Entrevista
Por Caro Gestor | 13.10.2010 | 9h28
Samuel Celestino
Caro gestor traz um panorama do cenário político baiano sob a ótica crítica do jornalista itabunense Samuel Celestino. Com cerca de 35 anos de experiência na área, Celestino já foi repórter especial do Jornal da bahia, editor de política do a tarde e hoje, além de continuar como colunista do jornal, também é presidente da associação baiana de imprensa (abi) e ocupante da cadeira 23 da academia de letras da bahia. À frente de dois veículos de comunicação de grande penetração na sociedade de massa, o site bahia notícias e a rádio tudo Fm, o jornalista e crítico político Samuel Celestino, reforça seu posicionamento defendido ao logo da carreira sobre o "carlismo" e opina sobre as mudanças políticas atualmente. o jornalista político, que sempre criou no meio político sentimentos de amor e ódio, reforça a sua defesa pela liberdade de imprensa e se diz otimista para com o municipalismo e a economia no brasil.

Você tem uma história importante construída no jornalismo político da Bahia: é uma das principais vozes na cobertura política no estado. Como você avalia a cobertura política que é feita atualmente nos principais jornais do estado não só na capital, mas principalmente no interior?
Olha, com relação à capital, a cobertura política tem transcorrido durante esta campanha de forma correta, por enquanto, embora existam alguns fatos que normalmente ocorrem durante períodos assim. Com relação ao interior, existe uma lacuna que dificulta a comunicação entre capital e interior porque, infelizmente, nós temos poucos jornais. Há o jornal A tarde, que entra no interior, mas não como antes, quando ele estava mais presente. Os outros dois jornais, o Correio da Bahia e a tribuna da Bahia não penetram no interior. Então a política que é gerada na capital e que chega no interior normalmente acontece através dos sites, entre os quais o Bahia Noticias, e através das rádios. Eu recebo muitos pedidos de radialistas que querem ler a coluna que eu faço no Jornal A tarde, por exemplo, e costumo liberá-los para copiar ou transcrever ou ler o que quiser porque, na medida em que eu solto uma informação em um veículo impresso, aquela informação passa a pertencer à comunidade, ao público. Ela deixou de me pertencer, só a assinatura me pertence. Então, existe este problema: a Bahia tem poucos jornais no interior que merecem, ou que já deveriam ter uma qualidade melhor do que já tem. É uma deficiência contra a qual eu me bato desde que assumi a presidência da Associação Baiana de Imprensa. Eu tenho 24 anos à frente da entidade e estou fazendo agora meu ultimo mandato. Eu sempre lutei pela imprensa interiorana mas sempre também tive complicações com ela, sobretudo as rádios, e principalmente nos períodos eleitorais, até em brigas familiares, fugindo da política. Então o que acontece, é um quadro diferente do que existe em São Paulo, onde os veiculos de comunicação são fortes no município. Aqui são poucos os veículos interioranos que têm a capacidade de reverberar aquilo o que acontece no país a nível nacional e estadual na política.

Como você define o cenário político que se reformulou com o fim da era carlista?
Eu sabia absolutamente que a Bahia ia mudar, fundamentalmente, na questão política depois da morte de Antonio Carlos Magalhães, porque ele sozinho segurava o grupo. O homem com quem eu briguei e enfrentei durante muito tempo, e a Bahia tem consciência disso, tentava controlar a imprensa baiana. Ele tinha jornal, um jornal politizado, que não tinha uma opinião neutra, que fazia um jornalismo partidário. Meu jornalismo no jornal A tarde sempre foi pautado pela independência e pela liberdade, e eu também não podia permitir que este tipo de jornalismo fosse subjugado, não só pelo meu temperamento, não só pela minha forma de pensar, mas também pelo fato de eu ser presidente de uma entidade que preza e que luta pela liberdade de imprensa e pela independência. Com a morte de ACM aconteceu um fato: esse me surpreende até hoje. Antonio Carlos morreu há três anos, e o carlismo se desfez de uma forma muito rápida e inesperada. O carlismo na verdade, era Antonio Carlos. Ele comandava um grupo. Comandava a Assembléia Legislativa, comandava o tribunal de Contas dos Município e do Estado, comandava grande parte da bancada baiana no Senado Federal e na Câmara Federal. Tinha uma presença forte na república... ele tinha uma influência imensa, não somente no Palácio do Planalto como também nos ministérios. Quando ocorreu a morte, tudo isso se desfez como se fosse um castelo de cartas e o carlismo começou a perder os seus caminhos, as suas veredas, porque eram ditadas pelo Antonio Carlos. Na verdade, Antonio Carlos não deixou herdeiro. Paulo Souto nunca foi herdeiro dele, nem jamais seria como está a demonstrar a campanha eleitoral de agora. Ele é um gestor e não um é um político. Foi duas vezes governador. Cesar Borges foi governador em função da morte de Luiz Eduardo Magalhães: o grande nome para ser o sucessor de Antonio Carlos, que poderia ser um grande nome nacional e chegar a Presidência da República, porque era um homem talentosíssimo. Quem ficou no lugar dele? Aleluia. Antonio Carlos tinha problemas pessoais com ele, não aceitava que Aleluia crescesse, por ele ser uma pessoa inteligente diferenciada, que já tinha um conceito nacional que o fazia brilhar, e o tornava uma das principais cabeças do congresso da câmara dos deputados; O menino, o ACM Neto, no final, vai ser o herdeiro do Antonio Carlos em termos políticos, mas herdeiro de um minifúndio. Antonio Carlos tinha um latifúndio político e ACM Neto vai ter um minifúndio. Tanto assim, que agora eu estou vendo nas pesquisas que ele pode ser um dos mais votados deputados do estado nestas eleições. Creio eu que ele vai ganhar sim, mas, não vai ter a votação que teve na eleição passada. Antonio Carlos, talvez já sabendo que sua saúde estivesse fragilizada, mandou, talvez, depositar muitos votos em ACM Neto, na medida em que sabia que ele seria o herdeiro. ACM Neto recebeu mais de 400 mil votos. Tenho para mim que vai ser difícil que ele alcance esse numero de 2006. Inclusive eu estava falando com meus colegas que as pesquisas demonstram que os deputados mais votados serão ACM Neto, Rui Costa, que é do Pt e foi secretário de Relações Políticas de Jaques Wagner e por isso se beneficiou, e o terceiro nome é Lucio Vieira Lima que comanda com Geddel Vieira Lima o PMDB. Vou propor até no meu site que coloque uma enquete, quem vai ser o tiririca da Bahia. O tiririca vai ter cerca de 1 milhão de votos, então vamos ver dos três quem vai ser o tiririca da Bahia. Mas, voltando, que eu observo e analiso dessa situação é que essa é uma tendência nacional do DEM. O DEM é um partido em processo de diluição. É um partido que, tudo leva a crer, se desmanchará com o tempo. O período de vida, de poder do DEM, que já foi Arena, PDS, PFL e agora DEM, se exauriu. Então, a tendência que está por vir na Bahia com a possível vitoria de Wagner é que o ex-governador Paulo Souto que atualmente é presidente do DEM, se afaste da política, porque ele não tem vocação para ser parlamentar e sim para ser gestor. Não creio que meu querido amigo, de quem eu gosto muito, José Carlos Aleluia tenha muito sucesso na campanha ao senado, então, vai acontecer que muita gente vai deixar o DEM derrotado ou vai ingressar em outra legenda, ou procurar uma forma de fusão do DEM porque esta questão, este problema do DEM é um problema nacional. Vai acontecer na Bahia como vai acontecer em outros estados e o DEM vai se fragilizar e perder boa parte da bancada que tem hoje na Câmara dos Deputados. Então, a Bahia com Antonio Carlos era uma coisa. Era uma Bahia autoritária, prepotente, arrogante. A Bahia sem Antonio Carlos é uma Bahia liberta, democrática, mas não tem um homem que centralize a política baiana e faça a defesa da Bahia como Antonio Carlos fazia, porque era dessa forma que ele se acentuava como um mini ditador estadual.

Em relação ao municipalismo, como você avalia sua evolução e sua importância na Bahia?
O municipalismo na Bahia está avançando, na medida em que hoje existe um processo democrático instalado. Quando Antonio Carlos comandava a Bahia, e aqui cabe um parêntese: ele não comandou 16 anos: 16 anos foi o período de 1990 até a morte dele, até 2006 quando Wagner bateu Paulo Souto. Na verdade Antonio Carlos comanda a Bahia desde 1960. Antonio Carlos conspirou contra as instituições democráticas na época do Jango, participou do golpe militar se envolveu com os generais na época – com Castelo Branco, com todos eles; ajudou a fazer de Luiz Viana o primeiro governador nomeado da Bahia durante o período revolucionário, foi prefeito de Salvador naquela época, em 1970 foi governador da Bahia, por aí vocês vão somando o poder de Antonio Carlos. Ele perde o poder em 1974/75 para Roberto Santos que não constava na lista de Antonio Carlos dos nomes indicados para ser governador da Bahia. Quem constava na lista era Clériston Andrade, que foi prefeito de Salvador, José Mascarenhas e Luis Sande. O alto comando militar na época da ditadura, mandou que Antonio Carlos levasse outra lista, incluindo o reitor da UFBA, que era Roberto Santos. Antonio Carlos perde aí a eleição e o poder, mas dois anos depois, o recupera com Geisel, indo para a presidência da Eletrobrás. Como presidente da Eletrobrás ele ficou até 1978, quando conseguiu ser nomeado pela segunda vez governador da Bahia. Como naquele momento tinha se estabelecido uma forma de controle do legislativo pela ditadura militar, ele convenceu a Jutahy Magalhães, o pai, a ser senador biônico. Antonio Carlos foi até o inicio dos anos 80 como governador, elegeu João Durval com o qual rompeu e perdeu em 1986 para Waldir Pires. Aí há um rompimento. Até João Durval não porque foi ele quem "fez" João Durval. Dizia-se, na época, que ele elege- ria um poste, e eu tenho certeza que elegia sim, da mesma forma que Lula hoje elege um poste. Eu acho Dilma um poste. Essa é a minha opinião so- bre a Dilma: foi feita nos laboratórios, nos tubos de ensaio do Palácio do Planalto. Bom, então Antonio Carlos perde para Waldir Pires, mas logo Waldir Pires renuncia dois anos depois e entrega o governo a Nilo Coelho que é batido por Antonio Carlos em 1990. A partir daí se dá esses 16 anos que se presumem ser o período do carlismo. Não! Antonio Carlos comandou a Bahia durante trinta e poucos anos seguidos como um coronel, e esse coronelismo dele, essa oligarquia dele foi montada a partir de princípios que vêm de 1930, quando Juraci Magalhães chegou à Bahia como tenente aos 27 anos – ele foi discípulo de Juraci Magalhães, foi discípulo de Edgar Santos, um homem poderoso na Bahia que fundou a Universidade federal e se encostou naquilo que foi o grande veículo de sucesso de Antonio Carlos: a comunicação. Ele se encostou nos diários e emissoras associadas que eram de Assis Chateaubriand e comandada na Bahia por Odorico Tavares. A partir daí, em cima da comunicação, Antonio Carlos fez o poderio dele. Ele era o maior informante que eu conheci até hoje para um jornalista político – eu tinha com ele um trânsito de ser informado, mas também devia informações a ele. Durante a ditadura militar, ele conseguiu trânsito livre com todos os generais possíveis e imagináveis. Então aconteceu essa mudança na Bahia que terminou tendo reflexo no interior na medida em que a Bahia se democratizou e os municípios passaram a ter mais liberdade para tomar posições. Eu acho que o municipalismo é a grande força que vai crescer na Bahia ainda. Não cresceu antes porque Antonio Carlos não deixava. Ele comandava 80% dos prefeitos, comandava a UPB, comandava os cabos eleitorais, comandava as Câmaras de Vereadores e comandava os prefeitos. Agora não! Agora começa a haver uma dispersão e eu acho que é um momento para o ressurgimento forte do municipalismo no estado.
Que atitudes de gestão municipal podem contribuir para o municipalismo?
Em primeiro lugar, acabar com essa história de pular de galho em galho como acontecia no passado. Não aderir. A adesão é um dos grandes males da política em qualquer estado que aconteça. Essa história de se eleger Jaques Wagner e o cidadão que tenha sido eleito pelo PDT (estou dando um exemplo), que não esteja com Wagner, passar de imediato para o lado de Wagner para viver à sombra do governo, à sombra do poderio do governo estadual, é um grande equívoco. O que importa é que os municípios se organizem para reivindicar em conjunto, em defesa dos seus interesses, do interesse dos seu munícipes e com isso façam uma força para pressionar também a União em função de verbas federais dirigidas a obras importantes, subsidio de infraestrutura do interior. Enquanto houver adesismo de prefeito e de lideranças políticas, a Bahia sempre será um estado menor, enfim, um estado entregue a interesses de político, o que termina levando a corrupção. Um campo fertilíssimo para a corrupção está nesse processo de adesão, porque os governadores pagam e o governo federal fecha os olhos. Se houver uma união dos prefeitos nessa forma de independência, e verificar que seu objetivo é sempre o seu município e não o governo do estado, então, o municipalismo terá chance. Fora daí vai ficar nessa geléia geral que nós assistimos até hoje. Antigamente, todos os prefeitos faziam fila para tirar fotografia abraçados com Antonio Carlos e ele sempre estava disponível. E mais: Antonio Carlos convidava os prefeitos do municípios mais importantes para almoçar em Ondina com ele, e os prefeitos ficavam felizes. Ele costumava me dizer assim: "Samuel, eles nunca foram em Ondina, e eu trago para almoçar comigo em Ondina... tiro fotografia com eles e eles levam essa foto... ficam meus para a vida toda".
As parcerias público-privadas, que são uma tendência na governança atual, são mesmo a melhor opção para resolver atribuições que seriam de responsabilidade da gestão pública?
A PPP é uma novidade na administração pública da Bahia. Diria que essa novidade se expande também para outras unidades federativas, mas na Bahia, pelo menos uma iniciativa foi realizada com êxito (ao que parece, porque é recente), que foi a construção do recentemente inaugurado hospital do Subúrbio. O secretário de Saúde Jorge Solla, responsável pelo hospital do Subúrbio, me informou que alguns estados se interessaram pela experiência da Bahia e solicitaram o projeto que deu idéia a isso para poder implantar também em seus estados. É claro que como o serviço público não pode bancar tudo que a população necessita, as carências dos seus habitantes, é muito natural que haja uma sequência positiva envolvendo essas PPPs, que não deixam de ser uma novidade na administração pública do país. Como o estado não dispõe de recursos suficientes para isso, e como as exigências da população crescem a cada momento, espera-se que este tipo de parceria ganhe cada vez mais densidade e tenha sucesso na medida em que possa beneficiar o lado, o público; e o seu parceiro, o privado.
Como você avalia a gestão do presidente lula no apoio ao desenvolvimento dos municípios?
O presidente Lula apenas dá sequencia, no meu entendimento, a um processo iniciado lá na primeira metade dos anos 90, quando o Plano Real pôde domar, até aqui definitivamente, o processo inflacionário que impedia que o Brasil projetasse suas metas para o futuro. Com o desenvolvimento sustentado da economia, posto em prática pelo ministro Antonio Malan durante o governo Fernando henrique, o governo Lula teve a sensatez de não mudar praticamente nada do que já vinha acontecendo. Isso permitiu que, pela primeira vez o Brasil experimentasse um processo continuado de política e de política econômica por dezesseis anos: os dois períodos de Fernando henrique e os dois períodos de Lula. A política macro econômica pôde assim experimentar um avanço porque estava certa nos seus princípios básicos. O que diferenciou foi a política social entre um governo e outro, favorecendo ao governo Lula. O governo Lula conseguiu transformar todas as políticas sociais da era FHC no projeto Bolsa Família, depois do fracasso absoluto e extraordinário do programa Fome Zero. Esta política estabelecida pela Bolsa Família tem dois lados. De um lado favoreceu as populações carentes de recurso a se engajarem no mercado consumidor, criando uma classe quase média, mas de outro modo, praticamente imobilizou essa população beneficiária do Bolsa Família por não ter-lhe permitido a busca por atividades econômicas de maneira a levar sozinho as suas vidas. Eu costumo repetir, como Luiz Gonzaga, o rei do baião, nos anos 50, época de Getúlio Vargas ao cantar: "mas, meu Deus uma esmola para um homem que é são ou lhe mata vergonha ou vicia o cidadão". O medo do Bolsa Família é que o brasileiro fique viciado. De outra sorte, o governo Lula conseguiu se colocar diante do mundo de forma positiva na medida em que o Brasil foi afetado pela crise internacio- nal detonada em 2008, mas para isso o governo incentivou às camadas populares e trabalhadores a ingressar com força no mercado de consumo. Essa moeda tem dois lados: primeiro, essa população carente que não conhecia geladeira, televisão, equipamentos de linha branca, passaram a transformá-los no seu objetivo e sonho de consumo; e por outro lado já começa ma aparecer as dificuldades para as pessoas pagarem os gastos efetuados a pedido do governo. Em São Paulo, por exemplo, 50,4% das famílias estão endividadas.
As previsões para o crescimento do país são muito otimistas. Fala- se que em 2011 o Brasil poderá desbancar a itália e ocupar a 7a posição entre as maiores economias do mundo. Como os gestores públicos devem se comportar para que a administração pública tire o maior proveito possível deste cenário que está por vir?
O cenário econômico brasileiro para 2011, a partir do próximo governo, é positivo. A economia, qualquer que seja o presidente da república eleito, vai dar continuidade a essa política que ai está. Se nós temos 16 anos com a mesma política macroeconômica, esse processo vai ter continuidade pelo menos até 2014, ou se possível até 2018. Isso nunca aconteceu na história republicana brasileira, o que leva a crer que o Brasil tem condições de chegar no ano de 2020 ou 2025, não como uma potência emergente, que de fato hoje já é, mas sim, como uma potência consolidada. E neste proces- so de consolidação ela vai atravessar e ultrapassar diversos outros países, como já conseguiu fazê-lo, ultrapassando Espanha e México, por exemplo. O Brasil hoje já deve ser a oitava economia do mundo. Brasil, Rússia, índia e China, o grupo chamado BRIC, está destinado, se continuar com a mesma postura, a chegar na cabeceira da economia ou da riqueza internacional que hoje está neste primeiro bloco, EUA, Alemanha, França, China. Enfim, nós temos condições de consolidar este processo o mais rápido possível. Nós somos emergentes mas podemos ser potências em 2020 ou 2025.
Qual a mensagem que você deixa para os gestores públicos?
Eu desejo que os gestores públicos tenham plena consciência do trabalho e da responsabilidade que têm com relação a população que representam, e isso só pode ser feito com alguns princípios: primeiro ética, segundo honestidade, terceiro trabalho, e quarto não procurar inventar aquilo que não sabe. Dessa maneira, é preciso que o município tenha sempre em vista que deve se entender como uma esfera de poder que tem que se relacionar, independentemente de partidos, com o governo federal e estadual. honestidade, ética, princípios e trabalho: esse é o segredo de qualquer gestão que se preze. Fora daí vai acontecer o que? Corrupção.
Nenhum comentário:
Postar um comentário