quarta-feira, 31 de dezembro de 2025

Itajuípe: R$ 11.356 milhões foi o montante de FPM recebido pelo município no mês de dezembro

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Itajuípe: R$ 11.356 milhões foi o montante de FPM recebido pelo município no mês de dezembro

 


O Município de Itajuípe, recebeu durante o mês de Dezembro a importância de R$ 11.356.823,91, estes valores refere-se aos decêndios do mês em curso.

Com estes valores não estão inclusos os descontos constitucionais na ordem de R$ 2.114 milhões de reais

O último decêndio de dezembro, os valores finalizaram em R$ 2.841 milhões.

Os descontos constitucionais do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) incluem retenções obrigatórias para o PASEP (1%) e o FUNDEB (20%), que são descontados antes do repasse de líquido do valor total (que atualmente é de 25,5% da arrecadação do Imposto de Renda e do Imposto sobre Produtos Industrializados) aos municípios. 

Descontos e passes

·                    Base de cálculo: O FPM é formado por uma parcela constitucional de 25,5% da arrecadação do Imposto de Renda (IR) e do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) da União.

·                    Retenções obrigatórias: Antes de serem repassados ​​aos municípios, os seguintes valores são descontados do montante total:

      1%: Retenção para o PASEP.

       20%: Retenção para o FUNDEB.

Repasse líquido: O valor restante, após os descontos, é o que é repassado aos municípios, geralmente em 10 dias (1º, 2º e 3º decêndios do mês). 

Emenda Constitucional nº 112/2021 

·                    A Emenda Constitucional nº 112/2021 aumentou a alíquota total do FPM para 25,5% com a adição de 1% extra, destinada ao FPM em setembro de cada ano.

·                    Essa medida visa fortalecer a caixa dos municípios, especialmente no segundo semestre, quando a arrecadação de tributos costuma ser menor.

 

Municípios baianos recebem R$ 134,7 milhões em antecipação do Fundeb e repasses de ICMS


Os 417 municípios da Bahia receberam, na última segunda-feira, 29 de dezembro, um reforço de R$ 134,7 milhões repassado pelo Governo do Estado. Os recursos contribuem para o fechamento das contas de 2025 e incluem valores do Fundeb e da cota municipal do ICMS.

Do total, R$ 107,8 milhões correspondem ao repasse do ICMS arrecadado entre os dias 22 e 26 de dezembro. Outros R$ 26,9 milhões são referentes à antecipação do Fundeb do mesmo período, valor que, pelo calendário regular das transferências constitucionais, seria pago apenas em janeiro. A antecipação foi solicitada ao governador Jerônimo Rodrigues pela União dos Municípios da Bahia (UPB).

De acordo com a Secretaria da Fazenda do Estado (Sefaz-BA), a antecipação do Fundeb inclui também as parcelas do fundo vinculadas ao ICMS. Ainda segundo a pasta, a arrecadação referente aos últimos dias de dezembro será repassada às prefeituras na sexta-feira, 2 de janeiro.

O governador Jerônimo Rodrigues destacou a parceria entre o governo estadual e os municípios, ressaltando que a antecipação dos recursos ocorre em um momento estratégico para o fechamento das contas municipais. Segundo ele, a medida contribui para garantir a continuidade dos serviços públicos prestados à população.

Já o secretário da Fazenda do Estado, Manoel Vitório, afirmou que o esforço da administração estadual permitiu manter a arrecadação de 2025 em patamar semelhante ao do ano anterior, com pequeno crescimento real. Segundo o gestor, esse cenário garantiu a manutenção das transferências aos municípios e viabilizou a antecipação solicitada pela UPB, mesmo diante de um contexto econômico desafiador no país e no cenário internacional. (Com informações da UPB)

Bahia Sem Fome já retirou 1,3 milhão da insegurança alimentar


Para além da distribuição de cestas básicas, o governo Jerônimo Rodrigues (PT) executa, por meio do Programa Bahia Sem Fome, ações estruturantes voltadas ao combate à fome e à insegurança alimentar da população em situação de vulnerabilidade social nos 417 municípios baianos.

Em conversa com a imprensa na manhã desta terça-feira, 30, o coordenador-geral do programa,Tiago Pereira, detalhou iniciativas que contribuíram para reduzir em 1,3 milhão o número de pessoas em situação de insegurança alimentar nos últimos anos.

Segundo ele, o enfrentamento da fome envolve ações multifatoriais, que passam pela assistência social, educação, saúde e fomento à agricultura familiar, além da articulação com iniciativas da sociedade civil e do setor privado.

Investimentos

Entre 2023 e 2025, o governo da Bahia investiu R$ 5 bilhões em ações de combate à fome e à pobreza. Somente neste ano, foram aplicados R$ 1,8 bilhão.

“Esses investimentos incluem alimentação escolar, cozinhas comunitárias, ampliação da distribuição de cestas básicas, acesso à água e fomento à agricultura familiar. Trata-se de um conjunto estratégico que fortalece o sistema de segurança alimentar”, reforçou Tiago.


Desafios para o próximo ano

Apesar da redução registrada nos últimos anos, o Programa Bahia Sem Fome tem como desafio para 2026 localizar cerca de 760 mil pessoas que ainda vivem em situação de insegurança alimentar no estado.

De acordo com Tiago Pereira, a tarefa é complexa já que muitas famílias não têm identificação formal, o que dificulta o diagnóstico da realidade e a inclusão nas políticas públicas.

 “A Bahia reduziu significativamente os indicadores, mas ainda existem 760 mil pessoas que precisam do apoio do Estado. No último ano de gestão, o governador Jerônimo Rodrigues solicitou a intensificação das ações para localizar essas famílias. Esse desafio será prioridade”, disse.

Outra meta é ampliar a adesão dos municípios ao Sistema Estadual de Segurança Alimentar e Nutricional (Sisan), incluindo Salvador, que lidera o ranking nacional entre as capitais com maior percentual de lares em risco de insegurança alimentar.

Tiago explicou que, embora a capital ainda não integre formalmente o sistema estadual, há ações em andamento para mitigar os efeitos da fome no município.

Oposição admite vitória 'avassaladora' de Rui Costa para o Senado


bloco de oposição, liderado pelo ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (União Brasil), já admite, nos bastidores, que o ministro-chefe da Casa Civil, Rui Costa (PT), deve ser o candidato mais votado para o Senado nas eleições de 2026. A informação foi obtida pelo Portal A TARDE em conversas recentes com integrantes do grupo.

 

O entendimento, segundo uma das fontes, é de que Rui será eleito sem qualquer esforço, com mais de 50% dos votos, o que impede a oposição de sonhar com as duas cadeiras em jogo para o Senado. A popularidade do ministro, reeleito com a maior votação da história da Bahia em 2018, junto com sua atuação dentro do governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT), onde se tornou um dos principais nomes, são fatores citados por alguns dos nomes consultados pelo Portal A TARDE.

A tendência é que o ex-ministro João Roma (PL), hoje pré-candidato ao Senado na chapa da oposição se dedique a conquistar a segunda colocação, em um embate também considerado difícil pelos opositores contra o já senador Jaques Wagner (PT), também apontado com vantagem por sua força política.

Movimentações recentes

A oposição também tem observado os movimentos recentes de Rui, que além de se colocar como nome para concorrer ao Congresso, tem investido nos últimos meses em visitas seguidas a Salvador, participando de agendas ao lado do governador Jerônimo Rodrigues (PT).

 

A mais recente ocorreu já em dezembro, quando participou da vistoria de uma obra de drenagem na capital baiana. Na ocasião, em conversa com o Portal A TARDE, Rui rechaçou o rótulo de 'chapa puro-sangue' formada por ele, Wagner e Jerônimo.

 

"Quando você vota em pessoas, não dá para falar de puro sangue, você está falando de nomes que são ex-governadores. Não tem questão partidária, se trata de quem é ex-governador e cumprirá um papel com o presidente Lula", argumentou Rui Costa na ocasião.

Cacau segue em consolidação à espera do retorno dos investidores no início do ano

 


O mercado internacional de cacau continua operando em modo de consolidação, com preços restritos a um intervalo limitado de oscilação. A dinâmica atual reflete o período de menor liquidez típico do fim de ano, quando traders e investidores reduzem sua presença no mercado. Ainda assim, a expectativa de que o início do novo ano traga volumes expressivos de compras por parte dos participantes do BCOM tem oferecido suporte relevante às cotações.

Do ponto de vista técnico, o contrato março segue bem definido. Os principais suportes estão posicionados em US$ 5.850 e US$ 5.750 por tonelada, enquanto as resistências se concentram inicialmente na faixa de US$ 6.100, com um segundo patamar mais forte próximo de US$ 6.250. O rompimento consistente de qualquer um desses níveis tende a acelerar o movimento, ampliando a volatilidade.

Na sessão de sexta-feira, o contrato de cacau março oscilou entre a mínima de US$ 5.866 e a máxima de US$ 6.058, encerrando o pregão a US$ 5.953 por tonelada, com leve recuo de US$ 13. O volume negociado permaneceu fraco, com apenas 5.313 contratos, enquanto o volume total do dia somou 10.160 contratos, reforçando o cenário de mercado esvaziado.

Apesar do baixo giro, o interesse em aberto apresentou crescimento estimado de 466 contratos, alcançando 124.401 contratos, sinalizando que parte dos agentes segue posicionada à espera de movimentos mais definidos nas próximas semanas.

Outro ponto de atenção permanece nos fundamentos. Os estoques certificados nos portos dos Estados Unidos, monitorados pela ICE, recuaram em 4.440 sacas, totalizando 1.626.105 sacas, o menor nível dos últimos 9,5 meses. Esse dado reforça a leitura de aperto relativo na oferta disponível, fator que ajuda a limitar movimentos mais agressivos de queda.

No mercado cambial, o contrato futuro do dólar com vencimento em 31 de dezembro de 2025 opera de forma estável, cotado em torno de R$ 5,545, sem gerar impactos relevantes adicionais sobre a formação de preços do cacau no curto prazo.

Com liquidez ainda contida, o mercado segue à espera de um retorno mais ativo dos fundos e investidores institucionais, movimento que pode definir a próxima direção dos preços logo nas primeiras semanas do novo ano.  Fonte: mercadodocacau

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Casos e Causos

Lula Cachaceiro

 


Quando me chamam de cachaceiro, eu não fico com raiva não. Eu sorrio. Porque quem conhece a minha história sabe que nenhuma palavra dita com desprezo consegue apagar a caminhada de um homem que veio do nada e chegou onde muitos achavam que era impossível. Eu não me envergonho de nada do que vivi. Pelo contrário, cada passo que dei, cada pedra no caminho, cada lágrima que minha mãe derramou enquanto dividiu o pouco que tínhamos, tudo isso mudou o homem que eu sou.

E sabe de uma coisa? Tem gente que nunca passou fome, nunca pegou ônibus lotado, nunca precisou pedir fiado na venda e acha que pode me julgar com palavras vazias. O que essas pessoas não entendem é que o povo brasileiro já aprendeu a diferenciar quem fala de quem faz, já entendeu quem está do lado do trabalhador e quem só aparece em época de palanque.

Eu não preciso levantar o tom para responder ninguém. Minha resposta tá no resultado. Tá no Brasil que saiu do mapa da fome. Tá na casa própria que o povo conquistou. Tá na comida na mesa. Tá no sorriso da dona Maria quando o neto volta da escola com merenda e livro. Então podem até me chamar do que quiserem. Podem gritar, podem espernear, podem me acusar de tudo, mas não vão conseguir apagar o que já foi feito com muito amor, suor e luta.

Veja a versão completa aqui: https://news2.metacorepc.com/lula-responde-michelle-apos.../

Charge do Dia


Priskas Eras

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“Vou Afiar a Agulha e Bater o Martelo! Ponto final.

 *Redação o Bolso do Alfaiate”

segunda-feira, 29 de dezembro de 2025

Maura Olímpia dos Santos, uma heroína singular

alhos & bugalhos

Maura Olímpia dos Santos, uma heroína singular


Maria Olímpia dos Santos com o
esposo Jocelin e o filho Macedinho

Nas lutas proeminentes pela emancipação de Itajuípe das garras de Ilhéus, uma mulher teve papel importante na Campanha Emancipadora, que se chamava Maura Olímpia dos Santos.

Maura, para encampar a luta pela emancipação, criou o Comitê Feminino pela Emancipação Política de Itajuípe.

Como a “Comissão Central” pró emancipação, fraquejava. Em uma histórica reunião, a professora Maura, toma uma corajosa decisão, quando Humberto Badaró justificava as dificuldades para enfrentar o grupo Ilheense, o peso político do Presidente da Assembleia Legislativa, e não ter dinheiro para a Comissão ir à cidade de Salvador.

Então na oportunidade Maura, desafia a Comissão: “Se os senhores desistirem, as mulheres continuarão a luta e emendou Humberto, nos dê a Bandeira do Brasil, e nós daremos o dinheiro necessário para custear as despesas!”

Com este ato da professora Maura o “Comitê Feminino” foi as ruas, com a bandeira desfraldada pelas mãos das heroínas, conseguindo contribuições financeiras.

Louvores foram dados ao “Comitê Feminino”! Escrevendo assim com bravura, seu nome nas páginas da história de Itajuípe, sob a batuta da professora Maria Olímpia dos Santos. Artigo escrito com dados histórico de Itajuípe e do livro Retrospectivo, de autoria de Wanderlito Barbosa.

N.R.: Numa luta que predominou os machismos, uma vez que só é citado nome de homens, a professora Maura e as integrantes do “Comitê Feminino” fizeram a diferença.

BAHIA É O TERCEIRO ESTADO EM NÚMERO DE VAGAS NO SISU 2026

 

A próxima edição do Sisu é considerada a maior da história do programa, com a participação de 136 instituições de ensino superior e oferta de 7.388 cursos disponíveis em 593 municípios. A Bahia é o terceiro estado com maior número de vagas disponíveis. Com 24.768 oportunidades, fica atrás somente de Minas Gerais (33.729) e Rio de Janeiro (31.419).

De acordo com o Ministério da Educação (MEC), 12 novas instituições públicas passaram a integrar o sistema nesta edição, somando 5.694 vagas adicionais. Entre os destaques estão o retorno da Universidade de Brasília (UnB), com 1.133 vagas, e da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR), com 695 vagas, além da adesão do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Paraná (IFPR), de Alagoas (IFAL), do Piauí (IFPI) e Goiano (IF Goiano).

MAIS INSTITUIÇÕES ESTADUAIS

O Sisu 2026 também passa a contar com novas instituições estaduais, como a Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), a Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste), a Universidade Estadual do Rio Grande do Sul (Uergs), a Universidade do Estado do Amapá (UEAP) e a Fundação de Apoio à Escola Técnica do Estado do Rio de Janeiro – Campus Três Rios (Faeterj Três Rios), além da participação da Faculdade Municipal de Palhoça (FMP), ampliando a diversidade institucional e a oferta de vagas na educação superior pública.

A edição registra crescimento da oferta em áreas estratégicas para o desenvolvimento do país, especialmente nos cursos tecnológicos e nas áreas de ciência, tecnologia, engenharia e matemática (STEM), com foco na formação em inteligência artificial (IA). Foram criados 105 novos cursos de STEM, que somam 4.143 vagas.

Dentro desse conjunto, 54 cursos são voltados diretamente à ampliação da formação em IA e computação, responsáveis por 2.280 vagas em ciência da computação, sistemas de informação, engenharia de computação e análise e desenvolvimento de sistemas, entre outros.

O MEC passará a considerar, para fins de inscrição, classificação e seleção dos candidatos, os resultados das três últimas edições do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) — 2023, 2024 e 2025. A seleção levará em conta a nota que resulte na melhor média ponderada, de acordo com a opção de curso escolhida pelo candidato, desde que o participante não tenha sido inscrito como treineiro.

“Idosos e pobres foram barrados no baile”, critica Hilton Coelho, sobre participação da população no show de Roberto Carlos



O deputado estadual Hilton Coelho (PSOL) criticou, por meio das redes sociais, o prefeito de Salvador, Bruno Reis (União Brasil), pelo tratamento dado a idosos e pessoas de baixa renda durante o show do cantor Roberto Carlos, realizado na Arena Canto da Cidade.

Segundo o parlamentar, enquanto autoridades políticas assistiram à apresentação em uma área VIP, parte do público enfrentou dificuldades para acompanhar o evento. “Você que é povo assistiu ao show de Roberto Carlos? Bruno Reis e ACM Neto assistiram, sentadinhos em uma área VIP, a preços absurdos. Enquanto isso, os idosos sofreram em pé”, afirmou Hilton Coelho.

O deputado também acusou a prefeitura de promover uma divulgação que teria levado o público a acreditar que o evento seria gratuito. “Muitas pessoas foram atraídas por uma propaganda enganosa e acabaram ficando do lado de fora, sem conseguir entrar”, disse.

Em outro trecho, Hilton Coelho criticou o que classificou como exclusão social no evento. “Que triste espetáculo, prefeito. Enquanto você e seus amigos curtiram o show com todo conforto, nossas idosas e idosos penaram ou foram barrados no baile. Lá descobriram que o evento era para poucos”, declarou.

De acordo com o parlamentar, centenas de pessoas sequer conseguiram ouvir o show, o que gerou críticas à organização do evento por parte da prefeitura. Ele também aproveitou para citar outros problemas enfrentados pela cidade, como o tratamento dado aos professores, a precariedade no atendimento de saúde, com número reduzido de médicos, e a situação das vias públicas, cheias de buracos “Eles vivem como se nada estivesse acontecendo”, pontuou.

BAHIA: JERÔNIMO TERÁ R$ 77 BILHÕES PARA INVESTIMENTOS NA BAHIA EM 2026


 

Segundo o jornal “A tarde”, na última sessão do ano, realizada nesta segunda-feira, 22, a Assembleia Legislativa da Bahia (Alba) aprovou o Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA), que estima a receita e fixa a despesa do Governo da Bahia para o ano de 2026, no montante de R$ 77,4 bilhões, um aumento de 10% se comparado com o orçamento aprovado para 2025, que foi de R$ 70,8 bilhões.

A proposta prevê que a composição do orçamento para o ano que vem será de R$ 48,2 bilhões na área fiscal, R$ 27,5 bilhões na Seguridade Social, e R$ 1,7 bilhão para investimento das empresas, integrado pelas estatais não dependentes. O texto foi aprovado por maioria, com voto contrário do deputado Hilton Coelho (PSOL).

Após a aprovação da PLOA, a Alba entra em recesso e só retorna às atividades no dia 3 de fevereiro de 2026.

Do choque de oferta à mudança de consumo: a virada do cacau em 2025

 


O ano de 2025 ficará marcado como um divisor de águas para o mercado global de cacau. Após o choque de oferta iniciado em 2024, o mercado entrou em um novo estágio de preços historicamente elevados, os quais, passaram a impactar diretamente o consumo, alterando de forma estrutural a dinâmica da indústria chocolateira.

Na bolsa de Nova York (ICE US), o cacau iniciou o ano ainda sustentado pela forte escassez de amêndoas, estoques globais apertados e baixa liquidez. O mercado operou em ambiente de extrema volatilidade, testando patamares elevados e confirmando que o cacau havia entrado em um regime de preços muito acima da média histórica. No entanto, ao longo de 2025, ficou evidente que esses níveis não poderiam ser sustentados indefinidamente sem consequências.

O reflexo dos preços elevados se espalhou rapidamente pela cadeia. A valorização do cacau pressionou de forma intensa os derivados industriais, manteiga, liquor e pó, resultando em aumentos expressivos nos custos de produção. No varejo global, o repasse tornou-se inevitável, impulsionando a inflação do chocolate e reduzindo o poder de compra do consumidor final.

Esse movimento em 2025 desencadeou uma firme retração de demanda. Indicadores de moagem ao longo do ano passaram a sinalizar queda relevante do consumo industrial, especialmente na Europa, América do Norte e Ásia. O cacau caro deixou de ser apenas um problema de margem e passou a alterar decisões estratégicas das indústrias.

Diante desse cenário, o setor chocolateiro acelerou mudanças estruturais. Reformulações de produtos ganharam força, com redução do teor de cacau em diversas aplicações, ajustes de gramatura, simplificação de portfólios e maior foco em linhas premium. Paralelamente, avançou o uso de ingredientes substitutos, como gorduras alternativas à manteiga de cacau e bases aromáticas que permitem produtos “sabor chocolate” com menor dependência do grão. Em muitos casos, essas adaptações deixaram de ser medidas temporárias e passaram a integrar estratégias permanentes de mitigação de risco.

Ao final de 2025, o mercado passou a precificar um novo equilíbrio. A perspectiva de recomposição parcial da oferta global trouxe alívio às cotações, mas o comportamento da demanda mostrou que o mercado não retornará facilmente aos padrões anteriores. O setor saiu do ano mais cauteloso, financeiramente pressionado e estruturalmente transformado.

Para 2026, o cenário aponta para um mercado ainda volátil, porém menos explosivo. A expectativa predominante é de maior equilíbrio entre oferta e demanda, com preços médios historicamente elevados, mas limitados pela resposta da indústria e pela nova configuração do consumo. Riscos climáticos e produtivos seguem no radar, enquanto a demanda deve se recuperar apenas de forma gradual.

Enfim, o ano de 2025 não foi apenas mais um ano de preços altos. Foi o momento em que o mercado aprendeu, de forma definitiva, que o cacau em preços elevados, favorece o elo de produção primária, entretanto muda hábitos, fórmulas e estratégias nos setores industriais. O desafio de 2026 será encontrar um ponto de estabilidade sustentável capaz de harmonizar a cadeia produtiva do setor em todos os níveis de atuação.

Fonte: mercadodocacau

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Me erre

Depois de alguns dias sem aparecer, o piauiense Heráclito Fortes (PFL) certa vez foi saudado por sua desafeta preferencial, a senadora Ideli Salvatti (PT-SC): “Ora, viva! Então o senhor reapareceu, bonito, cheio de amor para dar!”

O senador olhou-a de cima para baixo e tripudiou, para gozo dos pefelistas: “Mas não para a senhora!...

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Domingos Chaves um ícone nos corações dos barros pretenses

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