quinta-feira, 14 de maio de 2026

MEL DE CACAU VIRA ALTERNATIVA À CRISE DA LAVOURA NO BAIXO-SUL DA BAHIA

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MEL DE CACAU VIRA ALTERNATIVA À CRISE DA LAVOURA NO BAIXO-SUL DA BAHIA


A queda no preço do cacau levou produtores do baixo-sul da Bahia a buscar novas formas de renda fora do mercado tradicional da commodity. A Coopermata, em Ituberá, aposta no mel de cacau, líquido extraído da polpa do fruto, como alternativa para enfrentar a retração da lavoura.

Segundo a cooperativa, o preço da arroba da amêndoa de cacau despencou 53% no primeiro trimestre deste ano, chegando a R$ 165. A redução provocou perdas de até 90% na lucratividade de produtores da região, conforme estimativa do grupo. A estratégia da Coopermata mira um mercado diferente do sistema tradicional de bolsas de commodities, voltado para bares, restaurantes, pousadas e chefs de cozinha.

PRATIGI SUSTENTÁVEL 

O mel de cacau é apresentado como um produto 100% vegano e com apelo gastronômico crescente. A produção integra o Projeto Pratigi Sustentável, criado em 2025 e financiado por instituições como BNDES, Instituto Votorantim e Aipê.

A iniciativa atende agricultores familiares e comunidades quilombolas. O projeto distribui freezers de 540 litros e prensas de inox para substituir equipamentos de madeira usados na extração do produto. A proposta inclui ainda a entrega de composteiras para produção de húmus de minhoca.

De acordo com a Coopermata, mais de 40 produtores são beneficiados diretamente, além de associações e coletivos informais. A vigência do projeto segue até 2027.

O diretor executivo da Coopermata, Josué Castro, informou que a cooperativa mantém um empório próprio, uma marca de chocolate fino chamada Pratigi e linhas de microcrédito para os associados. Segundo o gestor, a entidade também pesquisa formas de ampliar a conservação do mel de cacau, atualmente comercializado congelado.

ÁUDIO: FLÁVIO BOLSONARO PEDE DINHEIRO A VORCARO PARA FILME SOBRE O PAI, REVELA SITE


The Intercept Brasil publicou reportagem que revela negociação entre o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro para financiar o filme Dark Horse, produção biográfica sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Segundo a publicação, documentos e mensagens obtidos pelo portal indicam que o empresário teria prometido repassar cerca de 24 milhões de dólares para o projeto cinematográfico.

A reportagem afirma que pelo menos 10,6 milhões de dólares, o equivalente a cerca de R$ 61 milhões na cotação da época, teriam sido transferidos entre fevereiro e maio de 2025 em seis operações. O material inclui comprovantes bancários, cronogramas de pagamento e trocas de mensagens relacionadas aos aportes financeiros para a produção do longa-metragem, conforme o site.

De acordo com o Intercept, as negociações envolveram diretamente Flávio Bolsonaro e tiveram participação do deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro e do deputado federal Mario Frias, ambos do PL. As conversas revelariam cobranças sobre parcelas atrasadas, discussões sobre contratos e articulações para viabilizar transferências internacionais ligadas ao projeto.

As mensagens citadas pelo Intercept indicam que parte dos recursos teria sido enviada para o fundo Havengate Development Fund LP, registrado no Texas, nos Estados Unidos. Segundo a reportagem, o fundo é ligado a aliados de Eduardo Bolsonaro e teria recebido transferências feitas pela empresa Entre Investimentos e Participações, apontada nas investigações como parceira operacional de Vorcaro.

O ÁUDIO

A publicação afirma ainda que as conversas mostram preocupação da equipe do filme com atrasos nos pagamentos. Em um áudio atribuído a Flávio Bolsonaro, o senador teria alertado que o não cumprimento dos compromissos financeiros poderia comprometer contratos com profissionais internacionais envolvidos na produção, incluindo o ator Jim Caviezel e o diretor Cyrus Nowrasteh.

Preso de forma preventiva, Daniel Vorcaro é suspeito de operar esquema de fraude que causou prejuízo de R$ 47 bilhões ao Fundo Garantidor de Crédito (FGC). Leia a reportagem completa aqui.

Comissão aprova projeto que Comissão recoloca estado e município nas placas de veículos no Brasil

 


Um projeto de lei quer recolocar nomes de estado e município nas placas dos veículos, além da bandeira da unidade da federação.

A matéria foi aprovada nesta terça-feira (14) na Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados e segue para análise na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.


O Projeto de Lei 3214/23 é de autoria do Senador Esperidião Amim (PP-SC). O argumento usado pelo senador é que a informação na placa ajudaria as autoridades de trânsito e polícia a identificar com facilidade a origem de um veículo em casos de infrações, furtos, roubos e delitos relacionados ao veículo.

A aprovação do projeto foi recomendada pelo relator na comissão, deputado Hugo Leal (PSD-RJ). “A iniciativa também resgatará o significado cultural e identitário das placas, reforçando o senso de pertencimento à região e o orgulho local e facilitando a percepção pelos locais quando se tratar de veículos ‘de fora’”, afirmou Leal.


O deputado federal Hugo Leal esclareceu que o PL não obriga a troca de placa de nenhum veículo já emplacado e, portanto, não gera novos custos para os proprietários. Conforme o Art. 2º do PL, a mudança valerá apenas para novos emplacamentos realizados após a entrada em vigor da lei.

Para se tornar lei, o projeto tem de ser aprovado na Câmara e no Senado e, depois, ser sancionado pela Presidência da República.

Placa Mercosul

A placa padrão Mercosul passou a ser obrigatória no Brasil no início de 2020. Desde então, todos os veículos que passam por transferência de propriedade ou necessitam substituir a placa original adotam o novo modelo.

Uma das principais características da placa Mercosul é a diferente combinação de sete caracteres alfanuméricos. O padrão anterior era composto por três letras seguidas de quatro números,

Já o usado pela placa Mercosul introduz uma letra na posição do segundo número, ampliando significativamente as possibilidades de combinações.

À época da implementação, o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) justificou a mudança afirmando que o sistema antigo estava próximo de atingir seu limite de combinações possíveis.

Outra inovação relevante foi a substituição do lacre físico por um QR Code. Esse código armazena informações e características do veículo. Isso possibilita consultas em tempo real à base nacional, reforçando os mecanismos de segurança e rastreabilidade.
-.Por G1

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Publicação simultânea: correioitajuipense.blogspot.com – academiaalcooldeitajuipe.blogspot.com e correioitajuipensedenoticias.blogspot.com (Tribuna do Almada é notícias). “Vou Afiar a Agulha e Bater o Martelo! Ponto Final.

 

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