quinta-feira, 3 de setembro de 2026

Legislativo itajuipense poderá cometer um erro crasso desomenageando José Domingos de Oliveira

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Legislativo itajuipense poderá cometer um erro crasso desomenageando José Domingos de Oliveira

 


Grêmio Esporte Clube - Na foto nos atletas agachados  José Domingos é o segundo da direita para esquerda

A vereadora Camila Ferrarese seguindo orientação de duas personalidades não residentes em Itajuípe, apresentou uma Ementa, que altera a Lei Municipal nº. 613, de 19 de novembro de 1997, que substitui o nome do Campo José Domingos de Oliveira, para o nome de José Givaldo de Oliveira “Nito Sapateiro”, o campo está localizado no Bairro São Sebastião.

José Domingos de Oliveira, foi um jogador amador e defendeu com primórdia o Grêmio Esporte Clube, sagrando-se campeão por diversas vezes, profissionalmente ele era funcionário do Banco Brasileiro de Descontos (Bradesco), na cidade de Maracáse e quando retornava a Itajuípe para rever a família e jogar mais uma partida pelo Grêmio e se confraternizar com os amigos no antigo baba da Pitagueiras, sofreu um acidente automobilístico e veio a óbito,  post-mortem foi homenageado pelo mesmo legislativo dando o seu nome ao espaço esportivo.

Nito Sapateiro, foi um desportista da velha guarda futebolística itajuipense e que também muito contribuiu com o esporte amador da comunidade, e também merecedor de uma justa homenagem, mas como diz um ditado popular que tal iniciativa da vereadora, é como despir um santo para cobrir outro.

Em outra oportunidade um vereador itajuipense, apresentou um projeto que desomenageava o poeta Castro Alves, que também nomina um logradouro público, para homenagear um outro cidadão, o projeto sumiu nos escarninho dos anais da Câmara Municipal.

Fica a sugestão a vereadora Camila, vereadora de primeiro mandato, no bairro popularmente chamado de Pitangueiras (que abrange os Bairros José de Anchieta, São Sebastião e Bairro Nov), existe uma avenida que é denominada John Kennedy, ex-presidente dos Estados Unidos e um dos mentores do Golpe de 64, nada mais justo do que defenestrar o nome do ex-presidente americano e nominar a avenida com o nome de José Givaldo de Oliveira, com a devida data vênia.

 

NORDESTE CRESCE ACIMA DA MÉDIA NACIONAL NO 1º SEMESTRE; CONFIRA ESTUDO


A atividade econômica do Nordeste manteve ritmo de crescimento superior ao da média nacional durante o primeiro semestre de 2026, com desempenho da região superior ao do Brasil em cinco dos seis meses. Estudo elaborado pelo Escritório Técnico de Estudos Econômicos do Nordeste (Etene), área de pesquisa do Banco do Nordeste (BNB), mostra que a região registrou expansão de 2,4% no acumulado dos últimos 12 meses encerrados em junho, enquanto o Brasil cresceu 1,5% no mesmo período, segundo dados do Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br).

Nos meses anteriores, a relação entre Nordeste e Brasil ficou em 2,6% para 1,4% (maio), 2,8% para 1,6% (abril), 2,8% para 1,8% (março), 2,4% para 1,8% (fevereiro) e 2,2% para 2,2% (janeiro). Sempre considerando o acumulado dos 12 meses anteriores à medição.

“Os dados indicam que o Nordeste continua apresentando um dinamismo econômico superior ao observado para o conjunto do País. Nos meses de abril e maio, por exemplo, a economia nordestina cresceu 1,2 ponto percentual mais do que brasileira”, observa Biagio de Oliveira Mendes Junior, autor do estudo.

Segundo ele, embora parte dos estados da região tenha mostrado desaceleração ao longo do primeiro semestre, o desempenho regional permanece acima da média nacional, refletindo a capacidade da economia nordestina de sustentar um nível de atividade relativamente mais aquecido. “O comércio varejista segue contribuindo para essa resiliência, enquanto a perda de fôlego da agropecuária ajuda a explicar a moderação observada na economia brasileira”, analisa Biagio.

OS PERCENTUAIS

O trabalho integra a série IBC NE do Etene e está disponível para consulta pública no portal do Banco do Nordeste. O levantamento revela que todos os estados nordestinos analisados apresentaram, no acumulado de 12 meses encerrado em junho, desempenho igual ou superior ao nacional. Entre eles, Pernambuco obteve o melhor resultado, com crescimento de 3,1%, seguido por Maranhão (2,2%), Rio Grande do Norte (1,7%), Ceará (1,6%) e Bahia (1,5%).

Senado: oposição obstrui e fim da escala 6x1 não vai a plenário

Votação de PEC no Senado só deve ocorrer após eleições


Sem ter segurança sobre os votos necessários para aprovar a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) do fim da escala 6x1 e da redução da jornada de trabalho, a base do governo no Senado Federal decidiu não arriscar uma apreciação em plenário nesta quarta-feira (2). Com isso, a proposta só deve ser votada após o 1º turno das eleições, em outubro.

"Hoje, houve um movimento bem sucedido da oposição", afirmou o líder do governo no Congresso Nacional, senador Randolfe Rodrigues (PT-AC), referindo-se ao esvaziamento do plenário e à consequente impossibilidade de votação.  

Em entrevista à imprensa, Randolfe atribuiu a uma "ação coordenada" de oposicionistas - com participação direta dos senadores Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato a presidente da República, e do líder da oposição, o também senador Rogério Marinho (PL-RN) - para desmobilizar a presença dos parlamentares para uma possível votação. “A oposição ao nosso governo é contra o fim da escala 6x1. Ponto”, disse.

O líder do governo afirmou que a oposição já havia demonstrado resistência na CCJ, onde houve quatro votos contrários à proposta.

Dos 27 senadores presentes na comissão, quatro registraram votos contrários: Rogério Marinho (PL-RN), Hamilton Mourão (Republicanos-RS), Tereza Cristina (PP-MS) e Jaime Bagattoli (PL-RO).

Apesar do registro dos votos, a aprovação da PEC no colegiado se deu de forma simbólicaA última etapa para a aprovação da matéria é justamente a votação no plenário do Senado, em dois turnos, com o mínimo de 49 votos favoráveis, o que corresponde a 60% do apoio dos 81 senadores.

A PEC 221/2019 prevê a obrigatoriedade de descanso remunerado de dois dias por semana, sem redução salarial, e reduz a atual jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, com uma regra de transição de 14 meses.  

A CCJ chegou a aprovar um calendário especial para acelerar a tramitação da proposta, eliminando intervalos regimentais (chamados de interstícios) e permitindo que a matéria pudesse ser votada ainda nesta semana no plenário, em regime de urgência. A inclusão na pauta do plenário depende do presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP).  

Ao ser perguntado sobre isso, o líder do governo explicou que Alcolumbre questionou os governistas se havia segurança quanto ao número de votos. Diante da resposta negativa, governo e presidente do Senado consideraram mais prudente não submeter a PEC, que poderia ser derrotada, principalmente por uma provável ausência de senadores para votá-la, o que impediria o alcance do piso mínimo de apoio.

Randolfe Rodrigues afirmou que o governo estimava ter 53 ou 54 votos favoráveis, mas que essa margem não oferecia segurança suficiente para colocar a PEC em votação. O próximo esforço concentrado de votações no Congresso Nacional está previsto para a segunda semana de outubro. 

Agência Brasil entrou em contato com o senador Rogério Marinho, líder da oposição, para obter uma posição sobre o fato de a PEC não ter sido incluída na votação, mas ainda não teve retorno. Contrário à PEC, Marinho apresentou uma proposta alternativa que mantém a escala 6x1 e a jornada semanal máxima de 44 horas, com a possibilidade de diferentes jornadas de trabalho em negociação direta entre trabalhadores e empregadores. A iniciativa prevê que a remuneração seja calculada de acordo com as horas trabalhadas.

A reportagem também procurou Flávio Bolsonaro para comentar as declarações de Randolfe. Integrante da CCJ, ele estava ausente quando a PEC foi aprovada no colegiado. Nos últimos dias, ele também defendeu a proposta de pagamento por hora trabalhada e evitou dizer como votaria no texto que prevê o fim da escala 6x1. O espaço para manifestação segue aberto. 

Os dois pesos e uma medida de Flavio Master Bolsonaro,  


A cobrança de Flávio Bolsonaro pelo impeachment e pela prisão de Alexandre de Moraes ganhou um novo elemento de contradição: os dois aparecem ligados ao mesmo personagem central do escândalo do Banco Master, Daniel Vorcaro.

Nesta terça-feira (1º), Flávio voltou a defender medidas contra Moraes após a divulgação de mensagens entre o ministro do STF e Vorcaro, que estão sendo analisadas pela Polícia Federal. As conversas indicam que o banqueiro buscava apoio de Moraes diante do avanço das investigações.

O problema para Flávio é que ele próprio mantém uma relação financeira investigada com Vorcaro. O senador pediu recursos ao então dono do Banco Master para financiar “Dark Horse”, filme sobre seu pai, Jair Bolsonaro. Documentos já haviam apontado repasses de pelo menos R$ 61 milhões, e uma nova apuração revelou outro pagamento de US$ 1,66 milhão (cerca de R$ 8,5 milhões) em setembro de 2025.

Além disso, a nova transferência contradiz a versão anterior de Flávio de que os pagamentos de Vorcaro haviam terminado em maio de 2025. Questionado hoje no Senado, ele afirmou que os esclarecimentos devem ser dados pela produtora do filme.

A contradição é evidente no debate político: Flávio usa a relação entre Moraes e Vorcaro para cobrar explicações e defender o impeachment do ministro, enquanto ele próprio precisa explicar sua relação com o mesmo banqueiro e os milhões destinados ao filme de seu pai. As duas situações, porém, envolvem circunstâncias diferentes e estão sendo investigadas separadamente.

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Publicação simultânea: correioitajuipense.blogspot.com – academiaalcooldeitajuipe.blogspot.com e correioitajuipensedenoticias.blogspot.com (Tribuna do Almada é notícias). “Vou Afiar a Agulha e Bater o Martelo! Ponto Final.

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