sexta-feira, 3 de julho de 2026

Expocacau 2026 apresenta programação e detalhes da feira agrícola

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Expocacau 2026 apresenta programação e detalhes da feira agrícola

 


Fórum Anual do Cacau, Arena do Conhecimento, cursos e grande feira de negócios fazem parte da programação do evento, que acontece de 25 a 27 de agosto, em Ilhéus (BA)

Quem atua na cadeia do cacau já pode se preparar para três dias de muito conhecimento, conexões e oportunidades de negócios. De 25 a 27 de agosto, Ilhéus (BA) recebe a 2ª ExpoCacau, realizada pelo CocoaAction Brasil, juntamente com Governo do Estado da Bahia e Prefeitura de Ilhéus, considerada a maior feira de negócios da cacauicultura brasileira. Voltada ao setor cacaueiro, a feira reunirá produtores, especialistas, empresas, entidades, organizações e representantes de governo para três dias de encontros, conteúdo técnico e ampla feira agrícola, com expositores de insumos, equipamentos, serviços e tecnologias.

Com uma programação robusta e ainda mais dinâmica este ano, a ExpoCacau sediará o 8º Fórum Anual do Cacau, o V Encontro Nacional de Viveiristas de Cacau, a inédita Arena do Conhecimento, além de cursos e oficinas técnicas para produtores e interessados da cadeia, em conjunto com parceiros. 

A expectativa é receber 8 mil visitantes de todos os elos da cadeia produtiva e mais de 60 expositores na feira de negócios. Entre as empresas expositoras já confirmadas estão: Adama, Antonio Carraro, Barry Callebaut, Bayer, Biotrop, Cargill, Fralía, Módulo Rural, Gencau, Construsolar, Eco Estufas, JC Triciclos Agrícolas, Khrin, Plant Fort, Mars Wrigley, Motral, Multitécnica, Nestlé Cocoa Plan, Netafim, Ofi, Peterson Solutions, Rainforest Alliance, StoneX, Labor Rural, Timac Agro, Tramontini, Santa Clara, Stihl, Syngenta, XAG, Yara.

A ExpoCacau tem apoio de:

  • Patrocinadores Diamante: Cargill, Fralía, Módulo Rural, Ofi
  • Patrocinadores Ouro: Barry Callebaut, Gencau, Mars, Netafim, Yara

Destaques da programação

 8º Fórum Anual do Cacau 

  25 e 26 de agosto (14h às 16h) | 27 de agosto (10h às 12h)

O Fórum reunirá especialistas para discutir temas que impactam diretamente a produção e a competitividade da cacauicultura brasileira. Alguns dos assuntos a serem abordados são:

  • Manejo eficiente para mais rentabilidade
  • Manejo integrado de pragas e doenças
  • Produtividade e irrigação
  • Fertilidade do solo & adubação
  • Pós-colheita e qualidade das amêndoas
  • Sistemas integrados: cacau e frutíferas
  • Mercado e perspectivas para o setor

 Entre os palestrantes do Fórum, o pesquisador da Embrapa Adriano Venturieri apresentará os resultados do estudo “Mapeamento das áreas de cacauicultura nos estados do Pará e Rondônia”, trazendo dados atualizados sobre a expansão sustentável das lavouras no Pará e, pela primeira vez, um panorama da produção de cacau em Rondônia.

Arena do Conhecimento

  25 a 27 de agosto | 10h às 18h 

Novidade desta edição, a Arena do Conhecimento funcionará durante todo o dia, com palestras curtas e técnicas sobre diferentes temas por especialistas e marcas patrocinadoras do evento, apresentando seus programas, produtos e serviços para o produtor. O espaço no estilo arena ficará na área de exposições.


V Encontro Nacional de Viveiristas de Cacau

 26 de agosto | 10h às 12h

O encontro reunirá viveiristas e especialistas de diversas regiões para discutir um dos principais desafios da expansão da cacauicultura: a oferta de mudas de qualidade. Entre os temas previstos estão:

  • Renovação e readequação das cabrucas
  • Diversificação dos sistemas de cultivo
  • Melhoramento genético
  • Certificação de mudas
A Expo também oferecerá capacitação técnica, com cursos e oficinas. Haverá atividades gratuitas, promovidas por instituições como CEPLAC, OIT e SIT (Secretaria de Inspeção do Trabalho), além de cursos pagos, como o de Classificação de Amêndoas, promovido pelo CIC e o curso de Gestão Agrícola para propriedades rurais, pela Labor Rural. As vagas para os cursos são limitadas (novidades em breve). As inscrições para a ExpoCacau são gratuitas e devem ser feitas pelo site: www.expocacau.com.br

Sobre a ExpoCacau

Voltada a produtores de cacau, a ExpoCacau nasceu para acelerar o avanço sustentável no setor, por meio do aumento de produtividade, novas tecnologias, inovação e conhecimento. Em sua primeira edição em 2025, a feira recebeu 6 mil participantes, provenientes de 24 estados e do Distrito Federal, e gerou aproximadamente R$ 240 milhões em negócios. O evento também alcançou grande repercussão, com mais de 1 milhão de visualizações nas redes sociais e 120 inserções na mídia, incluindo reportagens, entrevistas, podcasts e cobertura de veículos regionais e nacionais. A ExpoCacau é uma realização do CocoaAction Brasil, iniciativa público-privada da Fundação Mundial do Cacau (WCF), com co-realização do Governo da Bahia e Prefeitura de Ilhéus. 

 

SERVIÇO

ExpoCacau 2026

 Centro de Convenções de Ilhéus
Av. Soares Lopes, 1597 – Centro, Ilhéus – BA

 25 a 27 de agosto, 2026

 9h às 19h

 Inscrições: https://www.expocacau.com.br

 Instagram: @expocacau

 Empresas interessadas em patrocinar e expor na ExpoCacau podem entrar em contato com Guilherme Salata, da equipe CocoaAction: guilhermesalata@peaconsult.com.br.

 

Lula e Jerônimo participam de ato simbólico para cravação da primeira estaca da Ponte Salvador–Ilha de Itaparica


Um dos maiores projetos de infraestrutura do país entrou oficialmente na fase de construção nesta quarta-feira (1º). Em Vera Cruz, o governador Jerônimo Rodrigues e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva participaram do ato simbólico de cravação da primeira estaca da Ponte Salvador–Ilha de Itaparica, responsável por transformar a mobilidade, ampliar a integração regional e impulsionar o desenvolvimento econômico da Bahia. A cerimônia contou ainda com a presença da ministra da Casa Civil, Miriam Belchior.

Durante o evento, Lula e Jerônimo também assinaram um protocolo de intenções que viabiliza a transferência de recursos federais destinados aos aportes públicos para a implantação do Sistema Viário Oeste Ponte Salvador–Ilha de Itaparica.

Segundo o presidente Lula, “a Bahia tem hoje um governo muito comprometido, que pode entrar para a história por duas razões: a primeira é por ter coragem de realizar a maior ponte da América Latina; a segunda é ter coragem de impedir que a especulação destrua aquilo que vocês querem preservar. O desenvolvimento precisa trazer oportunidade e bem-estar para quem já vive aqui”.

Bahia registra queda de 20% nas mortes violentas no primeiro semestre de 2026

 


A Bahia registrou redução de 20,5% nas mortes violentas — incluindo homicídios, latrocínios e lesões corporais seguidas de morte — no primeiro semestre de 2026, em comparação com o mesmo período do ano passado. Os dados foram apresentados nesta quarta-feira (1º), durante o balanço da Segurança Pública.

Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP-BA), o resultado é atribuído a ações de combate ao crime organizado e ao trabalho preventivo das forças policiais. No período entre janeiro e junho, foram realizadas cerca de 500 operações.

O levantamento aponta que 424 vidas teriam sido preservadas no estado durante o semestre.
A capital baiana apresentou a maior redução no índice de mortes violentas, com queda de 29,7%. Em seguida aparecem a Região Metropolitana de Salvador, com redução de 29,6%, e o interior do estado, com queda de 16,5%.

O secretário da Segurança Pública, Marcelo Werner, afirmou que as ações integradas entre forças estaduais, federais e municipais contribuíram para a redução dos índices. Ele destacou ainda a apreensão de armas e drogas, além do combate ao patrimônio de organizações criminosas.

Segundo a SSP, cerca de R$ 164 milhões em ativos foram alcançados em operações contra o crime organizado.

CNPJ com letras começa a ser emitido em 31 de julho


Empresas já cadastradas não precisarão alterar o número

A Receita Federal começará a emitir, a partir de 31 de julho, o novo Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) em formato alfanumérico, anunciou nesta quinta-feira (2) o órgão. A principal mudança é que os novos cadastros poderão combinar letras e números, mantendo o total de 14 caracteres.

A alteração vale apenas para novos registros. Empresas que já têm CNPJ não terão o número alterado e não precisarão fazer qualquer atualização cadastral por causa da mudança.

Segundo a Receita Federal, a adoção do novo modelo, anunciado em outubro de 2024, é necessária para ampliar a quantidade de combinações disponíveis e garantir a continuidade da emissão de CNPJ nos próximos anos.

O que muda

Atualmente, todos os CNPJ são formados apenas por números. Com o novo modelo, as inscrições poderão conter letras e números na mesma sequência.

Mesmo assim, o CNPJ continuará com 14 caracteres. As oito primeiras posições identificarão a empresa, as quatro seguintes indicarão o estabelecimento como matriz ou filial e os dois últimos dígitos continuarão sendo numéricos, usados para verificar a autenticidade da inscrição.

Na prática, a mudança amplia significativamente o número de combinações possíveis, evitando o esgotamento da numeração disponível.

Quem será afetado

A mudança vale apenas para empresas que receberem um novo CNPJ após o início da implantação.

Quem já tem um CNPJ continuará utilizando exatamente o mesmo número. Não será necessário solicitar novo cadastro, atualizar documentos ou alterar contratos por causa da mudança.

Além disso, o processo de abertura de empresas permanece o mesmo. A única diferença é que alguns novos CNPJ poderão ser emitidos com letras.

Durante a transição, os CNPJ numéricos e os alfanuméricos coexistirão. Os dois formatos serão aceitos normalmente por órgãos públicos, bancos, juntas comerciais e demais instituições. Os cadastros atuais continuarão válidos por tempo indeterminado.

A Receita também informa que nem todos os novos registros passarão imediatamente a receber letras. Como ainda existem milhões de combinações exclusivamente numéricas disponíveis, novos CNPJ apenas com números continuarão sendo emitidos.

Por que mudar?

Segundo a Receita Federal, cerca de 69 milhões das quase 100 milhões de combinações possíveis do modelo exclusivamente numérico já foram utilizadas.

Com o crescimento constante da abertura de empresas, foi necessário criar um formato que ofereça muito mais possibilidades de identificação, sem alterar os cadastros já existentes nem interromper serviços públicos.

Embora os empresários não precisem alterar seus CNPJ, a Receita recomenda que empresas, bancos, órgãos públicos e desenvolvedores de sistemas atualizem seus programas e cadastros para aceitar inscrições com letras.

A adaptação é importante para evitar falhas em sistemas de emissão de notas fiscais, cadastros de clientes e fornecedores, contratos, plataformas de pagamento e demais aplicações que atualmente aceitam apenas números no campo destinado ao CNPJ.

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quinta-feira, 2 de julho de 2026

ITAJUÍPE: O LAGO REFLETE BELEZA. OS NÚMEROS REFLETEM UM ALERTA.

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ITAJUÍPE: O LAGO REFLETE BELEZA. OS NÚMEROS REFLETEM UM ALERTA.



Uma cidade que precisa decidir se quer apenas preservar sua história ou construir seu futuro.

Há cidades que impressionam pela força de sua economia. Outras pela beleza de sua paisagem. Itajuípe consegue fazer as duas coisas ao mesmo tempo mas apenas uma delas continua crescendo.

Quem chega à cidade pela primeira vez dificilmente esquece o Lago Humberto Badaró. Poucos municípios do interior baiano possuem um cartão-postal tão bonito logo na entrada. A paisagem transmite tranquilidade, identidade e orgulho.

Mas cidades não vivem de paisagens.

Vivem de empregos.

Vivem de investimentos.

Vivem de oportunidades.

E é justamente quando olhamos para os indicadores oficiais que percebemos um contraste que merece atenção.

Enquanto o lago continua sendo um símbolo da cidade, os números mostram que Itajuípe perdeu população, cresce abaixo da média regional e ainda depende excessivamente da máquina pública para movimentar sua economia.

Essa não é uma opinião.

São dados.

Segundo o último Censo do IBGE, Itajuípe possui hoje 18.781 habitantes. Em relação ao levantamento anterior, o município perdeu mais de 10% da população.

Uma cidade não perde moradores por acaso.

Quando jovens deixam sua terra natal, normalmente procuram aquilo que não conseguem encontrar onde nasceram: emprego, renda e perspectivas de crescimento.

Esse talvez seja hoje o maior desafio de Itajuípe.

O potencial sempre existiu. O desenvolvimento, nem tanto.

Poucos municípios do sul da Bahia ocupam uma posição geográfica tão estratégica.

Quem segue para Coaraci, Almadina, Itapitanga, distritos de Ilhéus como Inema e Pimenteira, ou diversas comunidades da região, inevitavelmente passa por Itajuípe.

São milhares de pessoas circulando diariamente.

Esse fluxo deveria movimentar comércio, serviços, turismo e novos investimentos.

Mas ainda está muito distante disso.

O município registra um PIB de aproximadamente R$ 382 milhões, com renda per capita inferior às médias da Bahia e da própria região Ilhéus-Itabuna.

Enquanto outros municípios buscam diversificar suas economias, Itajuípe ainda depende fortemente da administração pública como principal empregadora.

Mais de mil empregos formais estão concentrados no setor público.

Isso revela uma realidade preocupante.

Quando uma cidade depende quase exclusivamente do poder público para gerar renda, ela se torna economicamente vulnerável.

O problema não é apenas conseguir investimentos.

É conseguir transformar investimento em desenvolvimento. Seria injusto afirmar que Itajuípe não recebeu investimentos.

Recebeu.

Somente recentemente, o Governo da Bahia destinou mais de R$ 14 milhões, principalmente para a construção do novo Colégio Estadual de Tempo Integral.

Também houve investimentos em equipamentos esportivos, pavimentação e programas de saúde.

São obras importantes.

Mas surge uma pergunta inevitável.

Esses investimentos estão sendo capazes de transformar a economia local?

Porque desenvolvimento não se mede apenas por inaugurações.

Mede-se pela capacidade de manter os jovens na cidade.

De gerar empregos.

De fortalecer o comércio.

De atrair empresas.

De aumentar a arrecadação própria.

A vocação econômica precisa ser reinventada.

Durante décadas, Itajuípe prosperou impulsionada pelo cacau.

Como praticamente toda a região, sofreu os efeitos devastadores da vassoura-de-bruxa.

Mas a história mostra que cidades que conseguem se reinventar saem mais fortes das crises.

O cacau continua sendo uma riqueza.

Mas não pode continuar sendo praticamente a única identidade econômica do município.

O turismo pode crescer.

A indústria pode ser fortalecida.

O comércio regional pode se expandir.

A logística pode ser melhor aproveitada.

A futura Região Metropolitana do Sul da Bahia pode representar uma oportunidade histórica.

Mas nenhuma dessas transformações acontece espontaneamente.

É preciso planejamento.

É preciso liderança.

É preciso visão de futuro.

O lago continua bonito. A pergunta é: e a cidade?

O Índice Firjan classifica Itajuípe como município de desenvolvimento moderado.

Saúde e educação apresentam resultados relativamente positivos.

Mas emprego e renda continuam sendo o principal gargalo.

A infraestrutura também revela desafios.

Embora a coleta de lixo alcance mais de 90% dos domicílios e o abastecimento de água atenda boa parte da população, o saneamento ainda está longe do ideal.

Esses números ajudam a explicar por que muitos moradores enxergam oportunidades fora de Itajuípe.

Está na hora de voltar a pensar grande.

Este editorial não pretende desmerecer administrações passadas nem ignorar avanços conquistados.

Reconhecer investimentos é um dever.

Mas cobrar resultados também é.

Itajuípe possui localização privilegiada, tradição agrícola, patrimônio histórico, potencial turístico e importância regional.

Faltam menos recursos do que muitos imaginam.

Talvez falte um projeto de cidade.

Um planejamento capaz de responder uma pergunta simples:

Como queremos enxergar Itajuípe daqui a vinte anos?

Porque municípios não crescem apenas administrando o presente.
Crescem quando alguém tem coragem de planejar o futuro.

E talvez essa seja a discussão mais importante que Itajuípe precisa iniciar antes das próximas eleições.

Menos promessas.

Mais projeto.

Menos improviso.

Mais planejamento.

Porque cidades não são lembradas apenas pelas paisagens que possuem.

São lembradas pelas oportunidades que oferecem.

O Lago Humberto Badaró continuará sendo motivo de orgulho.

Agora falta fazer com que o restante da cidade acompanhe a grandeza do seu principal cartão-postal.

Itajuípe merece mais do que sobreviver. Merece voltar a crescer.


Fonte.: Thiago Viana Borges é Gestor Público (Aposentado) • Professor de Letras Vernáculas e Inglês • Editor • Redator e Consultor Político.

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quarta-feira, 1 de julho de 2026

CAPACITAÇÃO TÉCNICA EM PODA DE CACAUEIROS BUSCA AUMENTAR PRODUTIVIDADE E QUALIDADE DA LAVOURA NO SUL DA BAHIA

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CAPACITAÇÃO TÉCNICA EM PODA DE CACAUEIROS BUSCA AUMENTAR PRODUTIVIDADE E QUALIDADE DA LAVOURA NO SUL DA BAHIA


Com o objetivo de fortalecer o manejo e elevar a produtividade das lavouras de cacau, a Biofábrica da Bahia, em parceria com a Cappacitah, promove no dia 10 de julho a Capacitação Técnica em Poda de Cacaueiros. O evento será realizado na sede da Biofábrica, em Ilhéus, e as inscrições já estão abertas.

“Capacitar o agricultor na poda correta é investir na raiz da produção. Uma planta bem conduzida é uma planta mais saudável, que produz mais e com melhor qualidade de amêndoa. Isso impacta diretamente na renda da família no campo”, destaca Valdemir José, diretor da Biofábrica.

Voltada para produtores rurais, técnicos agrícolas, estudantes e trabalhadores do setor cacaueiro, a capacitação terá foco prático. Os participantes vão aprender a identificar os tipos de poda — de formação, limpeza, manutenção e reabilitação — além de conhecer as ferramentas adequadas e as técnicas de corte que favorecem a cicatrização e a longevidade do cacaueiro.

A iniciativa reforça o compromisso da Biofábrica da Bahia com o desenvolvimento agro-sócio-ambiental da região cacaueira, promovendo a transferência de tecnologia e conhecimento para quem está diretamente na roça.

Serviço:

O quê: Capacitação Técnica – Poda de Cacaueiros

Quando: 10 de julho

Onde: Biofábrica da Bahia

Inscrições: Pelo WhatsApp (73) 98138-9466 ou no site cappacitah.com.br/poda. Vagas limitadas. Do.: ipolitica.blog.br

Jerônimo Rodrigues condecora Dilma Rousseff com a maior honraria do estado da Bahia

Além da ex-presidente, o escritor Itamar Vieira Júnior, vencedor do Prêmio Jabuti e autor do romance Torto Arado, e o ator Othon Bastos também foram homenageados.

 


O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), concedeu a Ordem 2 de Julho – Libertadores da Bahia, a maior honraria do Estado, para a ex-presidente do Brasil, Dilma Rousseff. A homenagem foi oficializada no Diário Oficial do Estado (DOE) desta terça-feira (30).

Além de Dilma, também foram homenageados nomes como o escritor Itamar Vieira Júnior, vencedor do Prêmio Jabuti e autor do romance Torto Arado, e o ator Othon Bastos.

A condecoração homenageia pessoas e instituições que se destacaram pela atuação em defesa da liberdade, da democracia, dos direitos do povo baiano e por relevantes serviços prestados ao estado e ao país. A medalha é concedida em três graus: Grã-Cruz, Comendador e Cavaleiro.

Entre as personalidades conhecidas que já receberam a Ordem 2 de Julho – Libertadores da Bahia estão o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (primeiro homenageado com o grau de Grã-Cruz, em 2010), o ex-governador do estado Rui Costa, o senador Jaques Wagner, o senador Otto Alencar, o ex-governador Paulo Souto, a ministra da Cultura Margareth Menezes, as cantoras Maria Bethânia e Daniela Mercury, além de Bule Bule, Maria da Penha e Cacique Babau.

Instituída pela Lei nº 11.902, de 20 de abril de 2010, a Ordem 2 de Julho – Libertadores da Bahia é a mais alta honraria concedida pelo Governo da Bahia.

Bahia se aproxima de PIB de meio trilhão com obras que já produzem riqueza antes de serem concluídas


A Bahia está em obras. Não em uma frente isolada, mas em várias ao mesmo tempo. Há escolas sendo erguidas, hospitais em ampliação, estradas abertas, o metrô avançando para o Campo Grande, o VLT redesenhando o transporte do Subúrbio, a Ponte Salvador-Itaparica mobilizando uma das maiores intervenções de infraestrutura do estado, a BYD transformando a antiga área da Ford em Camaçari e projetos federais em ferrovias, portos, saneamento, energia e habitação. Essa simultaneidade ajuda a explicar por que a economia baiana se aproxima da marca de meio trilhão de reais. Estimativa do Escritório Técnico de Estudos Econômicos do Nordeste, do Banco do Nordeste, aponta que o PIB da Bahia pode ter alcançado R$ 495 bilhões em 2025, com alta nominal de 7,96% sobre 2024. O dado ainda não é oficial e será consolidado pelo IBGE apenas em 2027.

O número é uma fotografia. A história está nos canteiros. Uma escola começa a produzir PIB antes de ensinar: compra cimento, aço, vidro, cabos, computadores e equipamentos, contrata engenheiros, operários, transportadoras e fornecedores. Um hospital ampliado mobiliza tecnologia, mobiliário, medicamentos e serviços antes de receber pacientes. O mesmo acontece com rodovias, trilhos, linhas de transmissão, parques eólicos, fábricas e grandes obras de mobilidade. A riqueza começa a circular muito antes da entrega.

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Não é a mamãe


Carlos Lacerda fazia mais um discurso devastador, na Câmara dos Deputados, contra o “mar de lama” do governo Getúlio Vargas. A deputada Ivete Vargas, sobrinha do presidente, pedia – em vão – um aparte. Cansada da insistência e muito irritada, Ivete perdeu a paciência:

“F.D.P!” gritou ao microfone. Com sua estonteante rapidez de raciocínio, Lacerda respondeu na bucha: “Vossa Excelência é muito nova para ser minha mãe!”

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Teatro Castro Alves

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ACM Neto e Rueda recebiam 10% de aportes de previdências no Master, diz Vorcaro

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