alhos & bugalhos
MEL
DE CACAU VIRA ALTERNATIVA À CRISE DA LAVOURA NO BAIXO-SUL DA BAHIA
A queda no preço do cacau levou produtores do baixo-sul da Bahia a buscar novas formas de renda fora do mercado tradicional da commodity. A Coopermata, em Ituberá, aposta no mel de cacau, líquido extraído da polpa do fruto, como alternativa para enfrentar a retração da lavoura.
Segundo a
cooperativa, o preço da arroba da amêndoa de cacau despencou 53% no primeiro
trimestre deste ano, chegando a R$ 165. A redução provocou perdas de até 90% na
lucratividade de produtores da região, conforme estimativa do grupo. A
estratégia da Coopermata mira um mercado diferente do sistema tradicional de
bolsas de commodities,
voltado para bares, restaurantes, pousadas e chefs de cozinha.
PRATIGI SUSTENTÁVEL
O mel de cacau é
apresentado como um produto 100% vegano e com apelo gastronômico crescente. A
produção integra o Projeto Pratigi Sustentável, criado em 2025 e financiado por
instituições como BNDES, Instituto Votorantim e Aipê.
A iniciativa atende agricultores familiares e
comunidades quilombolas. O projeto distribui freezers de 540 litros e prensas
de inox para substituir equipamentos de madeira usados na extração do produto.
A proposta inclui ainda a entrega de composteiras para produção de húmus de
minhoca.
De acordo com a
Coopermata, mais de 40 produtores são beneficiados diretamente, além de
associações e coletivos informais. A vigência do projeto segue até 2027.
O diretor
executivo da Coopermata, Josué Castro, informou que a cooperativa mantém um
empório próprio, uma marca de chocolate fino chamada Pratigi e linhas de
microcrédito para os associados. Segundo o gestor, a entidade também pesquisa
formas de ampliar a conservação do mel de cacau, atualmente comercializado
congelado.
ÁUDIO:
FLÁVIO BOLSONARO PEDE DINHEIRO A VORCARO PARA FILME SOBRE O PAI, REVELA SITE
O The Intercept Brasil publicou reportagem que revela negociação entre o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro para financiar o filme Dark Horse, produção biográfica sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Segundo a publicação, documentos e mensagens obtidos pelo portal indicam que o empresário teria prometido repassar cerca de 24 milhões de dólares para o projeto cinematográfico.
A reportagem
afirma que pelo menos 10,6 milhões de dólares, o equivalente a cerca de R$ 61
milhões na cotação da época, teriam sido transferidos entre fevereiro e maio de
2025 em seis operações. O material inclui comprovantes bancários, cronogramas
de pagamento e trocas de mensagens relacionadas aos aportes financeiros para a
produção do longa-metragem, conforme o site.
De acordo com o Intercept, as negociações envolveram
diretamente Flávio Bolsonaro e tiveram participação do deputado federal
licenciado Eduardo Bolsonaro e do deputado federal Mario Frias, ambos do PL. As
conversas revelariam cobranças sobre parcelas atrasadas, discussões sobre
contratos e articulações para viabilizar transferências internacionais ligadas
ao projeto.
As mensagens
citadas pelo Intercept indicam
que parte dos recursos teria sido enviada para o fundo Havengate Development
Fund LP, registrado no Texas, nos Estados Unidos. Segundo a reportagem, o fundo
é ligado a aliados de Eduardo Bolsonaro e teria recebido transferências feitas
pela empresa Entre Investimentos e Participações, apontada nas investigações
como parceira operacional de Vorcaro.
O ÁUDIO
A publicação
afirma ainda que as conversas mostram preocupação da equipe do filme com
atrasos nos pagamentos. Em um áudio atribuído a Flávio Bolsonaro, o senador
teria alertado que o não cumprimento dos compromissos financeiros poderia
comprometer contratos com profissionais internacionais envolvidos na produção,
incluindo o ator Jim Caviezel e o diretor Cyrus Nowrasteh.
Preso de forma
preventiva, Daniel Vorcaro é suspeito de operar esquema de fraude que causou
prejuízo de R$ 47 bilhões ao Fundo Garantidor de Crédito (FGC). Leia a reportagem
completa aqui.
Comissão
aprova projeto que Comissão recoloca estado e município nas placas de veículos
no Brasil
Um projeto de lei quer
recolocar nomes de estado e município nas placas dos veículos, além da bandeira
da unidade da federação.
A matéria foi aprovada nesta terça-feira (14) na Comissão de Viação e
Transportes da Câmara dos Deputados e segue para análise na Comissão de
Constituição e Justiça e de Cidadania.
O Projeto de Lei 3214/23 é de autoria do Senador Esperidião Amim (PP-SC). O
argumento usado pelo senador é que a informação na placa ajudaria as
autoridades de trânsito e polícia a identificar com facilidade a origem de um
veículo em casos de infrações, furtos, roubos e delitos relacionados ao
veículo.
A aprovação do projeto foi recomendada pelo relator na comissão, deputado Hugo
Leal (PSD-RJ). “A iniciativa também resgatará o significado cultural e
identitário das placas, reforçando o senso de pertencimento à região e o
orgulho local e facilitando a percepção pelos locais quando se tratar de
veículos ‘de fora’”, afirmou Leal.
O deputado federal Hugo Leal esclareceu que o PL não obriga a troca de placa de
nenhum veículo já emplacado e, portanto, não gera novos custos para os
proprietários. Conforme o Art. 2º do PL, a mudança valerá apenas para novos
emplacamentos realizados após a entrada em vigor da lei.
Para se tornar lei, o projeto tem de ser aprovado na Câmara e no Senado e,
depois, ser sancionado pela Presidência da República.
Placa Mercosul
A placa padrão Mercosul passou a ser obrigatória no Brasil no início de 2020.
Desde então, todos os veículos que passam por transferência de propriedade ou
necessitam substituir a placa original adotam o novo modelo.
Uma das principais características da placa Mercosul é a diferente combinação
de sete caracteres alfanuméricos. O padrão anterior era composto por três
letras seguidas de quatro números,
Já o usado pela placa Mercosul introduz uma letra na posição do segundo número,
ampliando significativamente as possibilidades de combinações.
À época da implementação, o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran)
justificou a mudança afirmando que o sistema antigo estava próximo de atingir
seu limite de combinações possíveis.
Outra inovação relevante foi a substituição do lacre físico por um QR Code.
Esse código armazena informações e características do veículo. Isso possibilita
consultas em tempo real à base nacional, reforçando os mecanismos de segurança
e rastreabilidade.-.Por G1
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