alhos & bugalhos
BAHIA: RUI PODE
VIRAR O TRATOR DA CAMPANHA DE JERÔNIMO
Cresce no grupo governista o movimento para que Rui Costa assuma a
coordenação geral da campanha de Jerônimo Rodrigues.
A avaliação é que Rui
está 200% empenhado na disputa pelo Senado e aparece nas pesquisas como um dos
principais puxadores de voto da base, atrás apenas de Lula.
Sem cargo e se obrigação de liturgia, Rui tem adotado um tom mais duro contra ACM Neto.
A estratégia seria simples: Rui bate, compra o desgaste e tira Jerônimo da linha de frente das pancadas. Enquanto isso, o governador mantém uma postura mais moderada e institucional.os bastidores, aliados dizem que ele já ativou o “modo cavalo do cão”.
Em ano eleitoral, Rui empolgado costuma virar um animal eleitoral.
E é exatamente esse papel que parte do governo quer ver em 2026.
Governo do
Estado lança campanha “Nova Bahia”
Com o conceito *”Pra cada vida que muda, nasce uma nova Bahia”,* a campanha confirma que *a transformação da Bahia não se mede apenas por números ou obras, mas pela mudança concreta na vida das pessoas.* Assim, a “Nova Bahia” coloca o povo baiano no centro da narrativa: quem estuda em uma escola de tempo integral, quem acessa saúde mais perto de casa, quem tem apoio para produzir mais no campo e quem ganha mobilidade e tranquilidade com novos equipamentos públicos dá voz, rosto e emoção às mudanças em curso.
A comunicação *reforça a presença do Governo em toda a Bahia* e
consolida *projetos que estavam em construção, * com desenvolvimento, inclusão
social, infraestrutura, saúde, educação, agricultura, mobilidade, emprego e
cuidado com as pessoas.
Segundo o Secretário de Comunicação do Governo, Marcus Di Flora: “_a
campanha “Nova Bahia” fortalece a percepção pública de que o estado avança e
inova de forma concreta e contínua, apresentando uma perspectiva de presente e
futuro modernos para toda a população do estado._”Porque, em cada obra
entregue, serviço ampliado e oportunidade criada, existe uma vida que muda. E,
pra cada vida que muda, nasce uma nova Bahia. *
Mercado
de cacau volta a acelerar com risco climático e pressão especulativa
O mercado internacional de cacau voltou a registrar forte volatilidade, com os contratos futuros em Nova York disparando diante de uma combinação de fatores climáticos e geopolíticos que reacenderam o apetite especulativo dos investidores. O contrato julho encerrou o pregão de ontem a US$ 4.709 por tonelada, com expressiva alta de US$ 527, alcançando o maior nível desde 21 de janeiro.
A sessão foi
marcada por extrema volatilidade, com os preços oscilando entre a mínima de US$
4.311 e a máxima de US$ 4.777, refletindo a sensibilidade do mercado diante da
crescente percepção de risco sobre a oferta global.
O principal
gatilho da movimentação voltou a ser o clima. As preocupações com a possível
formação do fenômeno El Niño ganharam força após a Administração Nacional
Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA) estimar 61% de probabilidade
de desenvolvimento do fenômeno entre maio e julho, com possibilidade de
persistência até o fim do ano. O dado mais inquietante para o mercado é a
estimativa de cerca de 25% de chance de ocorrência de um “Super El Niño”,
cenário historicamente associado a eventos climáticos extremos.
No mercado de
cacau, esse risco tem peso significativo. A África Ocidental, especialmente
Costa do Marfim e Gana, responde por mais de 60% da produção global da
commodity. Qualquer ameaça de irregularidade climática nessas origens
rapidamente se traduz em prêmio de risco nos contratos futuros, especialmente
em um momento em que o mercado vinha operando relativamente acomodado diante
das expectativas de superávit para a próxima temporada.
Além do clima,
o cenário geopolítico também adiciona tensão aos mercados globais. Apesar do
cessar-fogo entre Estados Unidos e Irã, descrito pelo presidente
norte-americano como estando em “estado crítico”, o ambiente ainda inspira
cautela. O aumento da volatilidade no petróleo e a dificuldade dos mercados
acionários em ignorar os riscos renovados no Oriente Médio ajudam a reforçar
movimentos defensivos e elevam a sensibilidade dos fundos em commodities.
Os indicadores
técnicos mostram um mercado em forte aceleração. O RSI (Índice de Força
Relativa) do contrato julho já opera em 70%, nível tradicionalmente
interpretado como zona de sobrecompra. Isso sugere que, embora o momentum siga
positivo no curto prazo, a intensidade da alta pode abrir espaço para correções
técnicas caso novos fundamentos não sustentem a escalada.
O volume
negociado confirma a agressividade do movimento. Foram 31.729 negócios,
totalizando 74.022 contratos, número robusto que evidencia forte participação
especulativa. O interesse em aberto permaneceu praticamente estável em 193.752
contratos, indicando que parte relevante do movimento pode ter sido alimentada
por recomposição de posições e cobertura de vendidos.
Os dados mais
recentes do CFTC reforçam essa leitura. No período entre 28 de abril e 5 de
maio, os fundos ampliaram suas apostas baixistas, vendendo 3.049 contratos
adicionais, elevando a posição líquida vendida para 16.836 contratos. Esse
posicionamento pode se tornar combustível adicional para novas altas, caso o
mercado continue pressionado e force movimentos de short covering.
Do lado
físico, os estoques certificados monitorados pela ICE nos portos dos Estados
Unidos recuaram 2.209 sacas, para 2.663.997 sacas, uma queda modesta, mas que
contribui marginalmente para a percepção de menor folga imediata na oferta
disponível.
No processo de
liquidação do contrato julho, houve ontem entrega física de 50 contratos pela
StoneX, recebidos pela SocGen, elevando o acumulado para 625 contratos. Com o
vencimento se aproximando, esses fluxos costumam atrair atenção adicional dos
participantes.
No câmbio, o
contrato futuro do real com vencimento em junho operava estável nesta manhã,
próximo de R$ 4,92 por dólar, limitando, por ora, impactos adicionais sobre a
formação de preços domésticos. Fonte:
mercadodocacau
Nova lei define percentual mínimo de cacau nos chocolates
Rótulos precisam seguir parâmetros de transparência
Chocola comercializados no Brasil terão de seguir percentuais mínimos de cacau na composição, previtesstos por lei. Além disso, os fabricantes precisarão informar, de forma clara, a quantidade do ingrediente nos rótulos dos produtos vendidos no país, sejam eles nacionais ou importados.
A Lei nº 15.404/2026, que define critérios para a
produção, classificação e rotulagem de produtos derivados de cacau no Brasil,
está publicada na edição desta segunda-feira (11) do Diário Oficial da União. A norma entra
passa a vigorar em 360 dias, período em que a indústria deverá se
adaptar às novas exigências.
Um dos
principais avanços previstos é a obrigatoriedade de informar nos rótulos o
percentual total de cacau do produto. De acordo com a lei, a indicação deverá
aparecer na parte frontal da embalagem,
ocupando pelo menos 15% da área e com destaque suficiente para facilitar a
leitura.
A informação será apresentada no formato “Contém X%
de cacau”, de acordo com os percentuais a seguir:
- Cacau
em pó: mínimo
de 10% de manteiga de cacau;
- Chocolate
em pó: mínimo
de 32% de sólidos totais de cacau;
- Chocolate
ao leite: no
mínimo 25% de sólidos totais de cacau e 14% de sólidos totais de leite ou
derivados;
- Chocolate
branco: no
mínimo 20% de manteiga de cacau e 14% de sólidos totais de leite.
- Achocolatado
ou cobertura: mínimo de 15% de sólidos de cacau ou 15% de
manteiga de cacau.
O texto também proíbe práticas que possam induzir o
consumidor ao erro, como o uso de imagens, cores ou expressões que sugiram
tratar-se de chocolate quando o produto não atende aos critérios estabelecidos.
Em caso de descumprimento das regras, os responsáveis
estarão sujeitos às sanções previstas no Código de Defesa do Consumidor, além
de outras penalidades sanitárias e legais cabíveis.
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