| Deputado lamenta morte de escritor | ||||||
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A morte de Ildásio Marques Tavares foi lamentada na Assembleia Legislativa pelo deputado Luciano Simões (PMDB), que apresentou moção de pesar à família do escritor, poeta e letrista. No documento, ele enalteceu o notável "acervo poético e cultural" deixado à cultura baiana e brasileira por Ildásio, que morreu no último dia 1º de novembro.
Ildásio nasceu na Fazenda São Carlos, às margens do Rio Gongogi, na região cacaueira da Bahia. Filho de Eduardo Tavares dos Santos e Hilda Marques Tavares, ele morou em Ubatã, de onde saiu aos 4 anos, transferindo-se com a família para Feira de Santana. Aos 9 anos de idade, mudou-se para Salvador. Em 1962, formou-se em Direito pela Universidade Federal da Bahia. "Por essa época, publicou seus primeiros poemas, artigos, contos e traduções nas revistas literárias e jornais acadêmicos locais e de outros estados do país", observou Simões. No ano de 1965 ingressou na Faculdade de Filosofia, onde cursou Letras Vernáculas e Inglês. Participou, ao lado de Cyro de Mattos, Alberto Silva, Marcos Santarrita, Fernando Batinga, entre outros, da Revista da Bahia – publicação que reunia a nova geração de escritores baianos. No ano de 1967, participou da antologia A Nova Poesia Bahiana, das Edições Tempo Brasileiro. Ildásio teve poemas publicados em jornais em São Paulo, Pernambuco, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Portugal e ainda traduzidos e publicados na Argentina, Uruguai, Chile, Bulgária e Estados Unidos. Fundou, em 1965, o Instituto de Línguas. A revista Alaluz, da Universidade da Califórnia, dedicada à literatura latino-americana, destacou em artigo do professor William Megenney o livro Somente um canto, primeiro livro de Ildásio Tavares, publicado em 1968. Ildásio Marques Tavares publicou: Doze contistas da Bahia (Record Editora –1969), Textos de autores baianos (poemas/1969), Quatro estórias do Mercado Modelo (contos/1970), Imago (poesias/1972), Breve romanceiro do Natal (poemas/1972), Vinícius de Moraes – ensaio in Poeta do Modernismo (INL/1972), Ditado (poesia/Editora Tempo Brasileiro-1974), Sete cantares de amigo (poema/1975), Antologia da poesia baiana (Fundação Cultural do Estado –1976), O canto do homem cotidiano (poesia/1977). Outros livros dele são: Poesia moderna da Região do Cacau (Editora Civilização Brasileira/1977), Dezoito contistas baianos (Departamento de Assuntos Culturais da Prefeitura de Salvador/1978), Moderno Conto da Região do Cacau (1978) e Tapete do tempo (poesia/Tempo Brasileiro/1980). | ||||||
terça-feira, 9 de novembro de 2010
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