alhos & bugalho
ITABUNA: MÉDICA DIZ QUE PREFERE JOGAR REMÉDIOS NO LIXO A DOAR PARA
ELEITORES DE LULA
A médica Juliana Pitanga, ginecologista e
obstetra de Itabuna, no sul da Bahia, provocou polêmica nas redes
sociais após uma publicação direcionada aos eleitores do presidente Lula (PT).
Na postagem, a profissional afirmou que
preferia jogar amostras de medicamentos no lixo a entregá-las a petistas.
Após a repercussão, o perfil da médica no
Instagram passou a ser privado.
A médica e o Cremeb foram procurados para
comentar o episódio, mas não haviam se manifestado até a publicação da
reportagem.
Até o momento, não há confirmação de que
pacientes tenham efetivamente deixado de receber medicamentos ou atendimento
por causa de suas escolhas eleitorais.
UFSB ABRE CADASTRO PARA BOLSAS E AUXÍLIOS
ESTUDANTIS
A Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB) abrirá, de 3 a 9 de novembro, as inscrições no Cadastro Proaf, requisito para que estudantes em vulnerabilidade socioeconômica concorram às bolsas e aos auxílios do Programa de Apoio à Permanência (PAP).
Podem participar alunos com matrícula ativa e renda
familiar bruta de até um salário mínimo por pessoa. A oportunidade alcança
estudantes do Campus Jorge Amado, em Itabuna. Os benefícios de assistência
estudantil ofertados atualmente pela Proaf são destinados à graduação.
A inscrição será feita no Sistema Integrado de Gestão
de Atividades Acadêmicas (SIGAA), pelo Portal do Discente, na opção Solicitação
de Auxílio/Bolsa do menu Bolsa. Antes de solicitar o cadastro, o estudante deve
responder ao Questionário Socioeconômico.
São exigidos documentos pessoais do
estudante e dos integrantes do grupo familiar, comprovação de renda dos maiores
de 18 anos e a Declaração de Composição Familiar. Os arquivos deverão ser
enviados em PDF pelo SIGAA, com a declaração apresentada no ato da inscrição.
Esta edição atende quem vai fazer o cadastro ou
precisa renová-lo por estar próximo do vencimento. O cadastro homologado tem
validade de 2 anos.
A UFSB promoverá plantões de dúvidas on-line em 4 de
novembro, das 18h às 19h, e em 6 de novembro, das 14h às 15h. A página do Cadastro Proaf reúne o acesso à sala virtual, o manual e a documentação exigida.
Dúvidas também podem ser encaminhadas para cadastroproaf@ufsb.edu.br.
Cacau abre mercados para o Brasil, mas chocolate pode voltar a ser artigo de luxo devido à crise climática
Do pé de cacau à barra de chocolate, o Brasil hoje domina toda a cadeia de produção e aposta cada vez mais na qualidade para conquistar mercados internacionais.
Do pé de cacau à barra de chocolate, o Brasil hoje domina toda a cadeia de produção e aposta cada vez mais na qualidade para conquistar mercados internacionais. E o cacau brasileiro carrega um diferencial que vai além do sabor: ele ajuda a preservar a floresta.
Quem explica é André Luiz Carvalho Scampini,
secretário-executivo da Associação dos Cacauicultores do Espírito Santo (ACAU).
Segundo ele, uma das formas mais tradicionais de cultivo é a cabruca, sistema
em que o fruto é plantado sob a cobertura da mata nativa.
Scampini
lembra que a planta é originária da Amazônia e se desenvolve naturalmente à
sombra das árvores. Segundo ele, esse modelo de cultivo está diretamente ligado
à origem do fruto.
"O
cacau é um fruto da Amazônia brasileira. Ele não é sul-americano. Ele surgiu na
Amazônia brasileira e, ao longo dos séculos, os indígenas foram levando as
sementes pelo continente até chegar ao México. Quando os espanhóis chegaram ao
México, conheceram o cacau através dos astecas. Mas a origem do cacau é a
Amazônia brasileira. Tanto é que o cacau é primo do cupuaçu", explica.
Por
ter surgido em ambiente florestal, o cacau se desenvolve melhor sob a proteção
de árvores maiores. "Então ele está acostumado a ficar à sombra das
grandes árvores. Ele está acostumado com a água", acrescenta.
O sistema conhecido como cabruca surgiu muito antes de existir legislação ambiental ou debates sobre sustentabilidade. No sul da Bahia e no Espírito Santo, produtores mantiveram áreas de Mata Atlântica em pé justamente para cultivar o cacau.
"Então ele foi plantado
dentro da Mata Atlântica. Se hoje na Bahia e no Espírito Santo existe Mata
Atlântica, agradeça ao cacau, porque o produtor escolheu. Ele decidiu manter a
mata para plantar cacau", afirma Scampini.
O
Espírito Santo também aposta na valorização da origem do produto. Linhares, no
norte do estado, recebeu a primeira indicação geográfica brasileira para
amêndoas de cacau.
"Nós
temos a indicação geográfica, o Cacau Linhares. A indicação geográfica é a
mesma coisa que champanhe, bordô, Borgonha ou Serra da Canastra. A nossa é a
pioneira."
Segundo
Scampini, as características naturais da região conferem qualidades únicas ao
produto.
"Existe
o terroir, que é o microclima, a qualidade da terra e a qualidade da água, que
tornam a amêndoa de cacau produzida em Linhares diferente. Então ela é mais
aromática, mais frutada, tem um sabor mais suave e uma maior concentração de
manteiga de cacau."
A
estratégia agora é levar essa qualidade para novos mercados.
"Então, assim, nós temos qualidade. E, se nós temos qualidade,
vamos apresentar essa qualidade ao mundo. Vamos levar essa qualidade para a
Europa também. Estamos de olho na Ásia, que é um mercado que está crescendo
muito. Por isso estamos presentes aqui no Salão do Chocolate, para nos
apresentar."
Salão do Chocolate em Paris
Produtores brasileiros, especialmente do Pará, da Bahia e do Espírito Santo, participam do Salão do Chocolate e da Patisserie, em Paris, entre os dias 28 de outubro e 1º de novembro. Chocolate em barra, em pasta e em calda: durante cinco dias, o público pode degustar diferentes produtos e acompanhar concursos que premiam as melhores receitas de confeitaria.
“Nesses eventos, vamos evoluindo a nossa produção de cacau, vai
melhorando e conseguimos comercializar de forma mais rápida a nossa amêndoa e
nossos subprodutos”, afirma Ivaldo de Santana, expositor do Pará.
Mas o setor também reivindica uma remuneração mais justa para os
produtores. Em entrevista à RFI, Marco Lessa, coordenador da missão brasileira
em Paris, defende uma melhor distribuição dos ganhos ao longo da cadeia
produtiva.
“A luta maior é para que haja um preço justo, seja para o cacau
brasileiro como o africano e do mundo inteiro. O produtor tem que ter uma
participação maior que a matéria-prima, o protagonista é o produtor de cacau”,
diz.
Segundo ele, "não faz sentido que de uma barra de chocolate, só 7% do preço dela é do produtor". “É importante que os consumidores saibam, ao comer, e ao comprar, o impacto disso na vida das pessoas”, completa.
Brasil cacau amplia parceria com a Fini e lança sobremesas nas cafeterias
A Brasil Cacau ampliou sua parceria com a Fini e levou os sabores das balas de gelatina ao cardápio de suas cafeterias. A Temporada Fini Beijos reúne milkshake, sundae e cascão preparados com calda inspirada na bala e finalizados com os próprios doces. A campanha está disponível nas lojas físicas da rede em todo o país até 31 de dezembro.
A nova etapa
também inclui dois chocolates: o Tablete Fini Dentaduras, de 90 gramas,
recheado com creme de morango e framboesa, e a Trufa Fini Beijos, de 25 gramas,
com recheio de morango e nata e cobertura de chocolate ao leite. Os preços dos
lançamentos não foram divulgados.
O movimento
fortalece uma frente relevante para o negócio. Segundo Luigi Segatto, head de
marketing da Brasil Cacau, as cafeterias respondem por 20% do faturamento da
marca. A expansão da parceria busca ampliar a experiência dos consumidores e
consolidar a atuação da empresa em lançamentos conjuntos com outras marcas.
Da Páscoa ao
consumo nas lojas
A parceria
entre Brasil Cacau e Fini começou na Páscoa de 2026, com produtos exclusivos
que combinaram chocolate e sabores conhecidos das balas. Segundo a companhia, a
aceitação de um dos itens sazonais permitiu sua incorporação ao portfólio
regular, abrindo espaço para a continuidade da colaboração.
Agora, a
proposta avança para o consumo imediato nas cafeterias. Para Gabriela
Guerreiro, diretora de marketing Brasil da The Fini Company, a iniciativa cria
uma nova ocasião de consumo e aproxima a marca do público por meio da
experimentação de diferentes produtos.
A estratégia
dá sequência às temporadas temáticas da Brasil Cacau, que anteriormente
apresentou a linha Moça Brigadeiro, associada à marca da Nestlé. A Brasil Cacau
integra o Grupo CRM, também proprietário da Kopenhagen, adquirido pela
multinacional suíça em operação concluída em 2024.
Para o varejo
de chocolates, a iniciativa mostra como as parcerias entre marcas podem ampliar
o portfólio e criar motivos adicionais para a visita às lojas. Ao combinar
chocolates de prateleira e sobremesas preparadas para consumo no local, a
Brasil Cacau busca estender o relacionamento com o consumidor para além das
principais datas comemorativas.
Flash do Dia
Pensamento
do Dia
Dia
De
Santo
do Dia
Causo
do Dia
Culpa é de
JK
A vidente mineira Leila Alckmin ficou famosa, em 1989, quando previu a vitória do candidato do PL à Presidência da República, Guilherme Afif Domingos. Detalhe: quem teria relatado a ela como seria o desfecho da eleição foi o espírito do falecido presidente Juscelino Kubistchek.
Afif não venceu, sequer foi para o segundo turno, mas a vidente
carregava na ponta da língua a explicação para o seu fiasco: “Eu nunca disse
que Afif seria o presidente. Quem garantiu isso foi JK”. Ah, bom.










