (RG e
CPF), comprovante de residência, declaração de não acúmulo de cargos e
certidões negativas.
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O fim da carreira das caçadoras de velório
Inês, Geni e Mirta eram três jovens casadas que não
conheciam a tristeza quando estavam juntas. Só que para justificarem tantos
encontros, tinham que inventar os mais diversos programas. Gostavam tanto de se
ver que ir ao velório era uma das opções de diversão.Aproveitavam
sempre as melhores partes: reencontro de parentes que nunca encontravam datas
para se verem — só a morte mesmo para dar um jeito – as brincadeiras da
molecada que ficava alheia a tudo – sem entender, nem dar importância aos
prantos. E para despistar, além de conferir se o morto tinha ficado bonito, com
o semblante sereno ou se havia inchado.
Na maioria das vezes, pegavam a ficha do finado ao
ouvir os comentários comuns nessas ocasiões – saíam com a causa mortis, vícios,
arrependimentos na velhice ou as tragédias que não deram tempo de chegarem lá.
Assim o trio morbidamente se divertia, passava tardes e mais tardes em velórios
de desconhecidos, dos conhecidos não tinha graça nenhuma.
Gostavam da movimentação, de ouvir as histórias e
até piadas que depois de um tempo de velório eram contadas. Se a morte não
tivesse sido trágica, tinham espaço. E ninguém desconfiava daquelas jovens
senhoras caçadoras de velórios. Até porque tinha uma regra de ouro: evitar ao
máximo os comentários, só eram permitidos quando estavam à caminho de casa.
Na volta, saíam os comentários mais aleatórios. No
final, concluíam – velório era cultura. De vez em quando recitavam poemas para
o morto, contavam sobre viagens, elas descobriam capitais e países longínquos,
viajavam nos relatos. Também conheciam doenças das quais nunca tinham ouvido
falar. Era uma aula.
Um belo dia, Inês, a mais espivitada delas, acabou
com toda diversão. Geni comentou um detalhe do morto na cabeça.
·
Nossa, olha só quantos pontos,
pontões na cabeça, né?, perguntou Geni.
·
Claro que é na cabeça, se fosse
no **** não veríamos, respondeu Inês.
Sem respostas para o palavriado da amiga em momento
muito inoportuno, Geni e Marta saíram de fininho sem nem olhar pra trás. E o
que Inês fez?
Disparou um riso que invadiu todo velório. Mirta e
Geni se seguraram e logo que olharam para a amiga viram Inês dar socos primeiro
na parede, depois no caixão. Era uma daquelas crises de riso. Quando acharam
que já estava de bom tamanho, o riso se tornou líquido, Inês fez xixi perna
abaixo.
Mirta e Geni fingiram que nunca haviam visto Inês e
saíram de fininho. Só encontraram com a amiga no dia seguinte – a qual teve que
explicar o que havia acontecido. Claro que mentiu, falou que tinha estudado com
o morto há anos e que se lembrou de um causo muito engraçado entre os dois, que
na verdade o riso era dor de tão nervosa que estava. Teve que ajudar a limpar
tudo e ficar até o sepultamento. Inventou centenas de histórias e para o
palavrão disse que fazia parte do tal causo. Como já tinha ouvido muito sobre o
morto naquele dia, falar do que ele gostava ficou fácil, o que convenceu todo pessoal.
Assim estava encerrada a carreira de caça-defuntos
das três que por uns dez anos disparavam a rir quando viam um velório só de
lembrar do acontecido. Era melhor nem arriscar de ir.
Charge do Dia
Priskas Eras
O saudoso Adonias Filho
Publicação simultânea: correioitajuipense.blogspot.com –
academiaalcooldeitajuipe.blogspot.com e correioitajuipensedenoticias.blogspot.com
(Tribuna do Almada é notícias). “Vou
Afiar a Agulha e Bater o Martelo! Ponto.
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