quarta-feira, 10 de novembro de 2010


Paulo Bernardo admite apenas 'arredondar' para R$ 540,00 o salário mínimo
O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, foi enfático ao defender, nesta terça-feira (9), a aplicação para o novo salário mínimo da mesma política de reajuste dos últimos anos. O máximo de concessão que ele admitiu foi um aumento de R$ 1,85 sobre o previsto no projeto do Orçamento de 2011, de R$ 538,15, de modo a "arredondar" o valor para R$ 540,00. As centrais sindicais reivindicam um mínimo de R$ 580,00.
O ministro falou sobre o assunto após reunião com o relator-geral do projeto do orçamento, senador Gim Argello (PTB-DF), ao fim da manhã desta terça-feira (9). No encontro, eles trocaram informações sobre a proposta orçamentária, especialmente sobre como chegar aos números definitivos em relação a despesas que ficaram de fora da peça ou foram atendidas com dotações insuficientes.
A política de reajuste defendida pelo ministro prevê aumento com base na inflação do ano anterior ao de vigência do salário mínimo mais o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos antes. Como o PIB de 2009, foi negativo, o projeto do orçamento corrigiu o salário do ano que vem apenas pela inflação, elevando seu valor para R$ 538,15.

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