quinta-feira, 13 de março de 2025

Itajuípe: Jó de Marabá apresenta reinvindicações em favor da população

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Itajuípe: Jó de Marabá apresenta reinvindicações em favor da população



O vereador Jó Marabá apresentará na sessão ordinária que será realizada na manhã desta quinta-feira (13), Indicação a Secretaria de Infraestrutura (SEINFRA) a INDICAÇÃO Nº. 013, no sentido de viabilizar que seja instalados redutores de velocidade na BA-262 (Coaraci/Itajuípe), na chegada de Itajuípe vindo de Coaraci, nas proximidades da Fazenda Luzerna/Bar Valdenor e em frente ao Supermercado Pague Menos.

PEDIDO DE PROVIDÊNCIA Nº. 050, em conjunto com os vereadores  Josélia Ribeiro, Eduardo Portela – Solicitando que o Executivo viabilize a construção de uma Casa de Velório Municipal.

PEDIDO DE PROVIDÊNCIA Nº. 051 – Que solicita do Executivo empenho no sentido de viabilizar a recolocação das faixas de pedestres nas principais vias de nossa cidade.

INDICAÇÃO Nº. 014 - Ao Governo do Estado, ao Deputado Federal Neto Carletto e ao Deputado Estadual Rosemberg Pinto. Providências no sentido de viabilizar a destinação de recursos para o município de Itajuípe, para a construção de uma praça pública no bairro São Sebastião. JUSTIFICATIVA - A praça deverá ser construída em frente à Igreja de São Sebastião. O projeto paisagístico do referido local, requer uma remodelação e harmonização, sendo esta uma solicitação dos moradores das comunidades

 de São Sebastião e José de Anchieta, que sentem falta de uma estrutura adequada para um espaço que é tão aprazível, e que é utilizado para grandes

encontros e festejos das comunidades.

Aristarcho Guilherme Weyll: Linhagem Histórica e Influência em Itajuípe (Bahia)


Origem Familiar e Ascendência Aristarcho Guilherme Weyll pertencia a uma família de 

origem europeia com longa atuação no sul da Bahia, especialmente ligada à cultura do 

cacau. O sobrenome Weyll remonta aos primórdios do século XIX na região de Ilhéus. Em 

1814, registros indicam a presença do arquiteto holandês Peter Weyll, que juntamente 

com o sócio alemão Adolf Saueracker adquiriu terras no sul da Bahia (engenho Almada) e 

introduziu plantações de madeira, açúcar, café e cacau. Ao longo do século XIX, 

membros da família Weyll continuaram envolvidos na lavoura cacaueira; um documento 

histórico cita um Weyll explorando cana, café e cacau em Ilhéus, cuja propriedade foi 

vendida em 1854 à família Cerqueira Lima. Esses fatos sugerem que Aristarcho Weyll 

descende desses pioneiros estrangeiros que se fixaram na região cacaueira baiana. Além 

da ascendência europeia, há indícios de ligação de Aristarcho à família Guimarães, 

tradicional família luso-brasileira de Ilhéus. Seu nome completo aparece em fontes 

jurídicas como Aristarco Weyll Guimarães, sugerindo que “Guimarães” compunha seu nome 

de família. Os Guimarães eram influentes desde o século XIX – por exemplo, João Dias 

Pereira Guimarães foi um destacado imigrante português proprietário de engenhos em 

Ilhéus. Essa combinação de sobrenomes indica que Aristarcho poderia ser fruto da união 


de ramos familiares distintos (Weyll e Guimarães), unindo heranças alemãs/holandesas e 

portuguesas no seu sangue. É possível que um de seus pais fosse da linhagem Weyll e o 

outro da linhagem Guimarães, integrando duas tradições familiares influentes na região 

cacaueira. Trajetória em Itajuípe e Influência Regional Aristarcho Weyll ficou conhecido 

por sua atuação política e agropecuária em Itajuípe, cidade do sul da Bahia. Ele foi 

produtor de cacau no então distrito de Pirangi (posteriormente renomeado Itajuípe) e 

testemunhou de perto o processo de emancipação municipal. No início da década de 1950, 

Itajuípe era distrito de Ilhéus, mas lutava pela autonomia. Em 1952, durante a campanha 

emancipacionista, Aristarcho teve papel de liderança: foi nomeado administrador 

distrital de Itajuípe pelo prefeito de Ilhéus, Pedro Catalão, para governar 

temporariamente o distrito . Essa nomeação ocorreu num contexto conturbado – 

Catalão escolheu Aristarcho por ele estar “equidistante” das disputas locais, já que no 

período eleitoral encontrava-se fora de Itajuípe . Aristarcho Guilherme Weyll tomou 

posse como administrador em 21 de agosto de 1952 , exatamente no dia em que a 

Assembleia Legislativa aprovou a criação do novo município. Ou seja, ele foi a figura que 

representou o poder local na transição de distrito para município. Após a sanção da Lei 

Estadual nº 507/1952, que criou oficialmente o município de Itajuípe (promulgada em 12 

de dezembro de 1952), foram organizadas as primeiras estruturas de governo municipal. 

Aristarcho integrou a primeira Câmara Municipal de Itajuípe, eleita em 1954 e empossada 

em abril de 1955. Por ser um dos membros mais experientes (mais velho) daquela Câmara, 

ocupou a posição de 1º Secretário da Mesa Diretora na sessão inaugural. Nesse primeiro 

governo municipal, Firmo Bernardino dos Santos foi escolhido prefeito pela Câmara, 

enquanto Aristarcho Weyll atuou na Mesa Diretora ajudando a conduzir os trabalhos 

legislativos. Esses fatos demonstram a influência política de Aristarcho na fundação da 

cidade – ele esteve entre os “pais” de Itajuípe, liderando o distrito rumo à emancipação e 

estabelecendo as bases administrativas locais. A influência da família de Aristarcho 

também se refletiu em outras partes da região cacaueira. Parentes próximos 

participaram da vida pública em municípios vizinhos. Por exemplo, Henrique Weyll 

Cardoso 


e Silva (possivelmente membro do mesmo clã familiar) foi prefeito de Ilhéus de 1959 a 

1963. Além disso, registros históricos citam Astrogildo Guilherme Weyll, provavelmente 

parente contemporâneo de Aristarcho, envolvido em invenções técnicas – há referência a 

um “Medidor Weyll”, aparelho mecânico-elétrico criado no início do século XX . Esses 

exemplos ilustram que os Weyll estavam presentes não apenas na economia agrícola, mas 

também na política e até em empreendimentos tecnológicos regionais. Descendência e 

Legado Familiar Aristarcho Weyll constituiu família na Bahia, dando continuidade à 

linhagem. Embora informações detalhadas sobre todos os seus descendentes sejam 

escassas em documentos públicos, sabe-se que ele teve pelo menos um filho, nascido e 

criado em Itajuípe. A escritora Paloma Weyll, neta de Aristarcho, relembra que “meu avô 

Aristarcho Weyll… teve um filho que deu muito trabalho” (referência carinhosa ao pai 

dela). Paloma conta que não chegou a conhecer o avô pessoalmente, mas ouviu histórias 

sobre ele e até se inspirou em sua figura para um personagem de romance ambientado em 

Itajuípe. Isso evidencia que a memória de Aristarcho foi transmitida aos netos, mantendo 

vivo o legado familiar. Os herdeiros de Aristarcho Guilherme Weyll continuaram 

presentes na região de Itajuípe após sua morte. Documentos recentes de cartório 

mostram que, já no século XXI, terras que pertenceram à família ainda são identificadas 

em nome de seus sucessores. Por exemplo, um laudo de avaliação fundiária de 2021 

menciona “os imóveis de […] herdeiros de Simplício José da Ressurreição e Aristarco 

Guilherme Weyll” como confrontantes de uma fazenda no distrito de Bandeira do Almada, 

Itajuípe . Ou seja, propriedades rurais ligadas a Aristarcho foram transmitidas a seus 

descendentes, que mantiveram vínculos com a atividade cacaueira local. Em resumo, 

Aristarcho Weyll descende de pioneiros estrangeiros do ciclo do cacau na Bahia e uniu em 

sua genealogia famílias influentes da região (Weyll e Guimarães). Como líder político, foi 

peça-chave na emancipação de Itajuípe, atuando como prefeito (administrador) distrital 

nomeado e, posteriormente, como vereador na instalação do novo município. Seus 

descendentes diretos – filhos e netos – perpetuaram o sobrenome e a presença familiar 

em Itajuípe, seja na memória cultural (através de relatos e obras literárias) ou na 

manutenção de propriedades e negócios. Essa linhagem histórica evidencia a forte ligação 

da família Weyll com o desenvolvimento socioeconômico do sul da Bahia, especialmente no 

apogeu da era do cacau. Fontes consultadas: documentos históricos e jurídicos, blogs 

regionais e relatos familiares. Destacam-se referências do Blog do Facó sobre a 

emancipação de Itajuípe e menções da escritora Paloma Weyll sobre seu avô, além de 

registros do Instituto Geográfico e Histórico da Bahia sobre os pioneiros do cacau. As 

citações fornecidas corroboram as informações apresentadas, garantindo base 

documental confiável: • Blog Ilhéus… com amor! – Maria Luiza Heine, sobre Henrique 


“Henriquinho” Cardoso (prefeito de Ilhéus). • Blog MUNICÍPIO DE ITAJUÍPE – BAHIA – 

L.C. Facó, detalhando a luta emancipacionista e o papel de Aristarcho Weyll . • Post 

“Resgatando o passado” – Paloma Weyll, com memória pessoal referente a Aristarcho 

Weyll. • Família, Poder e Mito: o município de S. Jorge de Ilhéus (1880-1912) – 

dissertação de D. Laport, que cita a presença de Peter Weyll em 1814 e outras 

informações históricas sobre famílias colonizadoras. • Laudo de avaliação judicial 

(Itajuípe, 2021) – citando herdeiros de Aristarco G. Weyll em propriedade rural

Todas essas fontes reforçam a reconstrução da genealogia e trajetória de Aristarcho 

Weyll, mostrando sua ascendência europeia, atuação política local e descendência 

presente na história de Itajuípe e região.


*Paloma Weyll

Professores da Bahia passarão a receber R$ 4.965 a partir de maio

Reajuste acontece após acordo entre governo da Bahia e Sindicato dos Trabalhadores em Educação

 

O salário dos professores da rede estadual sofrerão um reajuste de 6,27%, com isso, eles passarão a receber R$ 4.965,24, a partir de maio. O reajuste oferecido pelo governo da Bahia permanece 2% acima do piso nacional da categoria pelo Ministério da Educação (MEC).

A novidade foi acordada nesta quarta-feira, 12, entre o Estado e o Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado da Bahia (APLB), no gabinete do governador Jerônimo Rodrigues (PT).

Com o aumento, também serão creditados na conta dos docentes o retroativo referentes ao mês de janeiro e fevereiro. Já no mês de junho, será realizado o pagamento das diferenças retroativas aos meses de março e abril.

O reajuste se estende a coordenadores pedagógicos, professores em Regime Especial de Direito Administrativo (REDA) e professores indígenas e vale até 2026, último ano do mandato do petista.

A negociação conduzida pela Secretaria da Educação (SEC), Secretaria da Administração (Saeb) e Secretaria de Relações Institucionais (Serin), também envolveu o anúncio da certificação para professores e coordenadores pedagógicos, que vai compor a promoção dos profissionais nos graus da carreira de magistério, ainda este ano.

O pagamento de 50% do valor da promoção será realizado após a inscrição no curso de aperfeiçoamento, no mês de setembro deste ano. Já o restante do pagamento ocorrerá na efetivação da promoção, em junho do ano que vem. Em 2026, ficou definido ainda o pagamento do Piso Nacional da Educação, no valor nominal que venha a ser fixado, a partir de fevereiro daquele ano.

Licença prêmio

Outro ponto do acordo é a publicação, nesta quinta-feira (13), de portaria para conversão da licença prêmio em valores financeiros para professores em regência de classe e, de forma inédita, para coordenadores pedagógicos.

“Esse é um investimento para garantir avanço na aprendizagem da educação e eu não tenho nenhuma dúvida de que investir em infraestrutura física nas escolas de tempo integral, nos programas de acesso e de permanência para os estudantes – Bolsa Presença, Pé de Meia, com o apoio do presidente Lula – em melhores condições de trabalho, valorização dos profissionais da educação, é investir em uma formação de qualidade para os nossos estudantes”, reforçou Rowenna sobre o reajuste, destacando o desempenho dos estudantes em indicadores como o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) e no Sistema de Seleção Unificada (Sisu), que teve a Bahia no terceiro lugar na média nacional.

O que diz o Sindicato

Coordenador-geral da APLB, Rui Oliveira compartilhou que foram realizadas 18 Assembleias Regionais com os professores sobre o tema, para posterior alinhamento com o governo estadual. “É um avanço para o professor, para o coordenador pedagógico, as peças mais importantes, além dos próprios estudantes, no processo educacional. Hoje é dia de festa. Estamos comemorando com muito orgulho de ser professor e de ser coordenador pedagógico”, frisou

CONCESSÃO DA FIOL É DEBATIDA EM AUDIÊNCIA; PROJETO ESTÁ ESTIMADO EM R$ 12,3 BILHÕES



Pimenta blog
- A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) promoveu, nesta quarta-feira (12), audiência pública em Salvador para apresentar e discutir o projeto de concessão das ferrovias de Integração Leste-Oeste (FIOL) e de Integração Centro-Oeste (FICO). Durante o encontro foram abordados aspectos como engenharia dos projetos, modelagem econômico-financeira, operação e estudos socioambientais.

Combinadas com outros projetos ferroviários, a FIOL e a FICO ajudarão a integrar os sistemas ferroviários ao longo dos eixos Norte-Sul e Leste-Oeste. A iniciativa busca ampliar a interconectividade do transporte de cargas, criando uma alternativa logística para o escoamento da produção do interior do país a diferentes regiões portuárias, como o arco norte e os portos do sudestes, por exemplo. Além de fortalecer a competitividade do setor, a concessão das ferrovias pode reduzir a dependência das rodovias, que hoje respondem por 65% da matriz de transportes do Brasil.

Durante a sessão, foram apresentados detalhes da concessão, que contempla investimentos estimados em R$ 28,7 bilhões e um prazo de operação de 35 anos. Apenas a construção da FIOL 3 exigirá um investimento de cerca de R$ 12,3 bilhões, com previsão de geração de 93 mil empregos diretos e indiretos durante o pico das obras. Na fase de operação, estima-se que até 56 mil postos de trabalho sejam criados.

A operação das ferrovias possibilitará uma significativa redução dos custos logísticos, estimada em R$ 500 milhões anuais, beneficiando a exportação de produtos agrícolas como soja, milho e farelo de soja, além do transporte de fertilizantes.

O secretário Nacional de Transporte Ferroviário do Ministério dos Transportes (SNTF/MT), Leonardo Ribeiro, destacou o trabalho técnico realizado para viabilizar o projeto. “Após dois anos de estudos, redesenhamos o traçado para atrair o interesse do setor privado. Do ponto de vista regulatório, o projeto está muito bem estruturado”, afirmou.

Ribeiro também ressaltou a importância da participação da sociedade no aprimoramento do projeto. “A audiência pública é a etapa em que podemos escutar as contribuições para aperfeiçoar o que for necessário.” A próxima audiência para debater o projeto de concessão será realizada em Cuiabá, no Mato Grosso, na sexta-feira, a partir das 9h, na Rua Antônio Dorileo

Pensamento do Dia

 


Charge do Dia


Priskas Eras


Publicação simultânea: 
correioitajuipense.blogspot.com – academiaalcooldeitajuipe.blogspot.com e correioitajuipensedenoticias.blogspot.com (Tribuna do Almada é notícias). “Vou Afiar a Agulha e Bater o Martelo! Ponto final. *Redação o Bolso do Alfaiate”.

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