CEI PODE MORALIZAR CÂMARA, CABE AOS VEREADORES
Os vereadores de Itabuna têm uma oportunidade ímpar de transformar a Câmara numa instituição representativa da sociedade. Para que isso se torne realidade, basta que votem no relatório apresentado pelos membros da Comissão Especial de Inquérito (CEI) com lisura, dando um basta nas imoralidades praticadas até agora e que deverão constar no texto apresentado pelo relator Claudivane Leite (Vane).
Do contrário, passarão para a história como mais um político que se elegeu apenas para se locupletar com as facilidades oferecidas pela relação incestuosa mantida entre os poderes executivo e legislativo. Essa não é a primeira vez que o Legislativo itabunense é alvo da mídia pelo “mar de lama” que invade os gabinetes e secretarias. Todos que praticaram os atos de corrupção não foram eleitos, haja vista a exposição na mídia, o que agora não será diferente.
O relatório da CEI será lido às 10 horas desta sexta-feira (5), no Plenário da Câmara, na presença da população, da Imprensa, de instituições da sociedade, a exemplo da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Caso todos esses olhares não forem suficientes, ainda resta o fiscal da sociedade, o Ministério Público, que por certo, não apenas como mero espectador, mas para fazer cumprir a lei. É assim que funciona a democracia.
Do contrário, passarão para a história como mais um político que se elegeu apenas para se locupletar com as facilidades oferecidas pela relação incestuosa mantida entre os poderes executivo e legislativo. Essa não é a primeira vez que o Legislativo itabunense é alvo da mídia pelo “mar de lama” que invade os gabinetes e secretarias. Todos que praticaram os atos de corrupção não foram eleitos, haja vista a exposição na mídia, o que agora não será diferente.
O relatório da CEI será lido às 10 horas desta sexta-feira (5), no Plenário da Câmara, na presença da população, da Imprensa, de instituições da sociedade, a exemplo da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Caso todos esses olhares não forem suficientes, ainda resta o fiscal da sociedade, o Ministério Público, que por certo, não apenas como mero espectador, mas para fazer cumprir a lei. É assim que funciona a democracia.
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