Mutações
Mais do que não dito, hibridas
Palavras, o eu te amo nunca
Será individual, olhos nos
Olhos, brisas nos lábios.
Crueza e aspereza será como “tini”,
Primeira colheita da erva viva,
Frutos sem espinhos, abrandando
a dureza da alma, como fogo aquecido,
sem jatos de água fria, apenas
sabor.
Alimentamos metamorfoses,
Mas uma vez as metáforas nos redimem,
Somos horizontes, polos em busca
De voos de um para o outro.
Cantamos: Nada nos separará, mesmo
Que dolorosos sejamos e os momentos
Conspirarem contra nós dois.
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