Certa vez, numa solenidade no Planalto, Itamar Franco, conhecido galanteador, virou-se para o amigo Henrique Hargreaves e apontou:
— Está vendo aquela mulher ali? Não tira os olhos de mim.
E Hargreaves: “Claro, presidente. Ela é da sua segurança.”
— Está vendo aquela mulher ali? Não tira os olhos de mim.
E Hargreaves: “Claro, presidente. Ela é da sua segurança.”
Isto era Itamar II
Itamar também gostava de se gabar que enganava o serviço de segurança, que deveria acompanhá-lo 24 horas. Pegava um carro no Rio e ia para Juiz de Fora.
O Gabinete Militar sabia de tudo. Mas os agentes eram instruídos a manter distância para não irritar o presidente.
O Gabinete Militar sabia de tudo. Mas os agentes eram instruídos a manter distância para não irritar o presidente.
No mais...
O elogio mais comum a Itamar é que era honesto.
Hoje, está aí uma tragédia. Honesto, agora, é exceção e não regra. Virou diferencial.
Hoje, está aí uma tragédia. Honesto, agora, é exceção e não regra. Virou diferencial.
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