quarta-feira, 12 de fevereiro de 2025

Jerônimo garante que piso dos professores será pago até março

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CAMPUS DO IF BAIANO DE URUÇUCA OFERECE VAGAS REMANESCENTES EM CURSOS TÉCNICOS


O Instituto Federal Baiano (IF Baiano) publicou editais de vagas remanescentes em cursos técnicos subsequentes ao ensino médio oferecidos presencialmente nos campi de Uruçuca, Governador Mangabeira, Senhor do Bonfim e Santa Inês. O período de inscrição varia conforme o campus e cursos ofertados.

Para o campus de Uruçuca, na modalidade presencial, há vagas remanescentes nos cursos subsequentes ao ensino médio de Agrimensura (21 vagas), Agropecuária (5) e Alimentos (21). As inscrições podem ser feitas até o dia 10 de março. Nos cursos técnicos integrados ao ensino médio, são 51 vagas, das quais 25 para Guia de Turismo e 26 para Informática. O candidato deve se inscrever até o dia 24 de março.

Em Senhor do Bonfim, são 31 vagas remanescentes nos cursos técnicos subsequentes ao ensino médio, na modalidade presencial, em Agrimensura (16 vagas) e Informática (15 vagas). As inscrições podem ser feitas até o dia 21 de fevereiro.

Para o campus de Governador Mangabeira, são 119 vagas nos cursos técnicos subsequentes em Agropecuária (29), Alimentos (28) e Manutenção e Suporte em Informática (62). As inscrições podem ser feitas até o dia 27 de fevereiro.

No campus de Santa Inês são 72 vagas nos cursos de técnicos em Agropecuária (24), Alimentos (37), Informática (11), além de lista de espera em Técnico em Zootecnia. Os candidatos têm até o dia 7 de abril para fazer a inscrição. Para todos os campi, as inscrições devem ser feitas das 8 às 12 e das 13 às 16h, de segunda a sexta-feira.

Jerônimo garante que piso dos professores será pago até março



O anúncio do pagamento do piso foi feito pelo governador na última segunda-feira, 10, em seu podcast semanal

Durante a entrega de 10 novos leitos de UTI com perfil cardiovascular no Hospital Ana Nery, nesta quarta-feira, 12, o governador Jerônimo Rodrigues garantiu que o piso nacional dos professores na Bahia será pago até março, de forma retroativa.

 

“Eu anunciei com a secretária Rowenna Brito que nós vamos cumprir o prazo, estamos nos últimos detalhes com a APLB para a gente fazer os ajustes inclusives do formato. Esse piso é vencimento, não é gratificação, ele passa a estar no contracheque e não volta atrás. Espero que no máximo em março a gente possa já estar pagando, inclusive o retroativo a data que é estabelecida por lei”, afirmou o governador.

O anúncio do pagamento do piso foi feito por Jerônimo na última segunda-feira, 10, em seu podcast semanal. Com o reajuste, o salário dos magistrados não pode ser menor do que R$ 4.877, 78.

Ponte Salvador-Itaparica: construção custará mais de R$ 10 bilhões


Valor do novo contrato foi aprovado pelo TCE nesta terça

Tribunal de Contas do Estado da Bahia (TCE-BA) aprovou em sessão plenária, nesta terça-feira, 11, aprovou por unanimidade a proposta de mediação dos impasses entre o Governo do Estado e a Concessionária Ponte Salvador-Itaparica para a elaboração em torno contrato para a construção da ponte.

A proposta, que atualiza o valor global do contrato de R$ 7 bilhões para R$ 10,42 bilhões, foi aprovada por unanimidade, após os votos favoráveis dos sete conselheiros do TCE.

O novo preço da ponte fica consideravelmente abaixo dos R$ 13 bilhões que estavam sendo pedidos pelo consórcio logo após o período pandêmico. Na avaliação da administração estadual, a redução do valor só foi possível graças à mediação do TCE.

Com a aprovação do acordo, o governo de Jerônimo Rodrigues (PT) pretende assinar, nas próximas semanas, o termo aditivo que permitirá o início das obras na Baía de Todos-os-Santos.

O voto do relator foi acompanhado pelos demais conselheiros Antônio Honorato, João Bonfim, Carolina Matos, Gildásio Penedo e Inaldo Araújo, dando sinal verde para que o governo da Bahia e o consórcio chinês deem mais um passo para a construção da Ponte Salvador-Itaparica.

Sessão do TCE

A sessão iniciou com a exposição da proposta e voto do relator e presidente do TCE-BA, conselheiro Marcus Presidio, que acatou o texto da Comissão de Consensualismo. Em ordem, votaram junto ao relator os conselheiros: Antônio Honorato, João Bonfim, Carolina Matos, Gildásio Penedo e Inaldo Araújo.

 Presídio pontuou que o contrato necessitou ser revisto em função dos impactos da pandemia da covid-19 a partir de 2020.

“A radical alteração do cenário econômico, após a pandemia, afetou financeiramente o contrato, pois provocou o aumento extraordinário e significativo nos preços da construção civil e dos materiais siderúrgicos, da taxa básica de juros e, por consequência, do custo de oportunidades do capital investido”, disse.

Após as tratativas, o presidente do TCE-BA colocou as seguintes propostas

- Elevação do aporte público total para R$ 5,07 bilhões na data base de agosto de 2024

- Alteração na contraprestação anual para R$ 371 milhões nos primeiros dez anos de operação plena e de R$ 170 milhões no período seguinte

- Atualização do valor do contrato

- Extensão do cronograma de execução das obras de cinco para seis anos

- Redução do prazo de operação efetiva de 30 para 29 anos

Em sua fala, o Conselheiro João Bonfim destacou que a proposta visa garantir a flexibilidade e constante reavaliação do contrato em sua longevidade. “Todas essas soluções, visam promover o consensialismo, a eficiência e o pluralismo na solução dos termos controvertidos ma contratação examinada, sem deixar de atender à finalidade maior de uma contratação como essa, que é o desenvolvimento do estado e o bem-estar da população”.

Descoberta suíça promete revolucionar produção de chocolate com cacau inteiro e sem açúcar


 


Cientistas de alimentos na Suíça descobriram uma maneira de fazer chocolate usando todo o fruto do cacau, em vez de apenas os grãos, e sem usar açúcar.

O chocolate, desenvolvido no renomado Instituto Federal de Tecnologia de Zurique pelo cientista Kim Mishra e sua equipe, inclui a polpa do fruto do cacau, o sumo e a casca, ou endocarpo.

O processo já chamou a atenção de empresas de alimentos sustentáveis. Elas dizem que a produção tradicional de chocolate, usando apenas os grãos, envolve deixar o restante do fruto do cacau — do tamanho de uma abóbora e repleto de valor nutritivo — apodrecendo nos campos.

O segredo para o novo chocolate está em seu sumo bastante doce, que tem um gosto "bem frutado, um pouco como o abacaxi", explica Mishra.

Esse sumo, que tem 14% de açúcar, é destilado para formar um xarope altamente concentrado, combinado com a polpa — e, na sequência, misturado com a casca seca, ou endocarpo, para formar um gel de cacau bem doce, levando a sustentabilidade a um novo patamar.

Este gel, quando adicionado aos grãos de cacau para fazer o chocolate, elimina a necessidade de açúcar.

Mishra vê sua invenção como a mais recente de uma longa linha de inovações dos fabricantes de chocolate suíços.

No século 19, Rudolf Lindt, da famosa família de chocolates Lindt, acidentalmente inventou a etapa crucial da "conchagem" do chocolate — processo de mistura, agitação e arejamento da massa de cacau aquecida para torná-la suave e reduzir sua acidez —, deixando a máquina de mixagem de cacau funcionando durante a noite. O resultado pela manhã? Um chocolate doce e deliciosamente suave.

Mishra contou com a parceria da KOA, uma startup suíça que trabalha no cultivo sustentável de cacau, em seu projeto. Seu cofundador, Anian Schreiber, acredita que usar todo o fruto pode resolver muitos dos problemas da indústria do cacau — desde o aumento do preço dos grãos até a pobreza endêmica entre os produtores.

Schreiber descreve como "insustentável" o sistema tradicional de produção de chocolate, no qual os produtores na África ou na América do Sul vendem seus grãos de cacau para grandes fabricantes de chocolate baseados em países ricos.

Roger Wehrli, diretor da associação de fabricantes de chocolate suíços, Chocosuisse, diz que os casos de trabalho infantil e desmatamento continuam, principalmente na África. Ele teme que alguns produtores, em uma tentativa de evitar os obstáculos, estejam simplesmente transferindo sua produção para a América do Sul.

"Isso resolve o problema na África? Não. Acho que seria melhor empresas responsáveis ​​permanecerem na África, e ajudarem a melhorar a situação."

É por isso que Wehrli vê o novo chocolate desenvolvido em Zurique como "muito promissor".

Pensamento do Dia

 


Charge do Dia

 



Priskas Eras


Publicação simultânea: correioitajuipense.blogspot.com – academiaalcooldeitajuipe.blogspot.com e correioitajuipensedenoticias.blogspot.com (Tribuna do Almada é notícias). “Vou Afiar a Agulha e Bater o Martelo! Ponto final. *Redação o Bolso do Alfaiate”.


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