domingo, 1 de novembro de 2026

Cacau abre mercados para o Brasil, mas chocolate pode voltar a ser artigo de luxo devido à crise climática

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ITABUNA: MÉDICA DIZ QUE PREFERE JOGAR REMÉDIOS NO LIXO A DOAR PARA ELEITORES DE LULA


A médica Juliana Pitanga, ginecologista e obstetra de Itabuna, no sul da Bahia, provocou polêmica nas redes sociais após uma publicação direcionada aos eleitores do presidente Lula (PT).

Na postagem, a profissional afirmou que preferia jogar amostras de medicamentos no lixo a entregá-las a petistas.

Após a repercussão, o perfil da médica no Instagram passou a ser privado.

A médica e o Cremeb foram procurados para comentar o episódio, mas não haviam se manifestado até a publicação da reportagem.

Até o momento, não há confirmação de que pacientes tenham efetivamente deixado de receber medicamentos ou atendimento por causa de suas escolhas eleitorais.

UFSB ABRE CADASTRO PARA BOLSAS E AUXÍLIOS ESTUDANTIS


A Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB) abrirá, de 3 a 9 de novembro, as inscrições no Cadastro Proaf, requisito para que estudantes em vulnerabilidade socioeconômica concorram às bolsas e aos auxílios do Programa de Apoio à Permanência (PAP).

Podem participar alunos com matrícula ativa e renda familiar bruta de até um salário mínimo por pessoa. A oportunidade alcança estudantes do Campus Jorge Amado, em Itabuna. Os benefícios de assistência estudantil ofertados atualmente pela Proaf são destinados à graduação.

A inscrição será feita no Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas (SIGAA), pelo Portal do Discente, na opção Solicitação de Auxílio/Bolsa do menu Bolsa. Antes de solicitar o cadastro, o estudante deve responder ao Questionário Socioeconômico.

São exigidos documentos pessoais do estudante e dos integrantes do grupo familiar, comprovação de renda dos maiores de 18 anos e a Declaração de Composição Familiar. Os arquivos deverão ser enviados em PDF pelo SIGAA, com a declaração apresentada no ato da inscrição.

Esta edição atende quem vai fazer o cadastro ou precisa renová-lo por estar próximo do vencimento. O cadastro homologado tem validade de 2 anos.

A UFSB promoverá plantões de dúvidas on-line em 4 de novembro, das 18h às 19h, e em 6 de novembro, das 14h às 15h. A página do Cadastro Proaf reúne o acesso à sala virtual, o manual e a documentação exigida. Dúvidas também podem ser encaminhadas para cadastroproaf@ufsb.edu.br.

Cacau abre mercados para o Brasil, mas chocolate pode voltar a ser artigo de luxo devido à crise climática


Do pé de cacau à barra de chocolate, o Brasil hoje domina toda a cadeia de produção e aposta cada vez mais na qualidade para conquistar mercados internacionais.

Do pé de cacau à barra de chocolate, o Brasil hoje domina toda a cadeia de produção e aposta cada vez mais na qualidade para conquistar mercados internacionais. E o cacau brasileiro carrega um diferencial que vai além do sabor: ele ajuda a preservar a floresta.

Quem explica é André Luiz Carvalho Scampini, secretário-executivo da Associação dos Cacauicultores do Espírito Santo (ACAU). Segundo ele, uma das formas mais tradicionais de cultivo é a cabruca, sistema em que o fruto é plantado sob a cobertura da mata nativa.

Scampini lembra que a planta é originária da Amazônia e se desenvolve naturalmente à sombra das árvores. Segundo ele, esse modelo de cultivo está diretamente ligado à origem do fruto.

"O cacau é um fruto da Amazônia brasileira. Ele não é sul-americano. Ele surgiu na Amazônia brasileira e, ao longo dos séculos, os indígenas foram levando as sementes pelo continente até chegar ao México. Quando os espanhóis chegaram ao México, conheceram o cacau através dos astecas. Mas a origem do cacau é a Amazônia brasileira. Tanto é que o cacau é primo do cupuaçu", explica.

Por ter surgido em ambiente florestal, o cacau se desenvolve melhor sob a proteção de árvores maiores. "Então ele está acostumado a ficar à sombra das grandes árvores. Ele está acostumado com a água", acrescenta.

O sistema conhecido como cabruca surgiu muito antes de existir legislação ambiental ou debates sobre sustentabilidade. No sul da Bahia e no Espírito Santo, produtores mantiveram áreas de Mata Atlântica em pé justamente para cultivar o cacau.

"Então ele foi plantado dentro da Mata Atlântica. Se hoje na Bahia e no Espírito Santo existe Mata Atlântica, agradeça ao cacau, porque o produtor escolheu. Ele decidiu manter a mata para plantar cacau", afirma Scampini.

O Espírito Santo também aposta na valorização da origem do produto. Linhares, no norte do estado, recebeu a primeira indicação geográfica brasileira para amêndoas de cacau.

"Nós temos a indicação geográfica, o Cacau Linhares. A indicação geográfica é a mesma coisa que champanhe, bordô, Borgonha ou Serra da Canastra. A nossa é a pioneira."

Segundo Scampini, as características naturais da região conferem qualidades únicas ao produto.

"Existe o terroir, que é o microclima, a qualidade da terra e a qualidade da água, que tornam a amêndoa de cacau produzida em Linhares diferente. Então ela é mais aromática, mais frutada, tem um sabor mais suave e uma maior concentração de manteiga de cacau."

A estratégia agora é levar essa qualidade para novos mercados.

"Então, assim, nós temos qualidade. E, se nós temos qualidade, vamos apresentar essa qualidade ao mundo. Vamos levar essa qualidade para a Europa também. Estamos de olho na Ásia, que é um mercado que está crescendo muito. Por isso estamos presentes aqui no Salão do Chocolate, para nos apresentar."

Salão do Chocolate em Paris


Produtores brasileiros, especialmente do Pará, da Bahia e do Espírito Santo, participam do Salão do Chocolate e da Patisserie, em Paris, entre os dias 28 de outubro e 1º de novembro. Chocolate em barra, em pasta e em calda: durante cinco dias, o público pode degustar diferentes produtos e acompanhar concursos que premiam as melhores receitas de confeitaria.

“Nesses eventos, vamos evoluindo a nossa produção de cacau, vai melhorando e conseguimos comercializar de forma mais rápida a nossa amêndoa e nossos subprodutos”, afirma Ivaldo de Santana, expositor do Pará.

Mas o setor também reivindica uma remuneração mais justa para os produtores. Em entrevista à RFI, Marco Lessa, coordenador da missão brasileira em Paris, defende uma melhor distribuição dos ganhos ao longo da cadeia produtiva.

“A luta maior é para que haja um preço justo, seja para o cacau brasileiro como o africano e do mundo inteiro. O produtor tem que ter uma participação maior que a matéria-prima, o protagonista é o produtor de cacau”, diz.

Segundo ele, "não faz sentido que de uma barra de chocolate, só 7% do preço dela é do produtor". “É importante que os consumidores saibam, ao comer, e ao comprar, o impacto disso na vida das pessoas”, completa.

Brasil cacau amplia parceria com a Fini e lança sobremesas nas cafeterias


A Brasil Cacau ampliou sua parceria com a Fini e levou os sabores das balas de gelatina ao cardápio de suas cafeterias. A Temporada Fini Beijos reúne milkshake, sundae e cascão preparados com calda inspirada na bala e finalizados com os próprios doces. A campanha está disponível nas lojas físicas da rede em todo o país até 31 de dezembro.

A nova etapa também inclui dois chocolates: o Tablete Fini Dentaduras, de 90 gramas, recheado com creme de morango e framboesa, e a Trufa Fini Beijos, de 25 gramas, com recheio de morango e nata e cobertura de chocolate ao leite. Os preços dos lançamentos não foram divulgados.

O movimento fortalece uma frente relevante para o negócio. Segundo Luigi Segatto, head de marketing da Brasil Cacau, as cafeterias respondem por 20% do faturamento da marca. A expansão da parceria busca ampliar a experiência dos consumidores e consolidar a atuação da empresa em lançamentos conjuntos com outras marcas.

Da Páscoa ao consumo nas lojas

A parceria entre Brasil Cacau e Fini começou na Páscoa de 2026, com produtos exclusivos que combinaram chocolate e sabores conhecidos das balas. Segundo a companhia, a aceitação de um dos itens sazonais permitiu sua incorporação ao portfólio regular, abrindo espaço para a continuidade da colaboração.

Agora, a proposta avança para o consumo imediato nas cafeterias. Para Gabriela Guerreiro, diretora de marketing Brasil da The Fini Company, a iniciativa cria uma nova ocasião de consumo e aproxima a marca do público por meio da experimentação de diferentes produtos.

A estratégia dá sequência às temporadas temáticas da Brasil Cacau, que anteriormente apresentou a linha Moça Brigadeiro, associada à marca da Nestlé. A Brasil Cacau integra o Grupo CRM, também proprietário da Kopenhagen, adquirido pela multinacional suíça em operação concluída em 2024.

Para o varejo de chocolates, a iniciativa mostra como as parcerias entre marcas podem ampliar o portfólio e criar motivos adicionais para a visita às lojas. Ao combinar chocolates de prateleira e sobremesas preparadas para consumo no local, a Brasil Cacau busca estender o relacionamento com o consumidor para além das principais datas comemorativas.

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Culpa é de JK


A vidente mineira Leila Alckmin ficou famosa, em 1989, quando previu a vitória do candidato do PL à Presidência da República, Guilherme Afif Domingos. Detalhe: quem teria relatado a ela como seria o desfecho da eleição foi o espírito do falecido presidente Juscelino Kubistchek.

Afif não venceu, sequer foi para o segundo turno, mas a vidente carregava na ponta da língua a explicação para o seu fiasco: “Eu nunca disse que Afif seria o presidente. Quem garantiu isso foi JK”. Ah, bom.

Charge do Dia


Priskas Eras


Rosângela Pinto - Desfile da Primavera

Publicação simultânea: correioitajuipense.blogspot.com – academiaalcooldeitajuipe.blogspot.com e correioitajuipensedenoticias.blogspot.com (Tribuna do Almada é notícias). “Vou Afiar a Agulha e Bater o Martelo! Ponto Final.

 

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