Ritmos
poéticos de setembrinos
Agosto de Deus se foi, o esperado
Quando
setembro vier, chegou,
Como
uma locomotiva, cheia de esperanças,
Como
novas nuvens, bailando no ar não
Rarefeitos,
mas florais.
Sob
as bençãos de Deus, tergiversaremos, os
Nossos
destinos setembrinos, sete(l)embro,
Não
ficarão ao dará, mas serão fincados nas
Eras
compostas, como contas de pérolas
Azuis
ou brancas, mas serão pérolas.
Nos
Sabáticos dias não haverá pausas criativas,
Os
impulsos primaveris encheram as nossas
Sensibilidades,
que flutuaram como raios
Incandescentes,
iluminando a mente e o coração
Lírico,
sem algebrações existenciais, rogaremos
Ao
criador, apenas inspirações não proféticas.
Rogaremos
para que os dias vindouros, sejam
Eternizados
pelos momentos luz, que nos farão
Barulhentos,
sem ruídos, apenas versaremos nos
riachos,
calmos, colhendo flores no decorrer da
Caminhada,
talvez espinhos, quem sabe?
Vê,
estão voltando as flores!
Trazendo
esperança, a
beleza da vida e
Recomeços infinitos.

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