alhos & bugalhos
Governo da Bahia investe mais de R$ 14
milhões em Educação e Espore em Itajuípe
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Governo da Bahia investe mais de R$ 14
milhões em Educação e Espore em Itajuípe
O município de
Itajuípe, no Sul da Bahia, recebeu, na última sexta-feira (17), as obras de
ampliação com modernização do Colégio Estadual de Tempo Integral, antigo
Polivalente. A infraestrutura física da unidade foi totalmente reformada,
passando a oferecer salas climatizadas, restaurante e teatro, entre outras
intervenções. Na oportunidade, também foi entregue a cobertura da arquibancada
do Estádio Humberto Badaró.
Com
investimento de R$ 13,9 milhões, a obra na unidade escolar beneficia
diretamente 624 estudantes, que também passaram a contar com laboratórios e
quadra coberta, entre outros espaços de aprendizagem. A inauguração é uma das
mais de duas mil entregas anunciadas pelo governador Jerônimo Rodrigues para
este ano.
Representando o gestor público na solenidade de entrega, a secretária da
Educação, Luciana Menezes, destacou o número de escolas aptas para inauguração
em todo o Estado.
“É com muita
alegria que nós entregamos a ampliação do Colégio Estadual de Tempo Integral de
Itajuípe. Um investimento de quase R$ 14 milhões, que beneficia mais de 600
estudantes. Um marco para o Território Litoral Sul e mais uma promessa cumprida
pelo governador Jerônimo, que reforça seu compromisso com a Educação em todos
os municípios”, afirmou Luciana. Ainda segundo a secretária, cerca de 150
outras unidades estão aptas para entrega em todo o Estado.
O projeto da
escola de Itajuípe contemplou a implantação de um novo bloco com cinco salas de
aula, além de teatro com capacidade para 200 pessoas, guarita, restaurante
estudantil e vestiário. A unidade também passou por reforma e cobertura da
quadra poliesportiva existente, ampliando as possibilidades para a prática de
atividades esportivas e culturais.
As intervenções incluíram, ainda, uma ampla requalificação civil e elétrica,
com serviços de piso, pavimentação, alvenaria, revestimentos, esquadrias,
divisórias e pintura interna e externa. Também foram realizadas melhorias nas
instalações hidrossanitárias, construção de calçadas, reforço estrutural e
implantação de nova iluminação externa, além da modernização do sistema
elétrico
Investimento
em esporte
Ainda em
Itajuípe, o Governo do Estado, por meio da Superintendência dos Desportos do
Estado da Bahia (Sudesb), autarquia da Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e
Esporte, entregou a obra de instalação da cobertura metálica da arquibancada do
Estádio Humberto Badaró.
A intervenção
contou com investimento estadual de R$ 816,4 mil e tem como objetivo garantir
mais conforto e melhores condições de uso do equipamento esportivo pela
comunidade local.
"Além
desta obra, que hoje estamos entregando, o município de Itajuípe já foi
contemplado pelo Governo da Bahia com a implantação de um moderno Núcleo de
Canoagem, equipamento que atende, hoje, a 50 meninos e meninas de sete a 18
anos na modalidade Canoagem, ofertado pelo projeto social Remando em Águas
Baianas. Este mesmo projeto atende a cerca de 500 jovens em outros seis
municípios da região sul”, destacou Danilo Xavier, diretor de Operações de
Espaços Esportivos da Sudesb.
Cacau oscila em faixa estreita enquanto mercado ignora trégua parcial no Oriente Médio
O mercado internacional do cacau segue operando em compasso de espera, mesmo diante de um cenário geopolítico ainda instável. A recente decisão do presidente Donald Trump de estender unilateralmente o cessar-fogo com o Irã não foi suficiente para provocar reações relevantes nos preços do petróleo, e tampouco trouxe impacto consistente para o cacau, refletindo a incerteza sobre a adesão efetiva das demais partes envolvidas no conflito.
Nesse
ambiente de indefinição, o mercado de cacau permanece confinado a um intervalo
técnico já bem estabelecido, entre US$ 3.000 e US$ 3.600 por tonelada. Nem
mesmo a divulgação dos números de moagem do primeiro trimestre, amplamente
aguardada pelos agentes. foi capaz de alterar essa dinâmica, reforçando a
percepção de que, no momento, fatores de demanda seguem frágeis e insuficientes
para impulsionar uma tendência mais clara.
Na sessão mais
recente, o contrato julho, atualmente o mais líquido na Intercontinental Exchange, encerrou cotado a US$ 3.308,
registrando queda de US$ 87 no dia. A movimentação ficou limitada entre a
mínima de US$ 3.286 e a máxima de US$ 3.392, com volume moderado de 33.649
contratos negociados em 14.108 negócios. O interesse em aberto avançou em 1.096
posições, totalizando 194.833 contratos, sinalizando leve recomposição de
posições no mercado.
Do lado
fundamental, os estoques certificados nos portos norte-americanos monitorados
pela ICE apresentaram recuo relevante de 8.646 sacas, atingindo 2.623.711
sacas. Ainda assim, a redução não foi suficiente para alterar o sentimento
predominante de oferta confortável no curto prazo, especialmente diante do
elevado nível de estoques globais e da postura cautelosa da indústria.
No campo
técnico, o mercado segue neutro. O Índice de Força Relativa (RSI) do contrato
julho está em 48%, indicando ausência de pressão direcional mais forte. As
resistências permanecem concentradas na faixa entre US$ 3.550 e US$ 3.700,
enquanto os suportes seguem bem definidos em US$ 3.200 e, mais abaixo, no nível
psicológico de US$ 3.000.
Outro
ponto de atenção para os próximos dias é o início do período de liquidação
física do contrato de maio, previsto para esta sexta-feira. O movimento tende a
trazer ajustes pontuais de posição, mas não há expectativa, por ora, de que
esse fator isolado seja suficiente para romper o atual padrão de consolidação. Fonte: mercadodocacau
CCJ aprova admissibilidade de propostas que acabam com escala 6x1
PECs serão analisadas por comissão
especial e pelo plenário da Câmara
A
Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados
aprovou nesta quarta-feira (22) a admissibilidade de duas propostas de emenda à
Constituição (PECs) que reduzem a jornada de trabalho no país.
Na prática, as PECs acabam com a escala
de seis dias de trabalho por um de descanso (6x1). Os textos serão agora
analisados por uma comissão especial e depois irão a plenário.
A PEC 221/19, do deputado Reginaldo Lopes
(PT-MG), propõe reduzir a jornada semanal gradualmente das atuais 44 para 36
horas. A transição se daria ao longo de dez anos.
A proposta apensada (PEC 8/25), da
deputada Erika Hilton (Psol-SP), prevê uma escala de quatro dias de trabalho
por semana, com limite de 36 horas no período.
As duas propostas
ganharam força com o movimento "Vida Além do Trabalho", que busca o
fim da escala 6x1 para melhorar a saúde mental e a qualidade de vida dos
trabalhadores. A admissão das propostas foi aprovada por unanimidade em votação
simbólica.
Proposta do governo
Como essa
tramitação pode se estender por meses, e diante da tentativa da oposição de
barrar a PEC, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva enviou ao Congresso,
na semana passada, um projeto de lei (PL) com urgência constitucional
para acabar com a escala 6x1 e reduzir a jornada de 44 para 40 horas semanais.
Quando a PEC for a plenário, será exigido um quórum de três quintos dos votos dos deputados, o que corresponde a 308 parlamentares, em dois turnos de votação. *Com informações da Agência Câmara de Notícias.
Guerra pode elevar preço da camisinha para R$ 32 no Brasil; entenda
De acordo com Goh Miah Kiat, CEO da maior fabricante
mundial de preservativos, o aumento de preservativos pode chegar a 30%
A guerra no Oriente Médio encareceu
diversos produtos em todo o país, e agora até a camisinha entrou na mira do cenário global
e deve ficar 30% mais cara caso os conflitos no Irã continuem.
A alta no preço dos preservativos foi motivada pelo encarecimento dos fretes e falhas na cadeia global de suprimentos causado pelos conflitos no Irã, segundo explicou Goh Miah Kiat, CEO da maior fabricante mundial de preservativos, em entrevista à Reuters.
A empresa produz mais de 5 bilhões de preservativos por ano e abastece marcas globais como Durex e Trojan, além de sistemas públicos de saúde, como o NHS (Serviço Nacional de Saúde, na sigla em inglês), do Reino Unido. No Brasil, a marca Prudence tem preservativos fabricados pela Karex.
A Karex, da Malásia, também exporta para mais de 130 países.
A empresa planeja elevar o preço dos
preservativos. O aumento estimado entre 20% e 30% pode ser
ampliado conforme a duração da guerra no Oriente Médio. "Não temos escolha
a não ser repassar os custos para os clientes neste momento"
As cadeias de suprimentos globais foram impactadas pela guerra desde o final de fevereiro e pelo bloqueio do Estreito de Ormuz, que interrompeu o fornecimento de alguns materiais usados na produção de preservativos.
Goh disse à Reuters que, além dos custos mais elevados de fabricação e
embalagem de preservativos, também há atrasos no envio.
“Estamos vendo muito mais preservativos em embarcações que ainda não
chegaram ao seu destino, mas que são extremamente necessários”, disse Goh.
Quanto
poderá custar uma camisinha no Brasil?
No Brasil, a Karex é responsável por produzir a marca de preservativos
Prudence. Atualmente, o preço médio em farmácias custa entre R$ 5 (3
unidades) a R$ 25 (12
unidades), dependendo das unidades contidas na embalagem.
Caso esse aumento chegue no Brasil, o preço dos preservativos podem custar de R$ 6,50 (3
unidades) a até R$ 32,50 (12 unidades).
Alta impacta nos planos de natalidade
A Karex depende de materiais derivados do petróleo, incluindo amônia, usada na conservação do látex, e lubrificantes à
base de silicone.
Segundo Goh, a demanda por preservativos cresceu cerca de 30% neste ano,
enquanto o aumento dos custos de frete e os atrasos no transporte agravaram a
escassez.
"Em tempos difíceis, a necessidade de usar preservativos é ainda maior,
porque há incerteza sobre o futuro, como saber se você ainda terá um emprego no
próximo ano", disse ele à Bloomberg. "Se você tiver um filho agora,
será mais uma boca para alimentar."
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