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alhos & bugalhos
Ufa ! Que Final de Semana.
A população
de Itajuípe está se sentindo frágil com os as ocorrências ocorridas na área
de segurança pública no município.
Na
madrugada do sábado ocorreu um assalto a mão armada ao açougue do Manoel, que no momento estava
fazendo o corte das carne para serem comercializadas durante o dia, que redeu aos assaltantes um quantia em dinheiro não revelada.
Em seguida
os mesmos assaltantes segundo informações, tentaram arrombar a agência
lotérica com uma alavanca, sendo impedidos por seguranças particulares que
faziam ronda no local.
Pela manhã
do mesmo sábado, um crime passional (matar por ciúmes) ocorreu dentro de um
supermercado no Bairro Alto da Liberdade.
E para
finalizar. Pelo
menos oitos presos conseguiram escapar da cadeia pública da cidade de Itajuípe, neste
domingo (3). Segundo a Polícia Militar, os detentos fugiram por um buraco
localizado no teto da cela. Eles utilizaram uma corda de lençóis como apoio
para escalada de descida da cadeia. As autoridades locais realizam buscas na
região na tentativa de capturar os fugitivos. Mas, até este momento,
ninguém havia sido recapturado.
Itajuipe defende Porto Sul para reduzir dependência
de empregos no setor público
Itajuipe, cidade de 23 mil habitantes no Sul da
Bahia, sediou, nesta sexta-feira (dia 1º), a quinta das seis audiências
públicas promovidas pelo Ibama e pelo Governo da Bahia para a
apresentação do relatório da impacto ambiental e do projeto Porto Sul. O
encontro, realizado no Clube Kamoá, reuniu cerca de 400 pessoas, que puderam
conhecer detalhes do empreendimento que terá um porto público e um terminal
privativo, com investimentos de 3,4 bilhões.
O município, que já foi um dos maiores produtores
de cacau do Estado, hoje depende dos empregos gerados pela prefeitura e por
uma fábrica de calçados esportivos. O prefeito do município Marcos
Dantas defendeu o empreendimento. Para ele, o porto e a ferrovia será
um importante vetor de desenvolvimento regional.
“ O investimento traz uma nova perspectiva para a
região do sul do estado”, ressaltou o prefeito. Ele solicitou a inclusão do
município na área de influência direta do porto. A presidente do Conselho
Municipal de Meio Ambiente, Sonia Maria Dias Ramos, também defende
a inclusão da cidade como área de influencia direta e diz que o Porto Sul “é
importante para que sejam criadas novas o oportunidades de geração de emprego
e renda”.
“O Porto Sul vai significar um novo vetor de
desenvolvimento para Itajuipe e a nossa região, evitando que os nossos jovens
se formem e tenham que migrar para outras regiões”, afirma o administrador de
empresas Alex Gonzaga.
Para a assistente de advocacia Haylley Mylley
Almeida Lima, “as pessoas contrárias ao Porto Sul não estão levando em conta
as necessidades da nossa região, que precisa atrair novos empreendimentos”.
Mylley, que mora em Itajuipe e trabalha em Itabuna, diz que “a realização de
cursos de capacitação vão qualificar as pessoas para as empresas que se
instalarão nos municípios com a implantação do Porto Sul e da Ferrovia Oeste
Leste”.
Hoje, Barro Preto fecha a série de seis encontros,
coordenados pelo Ibama. As cinco audiências realizadas em Uruçuca, Itacaré,
Itabuna, Coaraci e Itajuipe reuniram cerca de 5000 pessoas.
Gilka recebe o apoio de Pádua da FM
O apoio de Pádua da
FM a pré-candidatura, da ex-prefeita Gilka Badaró ao Paço Municipal, foi um
fato bastante comentado nos meios políticos itajuipense no último final de semana.
Durante o
pronunciamento na http://www.104fmitajuipe.com.br/
Pádua explanou suas razões para selar o seu apoio a Gilka, e que ajudará na
campanha a pré-candidata a se eleger para o cargo máximo do município.
Acabou em samba
Deu no ancelmo.com - O senador Demóstenes Torres, que coleciona
discos antigos, apelou outro dia para Ismael Silva (1905-1978), ao lembrar o
verso “nem tudo o que se diz se faz”, do samba “Não é bom falar”, tentando
convencer seus pares de que é apenas um falastrão.
Imbuída da máxima “quem canta seus males espanta”, a coluna sugere um toque musical a alguns personagens do momento político tupiniquim. Lula, por exemplo, em sua caminhada para salvar a pele de Zé Dirceu e outros mensaleiros, ao invés de tentar cooptar juizes do STF, poderia, simplesmente, presentear suas excelências com um CD do mestre Bezerra da Silva (1927-2005) com aquela música que diz assim: “Ah, meu bom juiz/Não bata este martelo nem dê a sentença/Antes de ouvir o que o meu samba diz/Pois este homem não é tão ruim quanto o senhor pensa.” Aliás, Lula também deveria aproveitar a ida à loja de discos e comprar para o “muy amigo” Nelson Jobim, que teria sugerido o encontro com Gilmar Mendes, o CD da música de Noel Rosa (1910-1937) “Palpite Infeliz” (“Quem é você que não sabe o que diz?/Meu Deus do Céu, que palpite infeliz!...”).
Em tempo...
Ismael Silva, lá no céu, ao saber que Demóstenes, a exemplo do Nestor da música “Antonico”, “está mesmo dançando na corda bamba” e usou seu santo nome em vão, cantarolou o samba “Isto não se faz”: “Por favor, me deixa em paz/Isto não se faz...”). Ismael também aproveitou a canja e lembrou um verso de “Ando cismado” - o que diz: “A mentira é fatal...” — dedicado, não se sabe direito, a Lula, Nelson Jobim, Gilmar Mendes ou ao próprio Demóstenes. Com todo o respeito.
Papão
Deve
ser terrível viver num país onde gente importante acha que a imprensa distorce
os fatos
|
Por
Hoje é Só. Vou bater o Martelo.
Ponto Final. Redação “O Bolso do Alfaiate”
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segunda-feira, 4 de junho de 2012
Do
- PARECE QUE FOI HOJE…
O artigo abaixo foi escrito em 18 de setembro de 2010 e publicado aqui no CIA DA NOTÍCIA. À época, muitas pessoas davam a obra como “favas contadas” e nós dissemos que a duplicação da BR-415, no trecho entre Ilhéus e Itabuna seria tema de outras campanhas eleitorais, com as intermináveis promessas. Leia o texto abaixo e analise se continua atual:
, a não ser nasinvestidas dos políticos e técnicos do Governo do Estado para referendar a promessa.
Agora, anunciam a vinda do presidente Lula a Ilhéus para lançara pedra fundamental da ferrovia Leste-Oeste, e a Itabuna para assinar o edital para a construção da duplicação da BR-415, pela margem direita do rio Cachoeira. O anúncio chega às raias do ridículo, expondo o presidente à zombaria, pois, sequer as licenças ambientais foram concedidas. A não ser que tenha havido uma “liberação geral e irrestrita da esculhambação”, o que não creio.
Copiando a mesma estratégia astuciada por Antônio Carlos Magalhães, a turma do Derba faz projeto, maquete e ilustrações em três dimensões (3D) e ainda mandam equipes de topografia se deslocar, pra cima e pra baixo. Inovaram, é verdade, pois ampliou as ações com o uso de novas tecnologias, como a computação gráfica.
Pois bem, a duplicação da BR-415, uma reivindicação antiga e uma cobrança feita pela sociedade sul-baiana ao engenheiro Saulo Pontes, antes do Derba e hoje no Dnit, “Pai” da obra, mas que agora terá que dividir a paternidade com a “Mãe” do PAC, Dilma Rousseff. Nada disso seria motivo para discussão caso o projeto original fosse, ao menos, respeitado.
Inicialmente, seria apenas uma simples duplicação do leito atual, mas devido às construções ao longo da rodovia, e à ocupação da faixa de domínio em vários trechos, o custo das desapropriações se tornam demasiado alto, a alternativa dos técnicos, tendo à frente Saulo Ponte, foi à construção de uma nova pista pela margem direita do rio Cachoeira. De novo, mais um novo motivo para “empacar” – como dizem os homens do campo – a obra.
Às portas da eleição, o tema esquenta a discussão com a realização das audiências ambientais nas duas principais cidades: Itabuna e Ilhéus. Conhecidas pelo conceito e radicalismos dos chamados “ecochatos”, parcela interessada da população sequer comparece a esses encontros. Em Itabuna, a sala vazia demonstrava a crença do itabunense sobre o os intermináveis debates. Em Ilhéus, o ambiente disponibilizado pela Uesc avalizava o entendimento, haja vista os “gatos pingados” presentes.
As pessoas – técnicos, interessados ou simplesmente curiosos – saíram com a impressão de terem sido ludibriadas pelo andamento das proposições, que nada acrescentaram ao debate, ou pior, se sentiram lesadas por desconfiar de terem participado de um encontro no qual as cartas já estavam previamente marcadas.
E não é difícil demonstrar essa desconfiança, a começar pela apresentação das alternativas locacionais, em número de quatro. A primeira, a duplicação do leito atual, antecipadamente descartada pela falta de viabilidade financeira.
A segunda contempla uma nova via a ser construída ligando a BR-101 a BA-262 (rodovia Ilhéus-Uruçuca), traçado totalmente fora dos propósitos, com grande impacto ambiental em terras nobre para o cultivo do cacau.
A terceira, uma nova pista pela margem direita do rio Cachoeira, sendo que na chegada a Ilhéus a proposta prevê a construção de pontes e aterros no manguezal dos rios Cachoeira e Itacanoeira. Esta foi rejeitada de pronto pelos ambientalistas e também pelos próprios proponentes.
Por fim, a obra considerada mais viável foi a proposta em que a rodovia a ser construída pela margem direita do rio Cachoeira, cujo projeto já chega amputado. Isto mesmo: o seu traçado termina 10 quilômetros antes de Ilhéus, sem ao menos chegar ao Banco da Vitória.
Atônita, a plateia não conseguiu entender qual o critério utilizado pelos técnicos para dar mobilidade e acabar com as constantes filas e os engarrafamentos diários, principalmente entre a Uesc e Ilhéus, num percurso de 16 quilômetros. Constrói-se uma pista para aumentar o engarrafamento um pouco mais à frente. Não dá para imaginar que seja uma proposta séria, em se tratando de uma rodovia ligando as duas maiores cidades do Sul da Bahia.
Não passa pela cabeça de alguém de sã consciência que as cidades onde são e serão feitos os maiores investimentos não mereça tratamento mais adequado, à altura do tão esperado Complexo Intermodal do Porto Sul, da ZPE e do complexo de indústrias, comércio e serviços que aqui se instalarão a partir dos próximos meses.
Falta-nos o poder político para dar um NÃO bem sonoro e indignado à falta de respeito dos governantes para conosco, que assistimos a tudo passivamente e ainda aparamos as migalhas que por descuido ou de propósito deixam cair em nosso colo.
Não será dessa forma que iremos voltar a ser um polo de desenvolvimento, por nos faltar discernimento sobre o projeto que queremos e, num gesto de nobreza, demonstrar, com argumentos convincentes, o projeto ideal para o desenvolvimento regional.
Deixei essa questão que abordo agora, de propósito, para o final. Entidades ligadas à estrutura governamental estão dividas entre os francamente contra a construção da rodovia, por considerarem prejudicial ao meio ambiente; os contrários, por não se beneficiarem diretamente através de entidades não-governamentais; e aqueles sem opinião formada, mas que não estão comprometidos com o desenvolvimento regional.
Para início de conversa, o leito da rodovia pela margem direita do rio Cachoeira já existe há anos, bastando um alargamento em quase toda sua extensão, eliminando apenas alguns pés de cacau, capim, café ou capoeira. Portanto, a construção da rodovia em quase nada altera o meio ambiente e os prejuízos que porventura serão causados, poderão ser compensados através de alternativas viáveis, o que é perfeitamente factível.
A despoluição do rio Cachoeira – um projeto prioritário e imprescindível – apontado como precondição para a duplicação da BR-415 é apenas uma tentativa de inviabilizar a obra. Uma imoralidade praticada por aqueles que costumam agir de forma sub-reptícia, incompreensível para um tema revestido de fundamental importância e que tem de ser tratado de forma transparente.
LULA VEM, MAS OBRA NA BR-415 É PÍFIA
Usada e abusada nos períodos eleitorais, a BR-415 volta a ser a “bola da vez” desta eleição. Entra ano e sai ano, e sua duplicação é prometida pelos governos Federal e Estadual. Agora, não há diferença na forma e conteúdoCopiando a mesma estratégia astuciada por Antônio Carlos Magalhães, a turma do Derba faz projeto, maquete e ilustrações em três dimensões (3D) e ainda mandam equipes de topografia se deslocar, pra cima e pra baixo. Inovaram
Pois bem, a duplicação da BR-415, uma reivindicação antiga e uma cobrança feita pela sociedade sul-baiana ao engenheiro Saulo Pontes, antes do Derba e hoje no Dnit, “Pai” da obra, mas que agora terá que dividir a paternidade com a “Mãe” do PAC, Dilma Rousseff. Nada disso seria motivo para discussão caso o projeto original fosse, ao menos, respeitado.
Inicialmente, seria apenas uma simples duplicação do leito atual, mas devido às construções ao longo da rodovia, e à ocupação da faixa de domínio em vários trechos, o custo das desapropriações se tornam demasiado alto, a alternativa dos técnicos, tendo à frente Saulo Ponte, foi à construção de uma nova pista pela margem direita do rio Cachoeira. De novo, mais um novo motivo para “empacar” – como dizem os homens do campo – a obra.
Às portas da eleição, o tema esquenta a discussão com a realização das audiências ambientais nas duas principais cidades: Itabuna e Ilhéus. Conhecidas pelo conceito e radicalismos dos chamados “ecochatos”, parcela interessada da população sequer comparece a esses encontros. Em Itabuna, a sala vazia demonstrava a crença do itabunense sobre o os intermináveis debates. Em Ilhéus, o ambiente disponibilizado pela Uesc avalizava o entendimento, haja vista os “gatos pingados” presentes.
As pessoas – técnicos, interessados ou simplesmente curiosos – saíram com a impressão de terem sido ludibriadas pelo andamento das proposições, que nada acrescentaram ao debate, ou pior, se sentiram lesadas por desconfiar de terem participado de um encontro no qual as cartas já estavam previamente marcadas.
E não é difícil demonstrar essa desconfiança, a começar pela apresentação das alternativas locacionais, em número de quatro. A primeira, a duplicação do leito atual, antecipadamente descartada pela falta de viabilidade financeira.
A segunda contempla uma nova via a ser construída ligando a BR-101 a BA-262 (rodovia Ilhéus-Uruçuca), traçado totalmente fora dos propósitos, com grande impacto ambiental em terras nobre para o cultivo do cacau.
A terceira, uma nova pista pela margem direita do rio Cachoeira, sendo que na chegada a Ilhéus a proposta prevê a construção de pontes e aterros no manguezal dos rios Cachoeira e Itacanoeira. Esta foi rejeitada de pronto pelos ambientalistas e também pelos próprios proponentes.
Por fim, a obra considerada mais viável foi a proposta em que a rodovia a ser construída pela margem direita do rio Cachoeira, cujo projeto já chega amputado. Isto mesmo: o seu traçado termina 10 quilômetros antes de Ilhéus, sem ao menos chegar ao Banco da Vitória.
Atônita, a plateia não conseguiu entender qual o critério utilizado pelos técnicos para dar mobilidade e acabar com as constantes filas e os engarrafamentos diários, principalmente entre a Uesc e Ilhéus, num percurso de 16 quilômetros. Constrói-se uma pista para aumentar o engarrafamento um pouco mais à frente. Não dá para imaginar que seja uma proposta séria, em se tratando de uma rodovia ligando as duas maiores cidades do Sul da Bahia.
Não passa pela cabeça de alguém de sã consciência que as cidades onde são e serão feitos os maiores investimentos não mereça tratamento mais adequado, à altura do tão esperado Complexo Intermodal do Porto Sul, da ZPE e do complexo de indústrias, comércio e serviços que aqui se instalarão a partir dos próximos meses.
Falta-nos o poder político para dar um NÃO bem sonoro e indignado à falta de respeito dos governantes para conosco, que assistimos a tudo passivamente e ainda aparamos as migalhas que por descuido ou de propósito deixam cair em nosso colo.
Não será dessa forma que iremos voltar a ser um polo de desenvolvimento, por nos faltar discernimento sobre o projeto que queremos e, num gesto de nobreza, demonstrar, com argumentos convincentes, o projeto ideal para o desenvolvimento regional.
Deixei essa questão que abordo agora, de propósito, para o final. Entidades ligadas à estrutura governamental estão dividas entre os francamente contra a construção da rodovia, por considerarem prejudicial ao meio ambiente; os contrários, por não se beneficiarem diretamente através de entidades não-governamentais; e aqueles sem opinião formada, mas que não estão comprometidos com o desenvolvimento regional.
Para início de conversa, o leito da rodovia pela margem direita do rio Cachoeira já existe há anos, bastando um alargamento em quase toda sua extensão, eliminando apenas alguns pés de cacau, capim, café ou capoeira. Portanto, a construção da rodovia em quase nada altera o meio ambiente e os prejuízos que porventura serão causados, poderão ser compensados através de alternativas viáveis, o que é perfeitamente factível.
A despoluição do rio Cachoeira – um projeto prioritário e imprescindível – apontado como precondição para a duplicação da BR-415 é apenas uma tentativa de inviabilizar a obra. Uma imoralidade praticada por aqueles que costumam agir de forma sub-reptícia, incompreensível para um tema revestido de fundamental importância e que tem de ser tratado de forma transparente.
*Jornalista, advogado e editor do site: www.ciadanoticia.com.br
O Evangelho do Dia
Segunda-feira da 9ª semana do Tempo Comum
Santo do dia : S. Pedro de Verona, presbítero, mártir, +1252, Santa Clotilde, viúva, +545
Saber mais sobre os Santos do dia
Comentário ao Evangelho do dia feito por : São João Crisóstomo
«Ainda lhe restava um: o seu filho bem amado»
Naquele tempo, Jesus começou a falar-lhes em parábolas: «Um homem plantou uma vinha, cercou-a com uma sebe, cavou nela um lagar e construiu uma torre. Depois, arrendou-a a uns vinhateiros e partiu para longe.
A seu tempo enviou aos vinhateiros um servo, para receber deles parte do fruto da vinha.
Eles, porém, prenderam-no, bateram-lhe e mandaram-no embora de mãos vazias.
Enviou-lhes, novamente, outro servo. Também a este partiram a cabeça e cobriram de vexames.
Enviou outro, e a este mataram-no; mandou ainda muitos outros, e bateram nuns e mataram outros.
Já só lhe restava um filho muito amado. Enviou-o por último, pensando: 'Hão-de respeitar o meu filho’.
Mas aqueles vinhateiros disseram uns aos outros: 'Este é o herdeiro. Vamos matá-lo e a herança será nossa’.
Apoderaram-se dele, mataram-no e lançaram-no fora da vinha.
Que fará o dono da vinha? Regressará e exterminará os vinhateiros e entregará a vinha a outros.
Não lestes esta passagem da Escritura: A pedra que os construtores rejeitaram tornou-se pedra angular.
Tudo isto é obra do Senhor e é admirável aos nossos olhos?»
Eles procuravam prendê-lo, mas temiam a multidão; tinham percebido bem que a parábola era para eles. E deixando-o, retiraram-se.
Segunda-feira da 9ª semana do Tempo Comum
Santo do dia : S. Pedro de Verona, presbítero, mártir, +1252, Santa Clotilde, viúva, +545
| Leituras |
Comentário ao Evangelho do dia feito por : São João Crisóstomo
«Ainda lhe restava um: o seu filho bem amado»
Evangelho segundo S. Marcos 12,1-12.
Naquele tempo, Jesus começou a falar-lhes em parábolas: «Um homem plantou uma vinha, cercou-a com uma sebe, cavou nela um lagar e construiu uma torre. Depois, arrendou-a a uns vinhateiros e partiu para longe.
A seu tempo enviou aos vinhateiros um servo, para receber deles parte do fruto da vinha.
Eles, porém, prenderam-no, bateram-lhe e mandaram-no embora de mãos vazias.
Enviou-lhes, novamente, outro servo. Também a este partiram a cabeça e cobriram de vexames.
Enviou outro, e a este mataram-no; mandou ainda muitos outros, e bateram nuns e mataram outros.
Já só lhe restava um filho muito amado. Enviou-o por último, pensando: 'Hão-de respeitar o meu filho’.
Mas aqueles vinhateiros disseram uns aos outros: 'Este é o herdeiro. Vamos matá-lo e a herança será nossa’.
Apoderaram-se dele, mataram-no e lançaram-no fora da vinha.
Que fará o dono da vinha? Regressará e exterminará os vinhateiros e entregará a vinha a outros.
Não lestes esta passagem da Escritura: A pedra que os construtores rejeitaram tornou-se pedra angular.
Tudo isto é obra do Senhor e é admirável aos nossos olhos?»
Eles procuravam prendê-lo, mas temiam a multidão; tinham percebido bem que a parábola era para eles. E deixando-o, retiraram-se.
Da Bíblia Sagrada - Edição dos Franciscanos Capuchinhos - www.capuchinhos.org
sábado, 2 de junho de 2012
Alhos & bugalhos
Sangre
Na madrugada deste
sábado (2), um assalto à mão armada com sucesso e uma tentativa de arrombamento aconteceram
em Itajuipe.
A primeira ocorrência, aconteceu no açougue do Manoel, quando ele
acompanhando de auxiliares faziam o corte das carnes bovinos que iriam ser comercializados durante o dia de hoje quando foram abordados por assaltantes fortemente armados e empapuçados que na ação roubaram um montante de dinheiro não revelado. Não satisfeitos os meliantes
arrombaram uma das portas da agência lotérica da cidade quando foram
surpreendidos por seguranças particulares, que prestam vigilância aos
comerciantes e particulares, havendo inclusive trocas de tiros causando panicos nos moradores circunvizinhos e que resultou
na fuga dos meliantes.
O que intriga é
que os telefones da PM e da Civil foram acionados sem nenhum atendimento, precisando que um dos responsável pela segurança
particular se deslocasse até as unidades para que os mesmos
comparecessem ao local. A PM compareceu porém, a Civil nem tchum.
Crime talvez passional
Durante o dia, um
crime passional aconteceu em um dos supermercados de Itajuípe situado no
bairro Alto da Liberdade (cujos dados de identificação da causa e do assassino e da vitima
ainda não foram divulgados pelas autoridades).
Fica a pergunta: Como a população
de Itajuípe pode viver e dormir tranquila se: O Prefeito (pressupõe), o Juiz, o
Promotor, a Delegada, o chefe da corporação da PM e o Padre não residem na
cidade. Fica o estigma: a quem recorrer nestas horas?????????
É Itajuipe,
fazendo parte do alto índice de violência que assola a região cacaueira e as
autoridades todas ausentes.
sexta-feira, 1 de junho de 2012
Noticias da Câmara Municipal de Itajuípe
LDO é aprovada em primeira discussão
O plenário da Câmara Municipal de
Itajuípe, aprovou em primeira discussão na sessão ordinária realizada ontem, o Projeto de Lei 16/2012, de autoria do Executivo Municipal que dispõe sobre
a Lei de Diretrizes Orçamentária 2013.
A LDO trata das diretrizes gerais para a elaboração da Lei
Orçamentária Anual – LOA, regulando e disciplinando os diversos orçamentos de
aplicação obrigatória na Administração Pública Direta.
A LDO também Fixa, igualmente, critérios para as despesas
de capital e outras delas decorrentes e dos programas de duração continuada;
limites/alcance para a elaboração da proposta orçamentária da Câmara Municipal
e dos órgãos da Administração Municipal Direta e Indireta e disposições
relativas às despesas de pessoal, concessão de vantagens, aumento de
remuneração, criação de cargos públicos, alteração das estruturas de carreiras
funcionais e diretrizes sobre alterações na legislação tributária entre outros.
O projeto foi analisado pela Comissão Técnica de Finanças que
é presidida pelo vereador José Carlos Mansur e tem como membros os vereadores
Fábio Almeida e Vinicyus Guimarães que exaram parecer pela aprovação do
projeto, sendo acompanhados pelos demais vereadores.
Na sessão o projeto foi aprovado por unanimidade e será
votado em segunda discussão na sessão ordinária do dia 14 de junho quando
seguirá para sanção do Executivo.
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alhos & bugalhos
É
hoje
O Instituto Brasileiro de Meio Ambiente – IBAMA realiza
hoje às 18 horas, no Clube Kamuá, a
audiência pública do Complexo Porto Sul .
Na
audiência, que terá participação popular, o projeto Porto Sul será amplamente
discutido no que diz respeito aos benefícios e prejuízos que poderão causar ao
desenvolvimento econômico e ao meio-ambiente da região sul.
O Porto Sul é um empreendimento do Governo do Estado da Bahia que pretende criar um novo horizonte para o desenvolvimento socioeconômico de todo o Estado. Com um investimento de R$ 2,6 bilhões e a geração de 2,5 mil empregos diretos e indiretos, o Porto Sul será construído em Ilhéus, no litoral sul baiano.O Porto Público está previsto para operar com uma capacidade nominal de exportação de 75 milhões de toneladas por ano e de importação de 5 milhões de toneladas. Incluída nesta capacidade está a previsão de movimentação de produtos como minério de ferro, clínquer, soja, etanol e fertilizantes, além de outros granéis sólidos.
O Porto Sul será o ponto final da Ferrovia de
Integração Oeste-Leste (FIOL), obra do Governo Federal que ligará a cidade de
Figueirópolis, no Tocantins, a Ilhéus, na Bahia. Incluída entre as
prioridades do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), a FIOL terá 1.527
km de extensão, investimento estimado em R$ 7,43 bilhões, e passará por 32
municípios baianos. O Porto Sul será construído no litoral norte de Ilhéus,
entre as localidades de Aritaguá e Sambaituba. O sítio de Aritaguá está
localizado próximo à margem esquerda do Rio Almada, a oeste da BA-001
(Rodovia Ilhéus/Itacaré), com a localidade da Ponta da Tulha ao norte e o
Porto do Malhado ao sul.
SAI RESULTADO DO CONCURSO DA
CAIXA
A Fundação
Cesgranrio divulgou nesta quinta-feira (31) o resultado das provas objetivas
e da redação do concurso da Caixa Econômica Federal para formação de cadastro
de reserva de técnico bancário (nível médio).
Para ter acesso
aos resultados, os candidatos devem informar o CPF e a senha de acesso ao
sistema. Clique aqui para ir à
página da Cesgranrio.
O governo federal cancelou uma verba de
R$ 19 milhões do projeto de duplicação da rodovia Jorge Amado, trecho Ilhéus
/ Itabuna. O decreto foi publicado na edição desta quinta-feira do Diário
Oficial da União.
O decreto foi assinado pela presidente
Dilma Roussef e a secretária-executiva do Ministério do
Planejamento, Eva Chiavon. A medida ajudou a abrir crédito suplementar
nos ministérios dos Transportes e de Integração Nacional.
O corte na verba que seria aplicada na
duplicação da rodovia Jorge Amado saiu um dia depois do vice-governador e
secretário de Infraestrutura da Bahia pedirem urgência na obra.
Na quarta, Otto Alencar se reuniu em
Brasília com o ministro dos Transportes, Paulo Sérgio Passos, e com o
diretor-geral do DNIT, Jorge Fraxe, pedindo que fossem aceleradas as obras
nas rodovias federais na Bahia.
No dia seguinte, o Governo Federal fez o
oposto.
Aposentados vão receber a 1ª
parcela do 13º salário em agosto
A primeira parcela do
13º salário dos aposentados será paga em agosto aos 25,3 milhões de
aposentados e pensionistas do INSS com direito à grana extra.
Segundo a Previdência Social, os pagamentos começam, oficialmente, no dia 27 de agosto para os benefícios de até um salário mínimo (hoje, R$ 622) com final 1. O abono termina de ser pago em 10 de setembro, já envolvendo os benefícios acima do mínimo. Nessa primeira parcela, o segurado receberá 50% do benefício, sem que haja a cobrança do Imposto de Renda.
Comissão
vai à Bahia apurar denúncias de abusos da Marinha contra quilombolas
Acusações contra militares por
ameaças, danos a propriedades e agressões a moradores do quilombo de Rio dos
Macacos serão investigadas em audiência pública.
Deputados da Comissão de Direitos
Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados estarão na segunda-feira (4), na
Bahia, para investigar denúncias de abusos e de uso da violência contra os
quilombolas de Rio dos Macacos atribuídas a militares da Marinha.
O presidente da comissão, deputado
Domingos Dutra (PT-MA), acompanhado dos deputados Amauri Teixeira (PT-BA),
Luiz Alberto (PT-BA) e Valmir Assunção (PT-BA), realizará audiência pública
com os moradores do quilombo localizado na mesma área em que está a base
naval de Aratu, em Salvador. No evento, que começará às 9 horas, estará o
secretário de Promoção da Igualdade Racial, da Bahia, Elias Sampaio.
Os moradores do quilombo acusam militares
de terem, seguidas vezes, agredido vários deles física e moralmente, feito
ameaças de morte, danificado moradias e, entre outras reclamações,
dificultado o direito de ir e vir, garantido pela Constituição, o que
contribuiu para a morte de bebês e de gestantes.
Conflito
Em 22 de maio, representantes do quilombo estiveram em Brasília para entregar aos deputados da comissão cópias de boletins de ocorrências policiais com os registros oficiais das agressões e ameaças. Acrescentaram que a situação se encontrava insustentável com riscos para que o pior possa acontecer.
O conflito entre as 50 famílias do
quilombo com a Marinha tem ocorrido porque os militares solicitam a saída dos
500 moradores dessa área de segurança, na qual os descendentes dos escravos garantem
que seus ancestrais chegaram há mais de 200 anos, motivo pelo qual não querem
se retirar.
|
Por
Hoje é Só. Vou bater o Martelo.
Ponto Final. Redação “O Bolso do Alfaiate”
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O Evangelho do Dia
Sexta-feira da 8ª semana do Tempo Comum
Santo do dia : S. Justino, mártir, +167
Comentário ao Evangelho do dia feito por : São Jerónimo
Não era tempo de figos
Naquele tempo, Jesus, depois de ser aclamado pela multidão, entrou em Jerusalém e foi ao templo. Depois de ter examinado tudo em seu redor, como a hora já ia adiantada, saiu para Betânia com os Doze.
Na manhã seguinte, ao deixarem Betânia, Jesus sentiu fome.
Vendo ao longe uma figueira com folhas, foi ver se nela encontraria alguma coisa; mas, ao chegar junto dela, não encontrou senão folhas, pois não era tempo de figos.
Disse então: «Nunca mais ninguém coma fruto de ti.» E os discípulos ouviram isto.
Chegaram a Jerusalém; e, entrando no templo, Jesus começou a expulsar os que vendiam e compravam no templo; deitou por terra as mesas dos cambistas e os bancos dos vendedores de pombas,
e não permitia que se transportasse qualquer objecto através do templo.
E ensinava-os, dizendo: «Não está escrito: A minha casa será chamada casa de oração para todos os povos? Mas vós fizestes dela um covil de ladrões.»
Os sacerdotes e os doutores da Lei ouviram isto e procuravam maneira de o matar, mas temiam-no, pois toda a multidão estava maravilhada com o seu ensinamento.
Quando se fez tarde, saíram para fora da cidade.
Ao passarem na manhã seguinte, viram a figueira seca até às raízes.
Pedro, recordando-se, disse a Jesus: «Olha, Mestre, a figueira que amaldiçoaste secou!»
Jesus disse-lhes: «Tende fé em Deus.
Em verdade vos digo, se alguém disser a este monte: 'Tira-te daí e lança-te ao mar’, e não vacilar em seu coração, mas acreditar que o que diz se vai realizar, assim acontecerá.
Por isso, vos digo: tudo quanto pedirdes na oração crede que já o recebestes e haveis de obtê-lo. Quando vos levantais para orar, se tiverdes alguma coisa contra alguém, perdoai-lhe primeiro,
para que o vosso Pai que está no céu vos perdoe também as vossas ofensas.
Porque, se não perdoardes, também o vosso Pai que está no Céu não perdoará as vossas ofensas.»
Sexta-feira da 8ª semana do Tempo Comum
Santo do dia : S. Justino, mártir, +167
| Leituras |
Comentário ao Evangelho do dia feito por : São Jerónimo
Não era tempo de figos
Evangelho segundo S. Marcos 11,11-26.
Naquele tempo, Jesus, depois de ser aclamado pela multidão, entrou em Jerusalém e foi ao templo. Depois de ter examinado tudo em seu redor, como a hora já ia adiantada, saiu para Betânia com os Doze.
Na manhã seguinte, ao deixarem Betânia, Jesus sentiu fome.
Vendo ao longe uma figueira com folhas, foi ver se nela encontraria alguma coisa; mas, ao chegar junto dela, não encontrou senão folhas, pois não era tempo de figos.
Disse então: «Nunca mais ninguém coma fruto de ti.» E os discípulos ouviram isto.
Chegaram a Jerusalém; e, entrando no templo, Jesus começou a expulsar os que vendiam e compravam no templo; deitou por terra as mesas dos cambistas e os bancos dos vendedores de pombas,
e não permitia que se transportasse qualquer objecto através do templo.
E ensinava-os, dizendo: «Não está escrito: A minha casa será chamada casa de oração para todos os povos? Mas vós fizestes dela um covil de ladrões.»
Os sacerdotes e os doutores da Lei ouviram isto e procuravam maneira de o matar, mas temiam-no, pois toda a multidão estava maravilhada com o seu ensinamento.
Quando se fez tarde, saíram para fora da cidade.
Ao passarem na manhã seguinte, viram a figueira seca até às raízes.
Pedro, recordando-se, disse a Jesus: «Olha, Mestre, a figueira que amaldiçoaste secou!»
Jesus disse-lhes: «Tende fé em Deus.
Em verdade vos digo, se alguém disser a este monte: 'Tira-te daí e lança-te ao mar’, e não vacilar em seu coração, mas acreditar que o que diz se vai realizar, assim acontecerá.
Por isso, vos digo: tudo quanto pedirdes na oração crede que já o recebestes e haveis de obtê-lo. Quando vos levantais para orar, se tiverdes alguma coisa contra alguém, perdoai-lhe primeiro,
para que o vosso Pai que está no céu vos perdoe também as vossas ofensas.
Porque, se não perdoardes, também o vosso Pai que está no Céu não perdoará as vossas ofensas.»
Da Bíblia Sagrada - Edição dos Franciscanos Capuchinhos - www.capuchinhos.org
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